Guido Côrtes Advogados

Guido Côrtes Advogados Há mais de 60 anos criamos soluções que agregam valor ao seu negócio

A redução dos incentivos de P*S e Cofins, desde o dia 1° de abril de 2026, marca mais um avanço no processo de reconfigu...
22/04/2026

A redução dos incentivos de P*S e Cofins, desde o dia 1° de abril de 2026, marca mais um avanço no processo de reconfiguração do sistema tributário brasileiro, e exige atenção imediata das empresas.

A substituição da isenção e da alíquota zero por uma tributação mínima altera diretamente a estrutura de custos de diversos setores, impactando margens, precificação e até contratos já firmados.

Mais do que uma mudança de alíquota, trata-se de um ajuste que exige revisão de cadastros, adequação de sistemas e alinhamento entre as áreas fiscal, contábil e comercial.

👉 Arraste para o lado e entenda como essa mudança funciona na prática.

-
*s

📢 Atualizações sobre a Reforma Tributária: nova etapa de regulamentação é aprovada!O Senado Federal aprovou a segunda fa...
15/10/2025

📢 Atualizações sobre a Reforma Tributária: nova etapa de regulamentação é aprovada!

O Senado Federal aprovou a segunda fase da regulamentação da Reforma Tributária, que define regras importantes sobre a divisão da arrecadação do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), unificando ICMS e ISS, e institui o Comitê Gestor que administrará o tributo.

O texto também traz medidas que afetam diferentes setores, como a ampliação de benefícios para caminhoneiros, taxistas e fretistas, o teto de 2% para o “imposto do pecado” sobre bebidas açucaradas, além de regras para créditos de ICMS e isenção de ITCMD sobre valores herdados de previdência privada e seguros.

De volta à análise na Câmara dos Deputados, o projeto marca um passo decisivo rumo à implementação do novo sistema tributário, que será cobrado integralmente a partir de 2033.

Nesse cenário de mudanças, a avaliação jurídica é essencial para que empresas e contribuintes compreendam os impactos e planejem suas estratégias com segurança! 😉

-

Depois do “quem matou Odete Roitman?”, vem outro questionamento: quem vai herdar os bens de Odete Roitman?A empresária m...
09/10/2025

Depois do “quem matou Odete Roitman?”, vem outro questionamento: quem vai herdar os bens de Odete Roitman?

A empresária mais temida da ficção foi assassinada nesta semana no remake da novela Vale Tudo, deixando um patrimônio de grande m***a e uma sucessão digna de novela.

Entre cláusulas sem lastro, contratos de união estável com efeitos sucessórios e herdeiros problemáticos (alguns, inclusive, suspeitos do crime), o caso fictício de Odete levanta discussões muito reais no universo jurídico.

Porque, meu bem, às vezes a vida imita a arte, não é mesmo?

👉 Passe para o lado e entenda os principais pontos sucessórios que a trama nos inspira a discutir!

-
| Imagens: Rede Globo

A morte do banqueiro e empresário Rodolfo Marco Bonfiglioli, em setembro de 2024, aos 98 anos, deu início a uma disputa ...
18/09/2025

A morte do banqueiro e empresário Rodolfo Marco Bonfiglioli, em setembro de 2024, aos 98 anos, deu início a uma disputa judicial milionária entre seus filhos.

Rodolfo ficou conhecido por assumir os negócios do pai, o comendador Alberto Bonfiglioli, à frente do Banco Auxiliar e da Companhia Industrial de Conservas Alimentícias (CICA), famosa pelo extrato de tomate com o elefante.

Segundo noticiado pela mídia, no mesmo dia da morte, seu filho, Alberto Bonfiglioli Neto, ajuizou o pedido de inventário. Pouco depois, a irmã, Cláudia Bonfiglioli, acusou-o de ocultar cerca de R$ 1 bilhão em bens, além de forjar dívidas e vender obras de arte avaliadas em R$ 22 milhões, fazendas e pratarias.

Alberto nega qualquer ocultação e afirma que os valores foram utilizados para custear a internação do pai.

As divergências não se limitaram ao patrimônio: surgiram também acusações relacionadas ao cuidado com a saúde do patriarca e ao gerenciamento dos negócios da família, o que trouxe o caso à esfera judicial e ao conhecimento público.

Quem deseja evitar conflitos familiares nesse momento delicado pode recorrer ao planejamento sucessório. Além de organizar a transmissão de bens, ele proporciona clareza, reduz incertezas e contribui para preservar relações.

-

🚨 Mudança importante para quem vai abrir empresa: a Receita Federal passou a exigir que o regime tributário seja definid...
17/09/2025

🚨 Mudança importante para quem vai abrir empresa: a Receita Federal passou a exigir que o regime tributário seja definido já no momento da inscrição do CNPJ. Antes, os empresários tinham até 30 dias após a abertura para essa escolha.

A alteração foi estabelecida pela Nota Técnica nº 181/2025, que regulamentou o novo Módulo AT (Administração Tributária) da Redesim. Agora, o CNPJ só é emitido depois que o empreendedor opta entre Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.

Na prática, isso significa que o empreendedor precisa chegar ao processo de abertura com uma análise prévia do enquadramento mais vantajoso. Afinal, a decisão influencia:
✔️ a carga tributária aplicável;
✔️ o cumprimento de obrigações acessórias;
✔️ a estratégia de crescimento e sustentabilidade financeira do negócio.

Por isso, o planejamento tributário deixou de ser uma etapa posterior e tornou-se uma condição inicial. A orientação contábil e jurídica é fundamental para que a empresa já nasça no caminho certo, evitando riscos e custos desnecessários.

👉 Você já avaliou qual regime tributário é o mais adequado para a sua realidade empresarial?

-

A perda de um ente querido é sempre um momento delicado. Mas, mesmo em meio ao luto, algumas providências jurídicas prec...
18/07/2025

A perda de um ente querido é sempre um momento delicado. Mas, mesmo em meio ao luto, algumas providências jurídicas precisam ser tomadas, como a abertura do inventário, que deve ocorrer em até 60 dias após o falecimento.

O descumprimento desse prazo pode gerar multas sobre o ITCMD e dificultar a regularização dos bens deixados, trazendo ainda mais desgaste à família.

Por isso, contar com orientação jurídica adequada é essencial. O inventário não é apenas uma obrigação legal, mas, também, um instrumento de proteção ao patrimônio e de preservação da harmonia entre os herdeiros.

Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe nos comentários! 😉

-

Em recente decisão, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou a autonomia dos sócios para definirem, po...
03/06/2025

Em recente decisão, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou a autonomia dos sócios para definirem, por acordo, critérios próprios de distribuição de lucros em uma sociedade empresária, desde que não haja exclusão total de nenhum sócio e que não se configure vantagem excessiva a apenas um dos envolvidos.

O caso envolveu uma empresa de gestão empresarial e consultoria, cuja assembleia deliberou, em 2012, que os lucros passariam a ser distribuídos de forma proporcional aos dias efetivamente trabalhados pelos sócios, e não mais conforme o número de cotas sociais. A decisão foi ratificada no ano seguinte, com voto contrário apenas de uma sócia minoritária.

Essa sócia, que inicialmente havia feito um acordo informal para trabalhar dois dias por semana e receber 20% da receita líquida, questionou a nova regra na Justiça ao perceber que passaria a receber apenas 7% do faturamento, desde que aumentasse sua presença na empresa para três dias semanais. Para ela, a mudança representou sua exclusão da sociedade e a perda de direitos.

O TJSP e, posteriormente, o STJ consideraram válida a alteração. O ministro Raul Araújo destacou que, embora o padrão seja a distribuição proporcional à participação no capital social (art. 1.007 do Código Civil), os sócios podem estabelecer critérios distintos, desde que razoáveis e não excludentes. Segundo o relator, atrelar os lucros à efetiva prestação de serviços não configura prática abusiva ou leonina, especialmente em sociedades com capital reduzido e cuja atividade depende diretamente da atuação dos sócios.

⚖️ A decisão reforça um ponto essencial para a saúde das sociedades empresárias: acordos bem estruturados, formalizados com respaldo jurídico e refletindo a realidade operacional da empresa são fundamentais para prevenir litígios e garantir equilíbrio entre os sócios.

Evite riscos. Com orientação jurídica adequada, a segurança da sociedade e de todos os envolvidos vem em primeiro lugar!

-

Mudanças no IOF: o que sua empresa precisa saber!Em maio de 2025, o Ministério da Fazenda anunciou alterações expressiva...
02/06/2025

Mudanças no IOF: o que sua empresa precisa saber!

Em maio de 2025, o Ministério da Fazenda anunciou alterações expressivas na cobrança do IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras. As novas regras impactam diretamente operações de crédito, câmbio e seguros, gerando efeitos concretos no fluxo de caixa das empresas.

No carrossel, destacamos não só as mudanças nas alíquotas, mas também a alteração do próprio perfil do imposto, que passa a ter um viés mais fiscal do que extrafiscal. Arraste e confira!

Diante desse novo cenário, o planejamento tributário torna-se ainda mais estratégico. Estar atento às atualizações da legislação é essencial para evitar riscos, otimizar recursos e garantir a segurança da operação.

-

Hoje é dia de homenagear aqueles que transformam complexidade em clareza e incertezas em caminhos seguros: os tributaris...
25/05/2025

Hoje é dia de homenagear aqueles que transformam complexidade em clareza e incertezas em caminhos seguros: os tributaristas. No Guido Côrtes Advogados, celebramos Guido, Nina e Gilson, profissionais que traduzem, com excelência, a união entre técnica, estratégia e comprometimento.

Nosso sócio-fundador atua há mais de 60 anos de forma vanguardista na criação de teses tributárias que atravessaram décadas e continuam fazendo a diferença no cenário jurídico brasileiro. Não por acaso, o escritório se tornou referência: porque acreditamos na força de ideias sólidas, elaboradas com estudo, ousadia e dedicação.

A cada tese sustentada, a cada conquista alcançada, reafirmamos nosso compromisso com uma advocacia tributária que transforma realidades. E somos gratos aos clientes e parceiros que seguem conosco nessa jornada.

Aos colegas tributaristas, nossa admiração e reconhecimento. Seguimos em frente, com ética e propósito!

-

📌 Partilha amigável não exige quitação prévia do ITCMD!Em recente julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) firmou o ...
23/05/2025

📌 Partilha amigável não exige quitação prévia do ITCMD!

Em recente julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) firmou o entendimento de que a partilha amigável pode ser homologada sem o pagamento antecipado do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).

👉 A decisão, unânime, validou o §2º do artigo 659 do Código de Processo Civil, que prevê a possibilidade de homologação judicial do arrolamento sumário mesmo antes da quitação do tributo — desde que haja consenso entre os herdeiros.

O ministro André Mendonça, relator do caso, destacou que a norma trata de procedimento processual e não de privilégio tributário, e que o imposto continua devido, apenas postergado para após a homologação.

Além de preservar a legalidade do CPC, a decisão reforça princípios constitucionais como a razoável duração do processo e o incentivo à consensualidade em conflitos sucessórios.

Uma decisão relevante para quem atua ou acompanha o Direito Tributário e Sucessório. Encaminhe para um amigo que precisa ficar sabendo! 😉

-

Endereço

Avenida Nossa Senhora Da Penha, 699, Ed. Century Towers, Torre B, Salas 402-406, Santa Lúcia
Vitória, ES
29056-250

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 18:00
Terça-feira 08:30 - 18:00
Quarta-feira 08:30 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

Telefone

+552732255488

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Guido Côrtes Advogados posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Guido Côrtes Advogados:

Compartilhar