01/09/2026
🇵🇹 Quando os adultos entram em conflito, não deixe que sejam os filhos a pagar o preço.
Uma separação pode ser difícil. Uma disputa parental não tem de se transformar numa disputa permanente.
Quando existem filhos, cada decisão deve partir de uma pergunta essencial:
O que é melhor para a criança?
O superior interesse da criança deve estar no centro das decisões relativas à parentalidade, não como uma expressão meramente jurídica, mas como um princípio que deve orientar escolhas concretas.
Nem sempre será possível evitar o conflito. Mas é possível evitar que o conflito se torne o centro da vida da criança.
Através de acordos parentais claros, mediação e soluções extrajudiciais, pode ser possível construir uma organização familiar que reduza a tensão e dê maior segurança a todos.
Porque os filhos não devem ser mensageiros, nem moeda de troca.
E não devem carregar conflitos que pertencem aos adultos.
Proteger o superior interesse da criança é proteger o presente, e o futuro, da família.
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🇬🇧 When adults enter into conflict, children should not be the ones paying the price.
Separation can be difficult. A parenting dispute does not have to become a permanent battle.
When children are involved, every decision should begin with one essential question:
What is in the child’s best interests?
The child’s best interests should be at the heart of every parenting decision, not merely as a legal concept, but as a principle that guides real and practical choices.
Conflict cannot always be avoided. But it can be prevented from becoming the centre of a child’s life.
Through clear parenting agreements, mediation and out-of-court solutions, families may be able to create arrangements that reduce tension and provide greater security for everyone involved.
Because children should not be messengers, or bargaining tools.
And they should not carry conflicts that belong to adults.
Protecting the child’s best interests means protecting the family’s present, and its future.