14/10/2026
Dia das Crianças deveria ser sobre brincar, estar em família e criar boas lembranças.
Mas, para algumas crianças, a data chega acompanhada de uma disputa: “Ele vai passar o Dia das Crianças comigo.”
“Não, dessa vez é a minha vez.”
“Se ele for, eu não vou conseguir ver meu filho.”
E, quando os pais não conseguem chegar a um acordo, existe o risco de a criança acabar colocada no meio da situação.
Filho não deve ser mensageiro, árbitro ou instrumento de negociação entre os pais. A convivência familiar precisa ser organizada de forma que respeite os direitos da criança e, ao mesmo tempo, as responsabilidades de cada genitor.
Se existe um acordo ou decisão judicial sobre a convivência, ele precisa ser observado. E, quando a realidade da família muda, também pode ser necessário buscar uma nova organização.
O mais importante é não esperar chegar uma data comemorativa para descobrir que ninguém sabe exatamente o que foi combinado.
📲 Está enfrentando dificuldades com a convivência do seu filho? Entre em contato e eu vou orientar você sobre os caminhos possíveis para o seu caso.
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Dr. André Medrado | OAB/SP 171.608