02/09/2020
Você conhece plataformas de acordos jurídicos? Essas soluções tecnológicas para a resolução extrajudicial de conflitos vêm crescendo exponencialmente no Brasil. E isso tem um motivo: a alta taxa de êxito. No último relatório do CNJ, “Justiça em Números”, apenas 11,9% das sentenças e decisões proferidas na Justiça em 2016 foram homologatórias de acordo. Nas plataformas das legaltechs, esse número chega a 84%.
Diante desses números, é difícil imaginar o motivo pelo qual as pessoas, físicas e jurídicas, preferem resolver seus conflitos na Justiça. Felizmente, essa cultura começa a mudar aos poucos, principalmente com o incentivo que o novo Código de Processo Civil deu para as formas extrajudiciais de resolver litígios.
Uma plataforma de acordos jurídicos é a melhor possibilidade para que as partes cheguem a uma resolução do conflito que seja satisfatória para todos. Quando o litígio é judicializado, a decisão está na mão de um terceiro, que é o magistrado. Apesar de todos os princípios que permeiam sua atuação, como a imparcialidade, a proporcionalidade e a razoabilidade, uma das partes não terá sua demanda atendida por completo.
Quando se adota a mediação e a conciliação, existe uma chance grande de a resolução se caracterizar pela situação de “ganha-ganha”, em que as duas partes saem satisfeitas e com suas solicitações atendidas. Em outras palavras, as metas são atingidas.
Seja qual for o cerne da questão (consumerista, trabalhista, societário, contratual, familiar, condominial), a resolução extrajudicial de conflitos oferece uma solução melhor.
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