João Massano - Advogado

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João Massano - Advogado Advogado
Bastonário da Ordem dos Advogados
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17/10/2026

🚨 PERSEGUIÇÃO DIGITAL | Quando a violência ultrapassa o ecrã

Mensagens insistentes, ameaças, intimidação e perseguição nas redes sociais. O que começa no mundo digital pode transformar-se num verdadeiro pesadelo, com consequências profundas e duradouras na vida das vítimas.

⚖️ No programa «Ponto de Ordem», João Massano, Bastonário da Ordem dos Advogados, alerta para a gravidade da perseguição digital, uma realidade que exige atenção, proteção das vítimas e uma resposta eficaz da Justiça.

Que mecanismos legais existem para proteger quem é perseguido? Até onde pode ir a atuação nas plataformas digitais? E como garantir que as vítimas não ficam desprotegidas?

🔴 A violência digital é violência real. E nenhuma vítima deve sentir-se sozinha ou sem proteção.

▶️ Assista ao programa completo no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=mzf3CG4rXbY

𝗟𝗮́ 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲𝗺 𝗺𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮𝘀. 𝗖𝗮́ 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲𝗺 𝗼𝘀 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼𝘀 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼𝘀Em Lens, um rapaz de 15 anos perdeu uma mão num protesto perto da escola,...
15/10/2026

𝗟𝗮́ 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲𝗺 𝗺𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮𝘀. 𝗖𝗮́ 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲𝗺 𝗼𝘀 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼𝘀 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼𝘀

Em Lens, um rapaz de 15 anos perdeu uma mão num protesto perto da escola, e em Madrid acampa-se contra o preço das casas. Por cá, os jovens compram um bilhete só de ida. Além dos Títulos, pergunto porque os deixamos partir

Leia o artigo: https://expresso.pt/opiniao/2026-10-15-la-partem-montras.-ca-partem-os-nossos-filhos-91145ecd

𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗖𝗢𝗠 𝗗𝗜𝗥𝗘𝗜𝗧𝗢𝗦🗓️ 𝗖𝗼𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗱𝗮 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗻𝗼 𝗖𝗼𝗿𝗿𝗲𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝗮𝗻𝗵𝗮̃ – 𝟭𝟮 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲𝗜𝗻𝗼𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗺𝗮𝘀 𝗮 𝗰𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗿 𝗽...
12/10/2026

𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗖𝗢𝗠 𝗗𝗜𝗥𝗘𝗜𝗧𝗢𝗦
🗓️ 𝗖𝗼𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗱𝗮 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗻𝗼 𝗖𝗼𝗿𝗿𝗲𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝗮𝗻𝗵𝗮̃ – 𝟭𝟮 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲

𝗜𝗻𝗼𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗺𝗮𝘀 𝗮 𝗰𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗿 𝗽𝗲𝗻𝗮

𝗛𝗮́ 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝘀𝗲𝗷𝗮 𝗮𝗿𝗴𝘂𝗶𝗱𝗼 𝗵𝗮́ 𝘀𝗲𝘁𝗲 𝗮𝗻𝗼𝘀. 𝗡𝗮̃𝗼 𝗳𝗼𝗶 𝗮𝗰𝘂𝘀𝗮𝗱𝗼 𝗻𝗲𝗺 𝗶𝗹𝗶𝗯𝗮𝗱𝗼. 𝗧𝗲𝗺 𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝗴𝗲𝗹𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗲 𝗼 𝗻𝗼𝗺𝗲 𝗻𝗼𝘀 𝗷𝗼𝗿𝗻𝗮𝗶𝘀. 𝗘 𝗻𝗮̃𝗼 𝘀𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲 𝗱𝗲𝗳𝗲𝗻𝗱𝗲𝗿 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗮𝗰𝘂𝘀𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲.

Em Vila do Conde, quinze arguidos de uma fraude foram absolvidos: o próprio Estado levou anos a participar o caso. Em Leiria, a PSP seguiu um suspeito dois anos e meio num inquérito de oito meses. O juiz travou: «𝘖 𝘌𝘴𝘵𝘢𝘥𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘱𝘰𝘥𝘦 𝘢𝘱𝘳𝘰𝘱𝘳𝘪𝘢𝘳-𝘴𝘦 𝘨𝘳𝘢𝘵𝘶𝘪𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘥𝘰 𝘵𝘦𝘮𝘱𝘰 𝘥𝘰𝘴 𝘪𝘯𝘥𝘪𝘷𝘪́𝘥𝘶𝘰𝘴.»

O procurador-geral mandou recorrer sempre. Em regra, a lei dá oito meses para investigar. Passado o prazo, o processo continua como se nada fosse.

Na minha profissão, o prazo cumpre-se. Se eu falhar o prazo de um recurso, o meu cliente perde-o, e ninguém me pergunta se tinha falta de meios.

Em Leiria, o Ministério Público alegou falta de meios. Acredito. Conheço tribunais com poucos oficiais de justiça e processos parados à espera de perícias. Não faltam prazos. Faltam meios.

A falta é do Estado. Quem a paga é o arguido. Peço ao Governo que pague a justiça que exige.

Se fosse consigo, quantos anos aceitaria esperar para saber se é culpado?

🔗 Leia o artigo: https://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/justica-com-direitos/detalhe/inocente-mas-a-cumprir-pena

𝗣𝗿𝗼𝗶𝗯𝗶𝗱𝗼 𝗮𝗱𝗼𝗲𝗰𝗲𝗿. 𝗣𝗿𝗼𝗶𝗯𝗶𝗱𝗼 𝘀𝗲𝗿 𝗺𝗮̃𝗲Julho de 2022, um quarto de maternidade. Uma advogada tem nos braços o bebé que nasce...
08/10/2026

𝗣𝗿𝗼𝗶𝗯𝗶𝗱𝗼 𝗮𝗱𝗼𝗲𝗰𝗲𝗿. 𝗣𝗿𝗼𝗶𝗯𝗶𝗱𝗼 𝘀𝗲𝗿 𝗺𝗮̃𝗲

Julho de 2022, um quarto de maternidade. Uma advogada tem nos braços o bebé que nasceu na véspera. Chega-lhe uma notificação do tribunal para uma diligência daqui a oito dias. Pede o adiamento. O juiz recusa. Além dos títulos, é assim que a lei trata uma mãe que advoga.

Leia o artigo: https://expresso.pt/opiniao/2026-10-08-proibido-adoecer.-proibido-ser-mae-b1966f5b

𝗖𝗢𝗥𝗥𝗜𝗚𝗜𝗥 𝗨𝗠𝗔 𝗜𝗡𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗗𝗘 𝗔𝗡𝗢𝗦Nenhum Advogado deve ter de escolher entre um filho e um prazo.Nem entre a sua saúde e o ...
06/10/2026

𝗖𝗢𝗥𝗥𝗜𝗚𝗜𝗥 𝗨𝗠𝗔 𝗜𝗡𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗗𝗘 𝗔𝗡𝗢𝗦

Nenhum Advogado deve ter de escolher entre um filho e um prazo.
Nem entre a sua saúde e o seu cliente.

Hoje, os prazos não param. Nem quando nasce um filho. Nem quando o Advogado está internado num hospital.

Isso pode mudar. Deu entrada na Assembleia da República um projeto de lei que responde a uma reivindicação que a Ordem dos Advogados levou, ao longo do último ano, a todos os grupos parlamentares e ao Governo.

𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗺𝘂𝗱𝗮:
• Adoção e último mês de gravidez passam a estar protegidos
• Doença grave e gravidez de risco: até 60 dias de adiamento de atos e suspensão de prazos
• Perda gestacional: três dias de adiamento de atos
• Tudo isto também nos tribunais administrativos e fiscais

Não é um privilégio. É uma garantia para quem confia num Advogado e não deve ter de o trocar no pior momento.

A Ordem vai pedir audiência a todos os partidos com representação parlamentar. Ao Parlamento, pedimos uma coisa: corrijam esta injustiça de anos.

Comunicado completo: https://portal.oa.pt/comunicacao/comunicados/2026/comunicado-corrigir-uma-injustica-de-anos-parentalidade-doenca-grave-e-gravidez-de-risco-projecto-de-lei-reforca-a-proteccao-dos-advogados/

𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗖𝗢𝗠 𝗗𝗜𝗥𝗘𝗜𝗧𝗢𝗦🗓️ 𝗖𝗼𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗱𝗮 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗻𝗼 𝗖𝗼𝗿𝗿𝗲𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝗮𝗻𝗵𝗮̃ – 𝟬𝟱 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲𝗚𝗿𝗮́𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝗿𝗶𝘀𝗰𝗼? 𝗦𝘂𝗯𝘀𝘁𝗮...
05/10/2026

𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗖𝗢𝗠 𝗗𝗜𝗥𝗘𝗜𝗧𝗢𝗦
🗓️ 𝗖𝗼𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗱𝗮 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗻𝗼 𝗖𝗼𝗿𝗿𝗲𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝗮𝗻𝗵𝗮̃ – 𝟬𝟱 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲

𝗚𝗿𝗮́𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝗿𝗶𝘀𝗰𝗼? 𝗦𝘂𝗯𝘀𝘁𝗮𝗯𝗲𝗹𝗲𝗰̧𝗮.

𝗣𝗼𝗿𝘁𝗮𝗹𝗲𝗴𝗿𝗲, 𝟮𝟬𝟮𝟬. 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗮 𝗲𝗺 𝗽𝗿𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗶𝗻𝗱𝗶𝘃𝗶𝗱𝘂𝗮𝗹, 𝗴𝗿𝗮́𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝟯𝟬 𝘀𝗲𝗺𝗮𝗻𝗮𝘀, 𝗲́ 𝗽𝗿𝗼𝗶𝗯𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝘀𝗮𝗶𝗿 𝗱𝗲 𝗰𝗮𝘀𝗮. 𝗧𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗱𝗲𝘇 𝗱𝗶𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝘀𝘁𝗮𝗿. 𝗣𝗲𝗱𝗶𝘂 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗼 𝗶𝗺𝗽𝗲𝗱𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼. 𝗥𝗲𝗰𝘂𝘀𝗮𝗱𝗼. 𝗔 𝗰𝗹𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗳𝗼𝗶 𝗰𝗼𝗻𝗱𝗲𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗲𝗺 𝟭𝟳 𝗺𝗶𝗹 𝗲𝘂𝗿𝗼𝘀 𝗲 𝗮 𝗥𝗲𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗘́𝘃𝗼𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗳𝗶𝗿𝗺𝗼𝘂: 𝗱𝗲𝘃𝗶𝗮 𝘁𝗲𝗿 𝘀𝘂𝗯𝘀𝘁𝗮𝗯𝗲𝗹𝗲𝗰𝗶𝗱𝗼.

𝘘𝘶𝘦 𝘭𝘦𝘪 𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘵𝘦𝘨𝘪𝘢?

Uma e mal. A lei adia diligências nos dois meses pós-parto. Mas não suspende os prazos. O último mês de gravidez não conta. A gravidez de risco não conta. Perder o bebé não conta. O advogado com doença grave tem menos ainda. A uma colega doente, outra Relação respondeu: "Ninguém é insubstituível”.

Qualquer trabalhador pode parar quando tem um filho ou adoece. O advogado não. E quando o prazo cai, perde o cliente.

Levámos ao Governo e aos grupos parlamentares, como prioridade: suspender o prazo, não só a diligência; o último mês e a gravidez de risco contam; três dias de luto gestacional; um regime de doença grave.

𝗨𝗺 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼 𝗻𝗮̃𝗼 𝗻𝗮𝘀𝗰𝗲 𝗲𝗺 𝗱𝗶𝗮 𝘂́𝘁𝗶𝗹. 𝗨𝗺𝗮 𝗱𝗼𝗲𝗻𝗰̧𝗮 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝘁𝗿𝗮̂𝗻𝘀𝗶𝘁𝗼 𝗲𝗺 𝗷𝘂𝗹𝗴𝗮𝗱𝗼. 𝗡𝗶𝗻𝗴𝘂𝗲́𝗺 𝗱𝗲𝘃𝗲𝗿𝗶𝗮 𝘁𝗲𝗿 𝗱𝗲 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗹𝗵𝗲𝗿 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗼 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼 𝗲 𝗼 𝗰𝗹𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗮 𝘀𝗮𝘂́𝗱𝗲 𝗲 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼.

🔗 Leia o artigo: https://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/justica-com-direitos/detalhe/gravida-de-risco-substabeleca

🎙️ 𝗡𝗼𝘃𝗼 𝗲𝗽𝗶𝘀𝗼́𝗱𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺𝗖𝗮𝘀𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗴𝗲́𝗺𝗲𝗮𝘀: 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮́ 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝘂𝘀𝗮 𝗻𝗮 𝗮𝗰𝘂𝘀𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼?No Ponto de Ordem, emitido a 30 ...
02/10/2026

🎙️ 𝗡𝗼𝘃𝗼 𝗲𝗽𝗶𝘀𝗼́𝗱𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺

𝗖𝗮𝘀𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗴𝗲́𝗺𝗲𝗮𝘀: 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮́ 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝘂𝘀𝗮 𝗻𝗮 𝗮𝗰𝘂𝘀𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼?

No Ponto de Ordem, emitido a 30 de setembro no Canal NOW, o Bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, analisa alguns dos temas jurídicos e sociais que marcaram a atualidade.

Em destaque está o caso das gémeas luso-brasileiras, agora numa nova fase processual, com quatro arguidos acusados pelo Ministério Público.

O que distingue prevaricação, abuso de poder e burla qualificada? O que terá de ser demonstrado em tribunal? E porque demorou o processo vários anos a chegar a esta fase?

João Massano sublinha que não está em causa o tratamento recebido pelas crianças, mas a forma como terão conseguido aceder ao mesmo, e recorda que cabe agora aos tribunais apreciar e provar os factos constantes da acusação.

O episódio aborda ainda as alterações ao regime do arrendamento urbano e a necessidade de encontrar um equilíbrio entre os direitos dos senhorios e a proteção de pessoas particularmente vulneráveis.

Em análise esteve também um caso relacionado com uma alegada utilização da CPCJ num conflito entre adultos, levantando uma questão essencial: quem controla o exercício dos chamados “pequenos poderes” quando estes afetam diretamente a vida dos cidadãos?

Uma conversa sobre Justiça, habitação, igualdade, proteção dos mais vulneráveis e responsabilidade no exercício do poder.

▶️ Veja e ouça o novo episódio:

📺 YouTube:
https://youtu.be/niJYMpsEEY0

🎧 Spotify:
https://open.spotify.com/episode/6ZTAuZuatOhqXHcre6MR7D?si=ILI1j1u7S6e4wa4EnabHRw

🎙️ Apple Podcasts:
https://podcasts.apple.com/pt/podcast/ponto-de-ordem/id6785069921?i=1000792463326

𝗠𝗮𝗿𝗶𝗰𝗮𝗿𝗺𝗲𝗻 𝘀𝗮𝗶𝘂 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗰𝗮Imagine que tem 87 anos e mora há setenta na mesma casa. Uma manhã, a polícia vem despejá-lo e sa...
01/10/2026

𝗠𝗮𝗿𝗶𝗰𝗮𝗿𝗺𝗲𝗻 𝘀𝗮𝗶𝘂 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗰𝗮

Imagine que tem 87 anos e mora há setenta na mesma casa. Uma manhã, a polícia vem despejá-lo e sai de lá numa maca. Aconteceu em Madrid, em setembro. Além dos Títulos, pergunto: é por este medo que preferimos o banco ao senhorio?

Leia o artigo: https://expresso.pt/opiniao/2026-10-01-maricarmen-saiu-de-maca-ad86650a

𝗣𝗘𝗧𝗜𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗣𝗨́𝗕𝗟𝗜𝗖𝗔: 𝗣𝗘𝗟𝗔 𝗟𝗜𝗕𝗘𝗥𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗔 𝗗𝗘𝗙𝗘𝗦𝗔 𝗘 𝗣𝗘𝗟𝗔 𝗗𝗜𝗚𝗡𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗔 𝗔𝗗𝗩𝗢𝗖𝗔𝗖𝗜𝗔A Advocacia está atenta. E fala a uma só voz.A...
29/09/2026

𝗣𝗘𝗧𝗜𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗣𝗨́𝗕𝗟𝗜𝗖𝗔: 𝗣𝗘𝗟𝗔 𝗟𝗜𝗕𝗘𝗥𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗔 𝗗𝗘𝗙𝗘𝗦𝗔 𝗘 𝗣𝗘𝗟𝗔 𝗗𝗜𝗚𝗡𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗔 𝗔𝗗𝗩𝗢𝗖𝗔𝗖𝗜𝗔
A Advocacia está atenta. E fala a uma só voz.

A Ordem dos Advogados dá conhecimento da Petição Pública «Pela Liberdade da Defesa e pela Dignidade da Advocacia». A Petição nasceu dentro da Advocacia, por iniciativa de Advogados, em resposta às recentes alterações ao Código de Processo Penal.

Estas alterações preveem multas pela utilização de meios processuais considerados manifestamente infundados e a eventual remessa de certidão à Ordem dos Advogados para apreciação disciplinar. Afetam diretamente o exercício do mandato forense, a independência do Advogado e a efetividade do direito de defesa.

A questão é simples. O Advogado que, no cumprimento do seu dever, usa os meios que a lei lhe confere não pode trabalhar com receio de ser sancionado por isso. Uma defesa que hesita deixa de ser uma defesa plena.

A Constituição garante que o processo criminal assegura todas as garantias de defesa (art. 32.º, n.º 1). Garante também que a lei assegura aos Advogados as imunidades necessárias ao exercício do mandato (art. 208.º). A liberdade da defesa não é um privilégio da profissão: é uma garantia de todos os cidadãos.

A Ordem dos Advogados lembra também que a apreciação disciplinar dos Advogados cabe aos seus órgãos próprios. Esses órgãos exercem-na com independência e com todas as garantias do processo disciplinar.

Esta Petição foi escrita e é subscrita pelos próprios Advogados, sem ter sido pedida por ninguém. Isso mostra que a classe acompanha de perto as mudanças que tocam o núcleo da profissão. Quando estão em causa direitos, liberdades e garantias, a Advocacia não se divide.

A Ordem divulga a Petição para que todos os Advogados conheçam o seu conteúdo e decidam livremente se a querem subscrever. Esta divulgação não prejudica as posições que os órgãos da Ordem já assumiram, ou venham a assumir, sobre esta matéria.

Consulte e, se assim o entender, subscreva a Petição Pública «Pela Liberdade da Defesa e pela Dignidade da Advocacia»: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT133061

Endereço

Avenida António Augusto De Aguiar 88
Lisbon
1050-012

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