AIDIA Em Alpiarça foi legalmente constituída em 13/01/2005 a Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça

Em Alpiarça foi legalmente constituída em 13/01/2005 a Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça, abreviadamente designada por AIDIA. Passaram a constituí-la um conjunto de concidadãos, unidos pelo objectivo comum de contribuir para o desenvolvimento económico, social e cultural de Alpiarça e das suas gentes. Os seus fundadores são, por ordem alfabética: Américo Gonçalve

s Monteiro, economista e empresário vitivinícola; Carlos do Céu Pereira, engenheiro enólogo e dirigente federativo; Felícia Prudêncio Gameiro, Doutoranda em Ciências da Educação e Educadora Infantil; João Manuel Monteiro Serrano, economista e doutorando em Ciências da Educação; Joaquim Agostinho do Nascimento, licenciado em Educação Física e Professor (aposentado) no Agrupamento de Escolas de José Relvas; Joaquim Duarte Garrido, empresário e proprietário da Editorial Cosmos; José João Pais, reformado bancário e pesquisador de temas de história local e regional; Maria Luísa Duarte Paciência, engenheira e empresária vitivinícola; Paulo Saturnino Cunha, empresário vitivinícola; Paulo Gonçalves Monteiro, engenheiro enólogo e empresário vitivinícola; e Valdemar Fernando dos Santos, empresário vitivinícola. Embora não estando presente ao acto faz também parte desta Associação o Dr. João Oliveira, advogado e gestor agrícola. De acordo com os seus Estatutos, a AIDIA tem por objectivo apoiar e promover o desenvolvimento integrado do concelho de Alpiarça e da região, pelo que procura inventariar recursos, elaborar estudos, promover acções de formação, e propor projectos que conduzam à adopção de soluções adequadas às realidades económicas, sociais e culturais de Alpiarça e ao seu desenvolvimento. Dentre as actividades que se propõe desenvolver salientam-se:
a) Promover, apoiar e organizar acções de formação profissional e outras que valorizem os recursos humanos e materiais de Alpiarça;
b) Colaborar com entidades públicas e privadas interessadas no desenvolvimento integrado de Alpiarça;
c) Organizar e manter serviços de informação e documentação;
d) Candidatar-se com projectos locais aos programas gerais específicos, quer nacionais, quer de âmbito comunitário, destinados a apoiar o desenvolvimento integrado de Alpiarça;
e) Definir produtos locais de qualidade e desenvolver mercados adequados;
f) Preservar e promover a cultura local. g) Ligar a formação profissional à organização e desenvolvimento de novas actividades e empresas, capazes de aproveitar e valorizar recursos locais, quer humanos, quer materiais. Embora se tenha legalizado e funcione com maior número de pessoas dos que a constituíram, podem ser associados todas as entidades singulares ou colectivas que se mostrem interessadas em aderir aos princípios, objectivos e finalidades da Associação. A AIDIA tem hoje 33 associados com uma média de escolaridade de 17 anos, correspondente à licenciatura pelo antigo sistema de ensino. A AIDIA opera na base Protocolos de Colaboração activos com o Instituto Politécnico de Santarém, a Escola Superior Agrária de Santarém, a Associação dos Arquitectos Sem Fronteiras - Portugal, a Universidade de Aveiro, a Câmara Municipal de Alpiarça, a Junta de Freguesia de Alpiarça, o Agrupamento de Escolas de José Relvas – Alpiarça, e o Instituto Superior de Línguas e Administração. Para além disso a AIDIA tem como associados o Nersant (Núcleo Empresarial Regional de Santarém) e a AIP (Associação Industrial Portuguesa), sendo por sua vez membro associado destas instituições. A AIDIA é membro activo (eleito por unanimidade) do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de José Relvas - em Alpiarça -, dinamiza desde o início o projecto de candidatura da cultura Avieira a património nacional, trabalha para restaurar a aldeia Avieira histórica do Patacão (em Alpiarça), criou e dinamiza o Festival Anual do Patacão (de música e de convívio) - tendo para o efeito limpo toda a maracha do Patacão -, dinamizou a fundação da Academia Sénior de Alpiarça, contribuiu para dinamizar o projecto de agricultura biológica em Alpiarça (tendo-se já estabelecido postos de venda em Alpiarça e Santarém) - dentre outras iniciativas -, sendo um parceiro social activo e respeitado na comunidade. Dinamizou a criação da Associação A Mar A Costa, na Costa de Caparica, para defender a cultura dos pescadores daquele mar, ligando-a à cultura dos pescadores do Tejo (os Avieiros). A AIDIA é membro da associação A Mar A Costa e deu o seu contributo para a organização do Fórum da Costa de Caparica, decisivo para impedir a demolição das casas de madeira históricas da Praia da Saúde, na Costa de Caparica. A AIDIA dinamizou o lançamento do projecto de candidatura do Cavalo Garrano a património nacional, na região do Alto Minho, sendo este projecto liderado pelo Instituto Superior de Viana do Castelo, com sede em Arcos de Valdevez. Neste âmbito, já foi realizado o 1º Congresso Internacional do Cavalo Garrano, conferindo a esta raça emblemática nacional a importância e a visibilidade que merecem. A AIDIA é também membro associado do Centro de Novas Oportunidades do ISLA/Santarém.

Entrevista com o Prof. Carlos Barbosa, do IADE-U: Instituto de Arte, Design e Empresa – Universitário, de Lisboa.A entre...
16/12/2014

Entrevista com o Prof. Carlos Barbosa, do IADE-U: Instituto de Arte, Design e Empresa – Universitário, de Lisboa.

A entrevista foi realizada para o Jornal Alpiarcense no dia 13 de Dezembro de 2014, aproveitando a vinda do Prof. do IADE-U ao lançamento do Caderno Cultural dedicado à doçaria tradicional de Alpiarça, onde proferiu uma conferência sobre o tema.
Colocámos-lhe 5 perguntas:
Pergunta 1 (P1). O IADE-U está disponível para estabelecer uma parceria com a Câmara de Alpiarça para projectos locais de desenvolvimento sustentável? Que vantagens vê?
Resposta 1 (R1) - A investigação científica produzida na universidade só tem sido se contribuir para o bem- estar da humanidade.
É sabido que subsiste o interesse pelo conhecimento especulativo, que, embora, de carácter mais restrito é naturalmente, útil para a evolução do ser humano. Mas, paralelamente, a ciência tem investido na investigação aplicada.
É neste contexto que, o Núcleo de Design para a Sustentabilidade do IADE-U, por mim fundado e coordenado, e, através da linha de investigação científica (ID:Co.Lab) integrado na Unidade de Investigação em Design e Comunicação, se insere.
A sua visão estrutural assenta na filosofia da investigação aplicada, dedicando-se desde há cerca de uma década, a acções relacionadas com as problemáticas da sustentabilidade, numa perspectiva holística, com particular incidência nas áreas do empreendedorismo e da economia social.
Outras Linhas de Investigação do IADE-U desenvolvem, também, estudos científicos em áreas de interesse social, proporcionando contributos para a resolução de problemas junto de diferentes entidades institucionais, empresariais autárquicas.
Tendo em consideração o tipo de acções já implementadas, estabelecer uma parceria de cooperação protocolada com a Câmara Municipal de Alpiarça, vem ao encontro da filosofia estatutária do IADE-U, pondo, mais uma vez, em prática as suas competências ao serviço da comunidade alpiarcense, fazendo juz ao seu reiterado estatuto (revista DOMUS, dezembro de 2014) que o coloca no ranking das 100 melhores escolas de arquitetura e design da Europa.
Vantagens? Do que foi referido, julgo poder inferir-se que as metodologias científicas podem ajudar a adquirir as competências técnico-profissionais mais eficazes mediante a elaboração de planos de formação abrangentes e a desenvolver, numa dinâmica colaborativa, soluções para problemas reais das pessoas.

P2. Como vê a possibilidade de se estabelecer um protocolo para criar um Centro de Artes e Ofícios (ou outra designação), para o desenvolvimento de competências profissionais? Que vantagens vê?
R2 - Tem toda a pertinência pensar nesses termos, mormente se essa entidade formativa se contextualizar no âmbito dos valores susceptíveis de recuperar e de criar referências identitárias que marquem a distinção nos respectivos mercados e entre os produtos concorrenciais, tendo sempre como pressuposto que a qualidade é um factor diferenciador.
As vantagens de uma instituição com estas características existem, sobretudo se disponibilizar os meios de divulgação das obras e assegurar a evolução através da informação actualizada relativamente às tecnologias, meios de comunicação e aos comportamentos dos potenciais consumidores que determinam as posturas culturais e, consequentemente, novas apetências.

3. É possível criar em Alpiarça um modelo de ensino técnico e profissional que atraia jovens de Alpiarça e da região?
R3 - Este, diria, é o desafio. E, parece-me, só poderá ser levado a bom termo, numa lógica de colaboração e participação dos principais interessados.
É possível criar como é determinante estruturar um plano de formação técnico e profissional que permita exponenciar as características naturais e específicas da região e estabelecer os parâmetros de uma mentalidade empreendedora, que se comprometa com projectos de interesse para a comunidade. E que sejam, naturalmente, atractivos.
Na minha actividade docente fui, nos últimos tempos, confrontado com algumas atitudes pouco reativas e, simultaneamente, angustiadas por parte dos estudantes.
É evidente que os seus centros de interesse não são imediatamente identificáveis. Tenho para mim que esta geração está profundamente afectada pela fase de transição global e pelas mudanças comportamentais que tal implica. As novas tecnologias e as redes de relacionamento, pessoal e colectivo, terão grande influência na sua perspectiva existencial.
É imperioso sondar os próprios objectivos e ajudá-los a acreditar na vida. Mas como os seus paradigmas são diferentes dos das gerações mais velhas, sobretudo daqueles que detêm o poder de decisão, terão que entender o modo de pensar dos mais novos. Julgo que é um princípio pedagógico, sine qua non.

4. É viável estabelecer em Alpiarça um modelo de desenvolvimento humano assente no conhecimento de artes e de aptidões profissionais baseados no aproveitamento dos recursos endógenos locais e regionais?
R4 - Os processos de desenvolvimento sustentável que visam o bem estar de todas as pessoas, no respeito pela natureza - evitando-se explorar, sem critério, os recursos que proporciona, e assegurando ao mesmo tempo os meios que garantam o equilíbrio ambiental e protejam os habitats próprios da biodiversidade, não só em função da vida da humanidade mas, também, na salvaguarda dos direitos das gerações vindouras - e na implementação de um sistema económico que proteja a dignidade de todos os seres humanos.

P5. O que é necessário para viabilizar as suas ideias?
R5 - Este projecto só poderá ter sucesso se for assumido como um desígnio da comunidade autárquica, ou seja, por todos e, em particular, por todos aqueles que se sintam capazes de ser úteis à sociedade, partilhando os saberes adquiridos, o conhecimento aprendido, a experiência vivida, a capacitação formativa, as competências diferenciadas.
É imperativo que os poderes com capacidade de decisão e meios para investir - sem esquecer as regras básicas do mercado e do retorno financeiro - saibam entender o que, realmente, interessa, para o bem-estar das pessoas, a começar pelo seu próprio. E que saibam, também, como obter e gerir criteriosa e eficazmente, os recursos económicos disponíveis, nomeadamente, as verbas atribuídas pelos fundos da comunidade europeia.
E, sobretudo, acreditar que, apesar das inevitáveis vicissitudes, a consecução de um objectivo que não decorre de um percurso linear, é um factor de felicidade porque resulta de um processo de realização pessoal.

ANEXO À ENTREVISTA:
Marketing de produto associado à imagem de um símbolo de Alpiarça: um exemplo para as embalagens da doçaria tradicional, associadas ao pináculo da Casa dos Patudos.
O trabalho resulta de um trabalho conjunto de alunos/as e professores/as do IADE e foi apresentado no colóquio que acompanhou o lançamento do Caderno Cultural da AIDIA dedicado à doçaria: “A Doçaria Tradicional de Alpiarça. Uma Abordagem…”

A Doçaria Tradicional de Alpiarça_NotíciaNo decurso da III Feira de Artesanato Local - ArteNatal - foi lançado no passad...
16/12/2014

A Doçaria Tradicional de Alpiarça_Notícia

No decurso da III Feira de Artesanato Local - ArteNatal - foi lançado no passado dia 13 de Dezembro o Caderno Cultural da AIDIA “A Doçaria Tradicional de Alpiarça. Uma Abordagem”, de autoria de Mário João Freilão. A iniciativa decorreu no Mercado Municipal.
Na presença de uma plateia interessada, o autor teceu considerações sobre a obra e referiu-se ao extraordinário valor patrimonial da doçaria tradicional de Alpiarça.
Vale a pena transcrever uma parte do que escreveu na introdução do seu livro:
“Considero (…) as doceiras que deram continuidade à arte da doçaria em Alpiarça a partir das receitas originais e dos exemplos que foram dados (…) pioneiras na arte da doçaria tradicional de Alpiarça.
Quase toda a gente queria ter uma ou outra receita da Pastelaria. Então, algumas das receitas eram transmitidas ou entre familiares ou entre pessoas amigas. Com frequência eram dadas em segredo, qual jóia de família.
Estas transmissões eram muitas vezes orais e, como acontece nestas coisas, quem conta um conto acrescenta mais um ponto ou esquece-se doutro. Noutros casos davam-se as receitas erradas, para manterem a receita só na família. Depois, ao sair um bolo diferente, as pessoas pensavam que eram elas é que não o conseguiam fazer.
O que é certo é que assim apareceram várias versões do mesmo bolo, o que enriqueceu ainda mais a nossa doçaria. No pão-de-ló, por exemplo, há pelo menos três versões, consoante a família… Por exemplo, numa receita leva 10 ovos e as claras são batidas em castelo, noutra leva mais 4 gemas e as claras não são batidas em castelo. E agora? Qual é a verdadeira receita de Alpiarça? Não interessa. São todas, e todas são muito boas!
Nos SS de amêndoa, acontece a mesma coisa. Há duas receitas: - numa leva um pouco de farinha na massa e as claras são batidas em castelo, e na outra não tem farinha e as claras não são batidas. Mas ambas são tendidas com farinha…”
Esteve presente nesta sessão o IADE-U, Instituto de Arte, Design e Empresa – Universitário, na pessoa do Prof. Carlos Barbosa. Teve oportunidade de apresentar uma comunicação muito interessante sobre as formas de comercializar na região os produtos da doçaria de Alpiarça.
No final dos trabalhos, foi servida uma degustação de doces tradicionais, licores e abafados de Alpiarça, acompanhados do tradicional “café das velhas”.
Foram confeccionados doces e foram servidos os licores e os abafados para 200 (duzentas) pessoas. Porque a tradição ainda é o que era, foi tudo muito bem preparado por algumas das nossas melhores doceiras, que colaboraram graciosamente com os organizadores do evento.
Foi uma iniciativa bem-sucedida, que contribuiu para aproximar as pessoas da nossa comunidade, à volta de uma das nossas riquezas locais: a doçaria tradicional, os abafados e os licores.

Livro Os Avieiros. Uma Cultura, um Património e uma Identidade_NotíciaTambém no dia 29 de Novembro foi lançado o Caderno...
16/12/2014

Livro Os Avieiros. Uma Cultura, um Património e uma Identidade_Notícia

Também no dia 29 de Novembro foi lançado o Caderno Cultural sobre a temática da cultura Avieira, de autoria de João Monteiro Serrano.
A síntese do que foi apresentado pode ser encontrada num trecho de um dos escritos contidos no livro:
Não tem sido possível apresentar ao público a evolução do projeto de candidatura da cultura Avieira a património nacional de uma forma sistematizada, embora a sua evolução tenha sido dada a conhecer em Congressos, Seminários, Cruzeiros fluviais, e reuniões especializadas e/ou abertas.
Com esta publicação dá-se mais um pequeno passo para preencher esse espaço, aqui se apresentando um conjunto de textos que foram sendo produzidos e apresentados em diversos contextos, ao longo do período referido. Os textos são organizados por ordem cronológica e neles sobressai a preocupação de esclarecer a coerência do trabalho desenvolvido.
Aqui se pretende evidenciar a forma como à ideia inicial de candidatura foi possível ir acrescentando valor, e gerando dinâmicas, com uma base sólida de trabalho assente no voluntariado e na cooperação entre pessoas e instituições, alicerçadas pelo Instituto Politécnico de Santarém. Esperamos que, com a leitura, se possa aperceber do significativo valor cultural e patrimonial em presença.
Esta síntese traduz o que foi conseguido e do muito que ainda continua a ser feito para elevar esta cultura a património nacional imaterial, projecto que está em curso e que envolve o Instituto Politécnico de Santarém e uma empresa externa contratada para criar e apresentar o portefólio de candidatura.
Para além destas duas entidades o projecto continua a contar com o trabalho de vários especialistas, de um alargado conjunto de entidades regionais e nacionais.

Livro Formação Profissional Qualificada_NotíciaNa XXI Feira do Livro de Alpiarça que decorreu entre os dias 29 de Novemb...
15/12/2014

Livro Formação Profissional Qualificada_Notícia
Na XXI Feira do Livro de Alpiarça que decorreu entre os dias 29 de Novembro e 8 de Dezembro no Pavilhão do Clube “Os Águias”, foram lançados dois Cadernos Culturais da AIDIA.
O lançamento dos dois Cadernos ocorreu no mesmo dia 29 de Fevereiro de 2014.
Primeiro foi lançado o Caderno sobre Formação Profissional Qualificada, de autoria do Prof. Diogo Véstia.
A apresentação foi feita pelo autor e pode ser sintetizada num resumo extraído do seu livro:
Hoje as instituições são confrontadas com novas e aliciantes oportunidades para alargar o âmbito da sua atuação e otimizar a utilização das múltiplas ferramentas e processos que têm à sua disposição.
Foi este desafio que a AIDIA decidiu aceitar através da materialização de novos e adequados programas de formação profissional que incluem o desenvolvimento de temas relevantes para a criação e o aperfeiçoamento de competências, desenhados de acordo com as necessidades e anseios de diferentes públicos normalmente arredados da formação superior.
Mas estes novos programas não representam só o desenvolvimento de novas áreas de atividade, porque eles são também a prova do empenho da AIDIA, através das suas iniciativas e atividades, em continuar a contribuir para que todos possam acalentar um tempo de oportunidades e desafios a vencer.
O livro, para além de um texto escrito pelo autor, contém os trabalhos que as alunas realizaram ao longo do curso. O livro está estruturado e foi criado para poder servir de manual e de ferramenta de trabalho para as assistentes educativas que prestam serviços de apoio a crianças em idade escolar.
Porque é um texto simples e bem esquematizado, será sem dúvida muito útil a todos e a todas que se interessam pela forma pedagógica como as nossas crianças são tratadas nas Escolas de Alpiarça.
No final da apresentação foram distribuídos os diplomas oficiais de formação certificada do POPH – Programa Operacional do Potencial Humano – com os quais as profissionais podem enriquecer os seus currículos, correspondentes a 200 horas de formação.
Para as formandas que frequentaram os dois cursos ministrados, podem comprovar que têm hoje 400 horas de formação qualificada.
O objectivo é o de continuar com estes cursos, de nível nacional, e poder-se chegar a um número de horas de formação que permita às formandas obter equivalências académicas de um nível mais elevado daquele que hoje têm, para poderem ser mais facilmente admitidas nas Escolas.

PROGRAMA DE LANÇAMENTO DO CADERNO N.º 8DOÇARIA TRADICIONAL DE ALPIARÇA. UMA ABORDAGEM…13 DE DEZEMBRO DE 2014, às 15 hora...
10/12/2014

PROGRAMA DE LANÇAMENTO DO CADERNO N.º 8

DOÇARIA TRADICIONAL DE ALPIARÇA. UMA ABORDAGEM…

13 DE DEZEMBRO DE 2014, às 15 horas – no MERCADO MUNICIPAL

PROGRAMA:

Lançamento do Caderno N.º 8, Doçaria Tradicional de Alpiarça. Uma Abordagem…

Apresentação de uma proposta de marketing de produto,
pelo IADE - U

Confecção, ao vivo, de doçaria tradicional

Mostra e degustação de doçaria tradicional

Mostra e degustação de abafados e licores de Alpiarça

Oferta de "Café das Velhas"

Mostra de produtos tradicionais

Mel

Abafados

Licores

Compotas

08/09/2014
08/09/2014
08/09/2014

A AIDIA encontra-se neste momento a organizar uma exposição dos Avieiros no WShopping em Santarém, em parceria com a APCA - Associação para a Promoção da Cultura Avieira - e o próprio WShopping.
A exposição ocorre de 4 de Outubro a 2 de Novembro.
Em breve divulgaremos o programa na íntegra.

Endereço

Rua João De Sousa Falcão, 6A
Alpiarça
2090-091

Telefone

966953199

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