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Intervenção Política Educação para a cidadania em prol do bem comum com o fim da corrupção e dos interesses político-partidários.

O Silêncio Cúmplice que Asfixia o EstadoA lona que cobre o circo da governação atual já nem sequer disfarça o espetáculo...
04/10/2026

O Silêncio Cúmplice que Asfixia o Estado
A lona que cobre o circo da governação atual já nem sequer disfarça o espetáculo de desmantelamento democrático a que assistimos.
Quando quem tem por missão constitucional fiscalizar as contas públicas se vê forçado a erguer a voz e a ameaçar com os tribunais superiores para conseguir fazer o seu trabalho elementar, o diagnóstico do país é definitivo e trágico: as instituições já não funcionam de forma regular; funcionam de forma irregularmente submetidas à asfixia asfixiante do poder político.
O plano do Executivo para desarmar o Tribunal de Contas, retirando-lhe o poder do visto prévio sob o pretexto hipócrita da "celeridade", é o golpe de misericórdia na transparência.
Querem a pressa cega de quem confunde governar com atropelar, preferindo o caminho livre de obstáculos e de escrutínio para gerir o erário público ao sabor dos seus interesses de calendário. Substitui-se o rigor pela conveniência, transformando guardiões da legalidade em meros espetadores de uma festa para a qual os cidadãos pagam o bilhete, mas não são convidados.
Este é o retrato de um regime que apodrece por dentro, não com o estrondo de uma revolução ou de uma rutura abrupta, mas com o desmoronamento silencioso dos mecanismos de controlo.
A democracia definha no silêncio dos vistos que deixam de se emitir, na erosão diária da separação de poderes e na arrogância de uma maioria ou de um governo que se julga acima da prestação de contas.
Quando a fiscalização passa a ser vista como um incómodo a eliminar, a República abdica da sua decência e entrega-se à irregularidade institucionalizada

O "Suspeito" mais importante da Europa! 🇪🇺🤡• A defesa do antigo governante contesta que o Ministério Público use o estat...
02/10/2026

O "Suspeito" mais importante da Europa! 🇪🇺🤡•
A defesa do antigo governante contesta que o Ministério Público use o estatuto de mero "suspeito" — por oposição a "arguido" — para lhe barrar a consulta aos autos, impedindo-o de se defender formalmente ou de esclarecer por completo as suspeitas de prevaricação que há tanto tempo pesam sobre si.
Alguém que avise o Ministério Público que o Dr. António Costa já mudou de morada fiscal!
É que entre Bruxelas e o Conselho Europeu, o homem continua a ser o "suspeito" mais ocupado do continente.
Passam os anos, mudam os governos, elege-se um novo Presidente da República... mas o estatuto de "mero suspeito" na Operação Influencer esse é vitalício!
A defesa queixa-se que não o deixam ver os papéis do processo. Compreende-se a frustração: como é que um homem pode governar a Europa descansado sem saber exatamente o que é que a justiça (não) tem contra ele?

22/01/2026

Presidente ou Primeiro-Ministro? Onde seria mais perigoso André Ventura para a democracia portuguesa
A ascensão de André Ventura no panorama político português deixou de ser um fenómeno marginal para se tornar uma hipótese concreta de poder. A pergunta que muitos começam a colocar já não é se Ventura poderá chegar a cargos de topo, mas onde o seu estilo político seria mais nocivo: em Belém como Presidente da República, ou em São Bento como Primeiro-Ministro.
Responder a esta questão exige compreender não apenas a personalidade política de Ventura, mas sobretudo a arquitetura do regime semipresidencial português.
Dois cargos, dois poderes muito diferentes
O Presidente da República em Portugal não governa no dia-a-dia. Não dirige ministérios, não elabora orçamentos, não executa políticas públicas. O seu poder é sobretudo institucional: nomeia o Primeiro-Ministro, promulga ou veta leis, pode dissolver a Assembleia da República e é o comandante supremo das Forças Armadas.
O Primeiro-Ministro, pelo contrário, é o verdadeiro chefe do poder executivo. Controla a administração pública, define políticas económicas, sociais e fiscais, orienta a polícia, a imigração, a educação, a saúde. É aqui que se exerce o poder real.
Dito isto, o perigo assume formas distintas consoante o cargo.
Ventura como Presidente: o risco da instabilidade permanente
Um Presidente André Ventura teria poucos instrumentos para impor uma agenda governativa própria. Estaria limitado pela Constituição, pelo Governo e pelo Parlamento. No entanto, teria um palco privilegiado para fazer aquilo que melhor sabe: pressionar, dividir e dramatizar.
O risco principal em Belém seria a instabilidade institucional:
• Uso abusivo do veto político para bloquear sistematicamente o Parlamento;
• Dissoluções estratégicas da Assembleia da República para forçarem eleições em momentos de fragilidade;
• Confronto permanente com o Governo para alimentar um clima de crise política;
• Pressão populista sobre tribunais, comunicação social e minorias, mesmo sem poder executivo direto.
Não seria um Presidente autoritário no sentido clássico, mas poderia ser um Presidente incendiário, usando a magistratura de influência para corroer a confiança nas instituições.
Seria mais um fator de desorganização do sistema do que de controlo efetivo do Estado.
Ventura como Primeiro-Ministro: o risco do poder executivo concentrado
O cenário muda radicalmente em São Bento.
Como Primeiro-Ministro, André Ventura teria controlo direto sobre:
• Forças de segurança e política criminal;
• Política de imigração e nacionalidade;
• Administração pública e nomeações;
• Orçamento do Estado e política fiscal;
• Legislação ordinária com maioria parlamentar de apoio.
Aqui, o perigo deixa de ser retórico e passa a ser estrutural.
O discurso punitivo, a lógica de inimigos internos, a desconfiança em relação à comunicação social, às universidades, às organizações da sociedade civil, poderiam traduzir-se em políticas concretas: restrições de direitos, instrumentalização da justiça, perseguição administrativa, erosão gradual de garantias constitucionais.
A história europeia recente mostra que o populismo autoritário não começa com golpes de Estado, mas com governos eleitos que usam o poder executivo para desmontar o sistema por dentro.
Então, onde seria pior?
A resposta honesta é clara:
• Como Presidente, Ventura seria mais ruidoso do que perigoso.
• Como Primeiro-Ministro, Ventura seria menos ruidoso, mas potencialmente muito mais perigoso. Em Belém poderá perturbar.
Em São Bento, poderia transformar.
O Presidente pode atrasar, vetar, dissolver.
O Primeiro-Ministro pode legislar, governar, nomear, controlar.
E é no exercício quotidiano do poder executivo que as democracias se desgastam — não nos discursos simbólicos, mas nas decisões administrativas, nas leis aparentemente técnicas, nas nomeações silenciosas.
Conclusão
Se a questão é saber onde André Ventura representaria um maior risco para a democracia portuguesa, a resposta não depende da antipatia política, mas da análise institucional.
O perigo maior não está no cargo que fala mais alto.
Está no cargo que decide mais.
E esse é, sem dúvida, o de Primeiro-Ministro.

Zeferino Boal

O Parlamento Europeu debaterá e votará duas moções de censura a Ursula von der Leyen durante sua sessão plenária de 6 a ...
23/09/2025

O Parlamento Europeu debaterá e votará duas moções de censura a Ursula von der Leyen durante sua sessão plenária de 6 a 9 de outubro, de acordo com um e-mail interno da presidente do Parlamento, Roberta Metsola, visto pelo POLITICO.

Dois grupos políticos — os de extrema direita Patriotas pela Europa e A Esquerda — apresentaram moções de censura separadas ao presidente da Comissão Europeia à meia-noite de 10 de setembro, a primeira oportunidade possível de fazê-lo segundo as regras parlamentares. Os Patriotas apresentaram a moção 20 segundos antes da A Esquerda, disseram duas autoridades.

As medidas ocorreram poucas horas depois de von der Leyen fazer seu histórico discurso sobre o Estado da União no Parlamento em Estrasburgo, e apenas dois meses após o último voto de confiança em sua liderança, ressaltando a fragmentação política da UE .

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Os Patriotas acusam von der Leyen de falta de transparência e responsabilização e criticam duramente os acordos comerciais do Mercosul e dos EUA. A Esquerda também critica a política comercial da Comissão, mas dá maior ênfase ao que consideram ser a inação do executivo da UE em meio à guerra de Israel em Gaza.

Ter duas moções de censura apresentadas ao mesmo tempo é inédito e gerou debate no Parlamento sobre como a coreografia permitirá dois debates e duas votações.

O momento dos debates e votações será decidido pelos líderes dos grupos políticos quando eles discutirem a pauta final do plenário em 1º de outubro, disse a porta-voz do Parlamento, Delphine Colard.

A opção mais provável é que haja um debate conjunto na segunda-feira, 6 de outubro, seguido por duas votações separadas na quinta-feira, 9 de outubro, de acordo com duas pessoas com conhecimento dos procedimentos parlamentares.

É provável que os Patriots reivindiquem o direito de ter o primeiro voto, já que venceram a corrida para entregar a papelada no prazo.

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The Patriots for Europe and The Left groups both want to vote on Commission chief’s leadership.

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"Na Ucrânia temos de um lado os miseráveis n***s, satanistas, corruptos, drogados – que também se consideram uma raça superior -, a querer exterminar os que eles consideram os “pretos da neve”, pelo que e como tal, são apoiados pelos outros fascistas seus semelhantes (Von der Layens, Macrons, Merzs, Starmers, Sstubbs, Melonis e Costas – a coligação da “cocaína”).
Estes facínoras continuam a tentar provocar uma guerra a nível mundial, convictos que estão que assim poderão talvez preservar os seus poderes e mordomias, não os incomodando minimamente que, para satisfazer os seus egos e ambições, sejam sacrificados milhões de ucranianos e russos e quiçá toda a população europeia (menos eles claro, pois quando tocar a aflitos, certamente se piram para um paraíso fiscal)."

(Major-General Raúl Cunha, in Facebook, 20/08/2025) Afinal, as guerras que estão a decorrer e que tanto nos afetam e perturbam, têm subjacente uma muito mais profunda razão: malgrado as suas motiva…

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