28/08/2026
O Contexto: O fato ocorreu em fevereiro de 2011. Policiais civis realizavam uma operação em uma base da Polícia Rodoviária de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) após receberem a denúncia de que uma mulher transportaria dr**as em um ônibus vindo de São Paulo.
A Abordagem: Durante a revista no ônibus em que Angélica viajava, uma policial encontrou o doce envolvido em uma sacola plástica dentro da bolsa da professora. Acreditando se tratar de crack, a policial deu voz de prisão imediatamente.
O Constrangimento: Angélica foi algemada na frente dos outros passageiros e retirada do veículo sob a acusação de tráfico. Ela explicou que o doce era apenas um presente que havia trazido de uma viagem à Bahia para o namorado e a sogra.
O Desfecho: O engano foi desfeito logo em seguida na delegacia após a verif**ação do doce, e a professora foi liberada. Horas mais tarde, a polícia localizou e prendeu a verdadeira suspeita em outro ônibus, carregando 2 kg de crack.
Indenização da Justiça
Na época, Angélica registrou um boletim de ocorrência por constrangimento e acionou a defesa jurídica. Em 2012, a Justiça determinou que o Estado de São Paulo pagasse uma indenização de dez salários mínimos à professora devido aos danos morais e ao erro de conduta na abordagem policia.