Dra. Jéssica Cinigaglia

Dra. Jéssica Cinigaglia De mulher para mulher: Mostro o que nunca te ensinaram a respeito dos seus direitos!

Essa menina da foto não imaginava quantos caminhos a vida ainda reservaria.Também não imaginava que, nos momentos em que...
06/06/2026

Essa menina da foto não imaginava quantos caminhos a vida ainda reservaria.

Também não imaginava que, nos momentos em que mais precisou, seria cuidada por pessoas simples, que talvez não tivessem estudo ou conhecimento técnico, mas que enxergavam as crianças, respeitavam seus sentimentos e entendiam que elas precisavam de proteção, afeto e presença.

Hoje, olhando para trás, sinto orgulho da criança que fui e da mulher que me tornei.

E sinto ainda mais orgulho por seguir os exemplos dessas pessoas, que me ensinaram, na prática, o que significa PROTEÇÃO.

Talvez seja por isso que eu acredite tanto que toda criança e todo adolescente precisam ter ao seu redor adultos que realmente os enxerguem.

No fim das contas, foram essas pessoas, que depois se tornaram meus pais, que marcaram a minha história. E todos os dias eu tento honrar esse legado na forma como escolhi exercer a minha profissão. 🤍

05/06/2026

Hoje, 4 de junho, é o Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão.

Uma data criada para lembrar que milhões de crianças em todo o mundo ainda sofrem violência física, psicológica, sexual e institucional, muitas vezes praticada justamente por quem deveria protegê-las.

E é impossível não relacionar essa data a um dos casos que mais chocaram o Brasil nos últimos anos: o caso Henry Borel.

Ontem, no julgamento, a mãe de Henry recebeu perdão judicial. A decisão significa que, embora tenha sido reconhecida sua responsabilidade pelos fatos analisados no processo, o Estado optou por não lhe aplicar pena, considerando as circunstâncias excepcionais previstas em lei.

Independentemente das discussões jurídicas sobre a correção ou não da decisão, o caso nos impõe uma reflexão urgente:

Qual mensagem estamos transmitindo à sociedade quando falamos sobre violência contra crianças e adolescentes?

Estamos, de fato, tratando a proteção da infância como prioridade absoluta?

Ou estamos nos acostumando a enxergar crianças e adolescentes como sujeitos cujos direitos podem ser colocados em segundo plano?

Henry não foi apenas uma vítima de violência. Ele foi uma criança que teve sua vida interrompida quando deveria estar sendo protegida pelos adultos ao seu redor.

Crianças e adolescentes não são propriedade dos pais. Não são objetos. Não são extensões da vontade dos adultos.

São sujeitos de direitos e merecem proteção integral, conforme determina a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente.

No Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão, talvez a pergunta mais importante não seja sobre um julgamento específico.

A pergunta é:

Que sociedade estamos construindo quando a violência contra crianças deixa de nos indignar?

Porque toda vez que relativizamos a proteção da infância, falhamos como sociedade.

E nenhuma criança deveria pagar o preço dessa falha.

Hoje, 4 de junho, é o Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão.Uma data criada para lembrar que milhões de cri...
04/06/2026

Hoje, 4 de junho, é o Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão.

Uma data criada para lembrar que milhões de crianças em todo o mundo ainda sofrem violência física, psicológica, sexual e institucional, muitas vezes praticada justamente por quem deveria protegê-las.

E é impossível não relacionar essa data a um dos casos que mais chocaram o Brasil nos últimos anos: o caso Henry Borel.

Ontem, no julgamento, a mãe de Henry recebeu perdão judicial. A decisão significa que, embora tenha sido reconhecida sua responsabilidade pelos fatos analisados no processo, o Estado optou por não lhe aplicar pena, considerando as circunstâncias excepcionais previstas em lei. O caso nos impõe uma reflexão urgente:

Qual mensagem estamos transmitindo à sociedade quando falamos sobre violência contra crianças e adolescentes?

Estamos, de fato, tratando a proteção da infância como prioridade absoluta ou estamos nos acostumando a enxergar crianças e adolescentes como sujeitos cujos direitos podem ser colocados em segundo plano?

Henry não foi apenas uma vítima de violência. Ele foi uma criança que teve sua vida interrompida quando deveria estar sendo protegida pelos adultos ao seu redor.

Crianças e adolescentes não são propriedade dos pais. Não são objetos. Não são extensões da vontade dos adultos. São sujeitos de direitos e merecem proteção integral, conforme determina a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente.

No Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão, talvez a pergunta mais importante seja: Que sociedade estamos construindo quando a violência contra crianças deixa de nos indignar? Ou nos indigna APENAS quando resulta em morte?

Porque toda vez que relativizamos a proteção da infância, falhamos como sociedade. E nenhuma criança deveria pagar o preço dessa falha.

Você conhece os requisitos para adoção no Brasil??
02/06/2026

Você conhece os requisitos para adoção no Brasil??

Enquanto muitas crianças e adolescentes aguardam o próximo capítulo de suas histórias, algumas têm a oportunidade de atr...
31/05/2026

Enquanto muitas crianças e adolescentes aguardam o próximo capítulo de suas histórias, algumas têm a oportunidade de atravessar esse período cercadas por cuidado, afeto e proteção.

No Brasil, mais de 35 mil crianças e adolescentes encontram-se em acolhimento. Desses, apenas cerca de 5% vivem em famílias acolhedoras, o que representa pouco mais de 1.700.

O acolhimento familiar é uma medida protetiva temporária que garante algo essencial: um olhar individualizado para as necessidades de cada criança e adolescente, em um ambiente familiar seguro e acolhedor.

Ao final desse período, algumas crianças retornarão para suas famílias de origem. Outras serão encaminhadas para uma família adotiva. Cada história seguirá seu próprio caminho.

Mas existe algo que todas elas levarão consigo: a lembrança de quem esteve ao seu lado durante o período de "chuva" de suas vidas.

Porque o acolhimento é temporário, mas o amor, os cuidados diários, os abraços, a escuta e o sentimento de pertencimento permanecem para sempre.

Como diz o provérbio africano: É preciso uma aldeia para cuidar de uma criança.

E as famílias acolhedoras são parte fundamental dessa aldeia, oferecendo proteção, esperança e a oportunidade de viver a infância e a adolescência com dignidade, mesmo em momentos de grande vulnerabilidade.

Se você deseja conhecer mais sobre o acolhimento familiar ou tem interesse em se tornar uma família acolhedora, procure a Vara da Criança e do Adolescente ou a Prefeitura do seu município. O acolhimento exige preparação e acompanhamento técnico, para que as famílias possam oferecer o suporte necessário durante esse período tão importante na vida de uma criança ou adolescente.

Essa tinha ficado sem postar, mas merece vir pro Feed!Agradecemos mais uma vez a Jovem Pam pelo espaço em que pudemos fa...
23/05/2026

Essa tinha ficado sem postar, mas merece vir pro Feed!

Agradecemos mais uma vez a Jovem Pam pelo espaço em que pudemos falar sobre adoção e entrega voluntária e a pela recepção incrivel e deixar o espaço mais leve!

Ontem vivemos um momento muito especial na OAB/ESNosso evento sobre adoção foi lindo, acolhedor e extremamente emocionan...
23/05/2026

Ontem vivemos um momento muito especial na OAB/ES

Nosso evento sobre adoção foi lindo, acolhedor e extremamente emocionante. Ouvir tantos relatos, histórias de amor, espera, reencontros e esperança deixou nosso coração quentinho e reforçou, mais uma vez, o quanto proteger nossas crianças e adolescentes é um pacto coletivo.

Apresentar o Protocolo de Entrega Voluntária e sentir ele sendo abraçado pela rede de proteção, pelos profissionais e pelas famílias fez cada minuto de dedicação valer a pena.

Agradecemos à OAB/ES pelo apoio e por abrir espaço para debates tão necessários e humanizados sobre infância, adolescência e adoção. Fortalecer esse diálogo dentro da instituição demonstra o compromisso coletivo com a garantia de direitos e com a proteção integral das nossas crianças e adolescentes.

Meu agradecimento especial a todos os palestrantes, profissionais da rede, grupos de apoio, famílias e pessoas que se fizeram presentes e contribuíram para tornar esse encontro tão significativo. Cada fala, cada troca e cada experiência compartilhada fizeram a diferença.

Saímos do evento com a certeza de que uma sementinha foi plantada. E agora começa uma nova missão: levar esse protocolo adiante, fortalecer o diálogo, ampliar a informação e construir, juntos, caminhos cada vez mais humanizados para a proteção da infância e da adolescência.

Que esse seja apenas o começo 🌱

Ontem tive a honra de compor a mesa da Sessão Solene Maio Laranja, representando a Comissão de Direito da Criança e do A...
19/05/2026

Ontem tive a honra de compor a mesa da Sessão Solene Maio Laranja, representando a Comissão de Direito da Criança e do Adolescente da OAB/ES.

Um momento de grande importância, em homenagem à rede de proteção que atua diariamente na defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes.

Como sempre digo: proteger nossas crianças e adolescentes é um pacto coletivo. Que nunca nos falte compromisso, responsabilidade e coragem para fortalecer essa rede de cuidado e proteção.

A Comissão de Direito da Criança e do Adolescente da OAB/ES esteve presente no evento em alusão ao Maio Laranja, reforça...
19/05/2026

A Comissão de Direito da Criança e do Adolescente da OAB/ES esteve presente no evento em alusão ao Maio Laranja, reforçando um compromisso que defendemos diariamente: proteger nossas crianças e adolescentes é um pacto coletivo.

Seguimos atuando no fortalecimento da rede de proteção, na promoção de debates e na defesa dos direitos da infância e da juventude, porque garantir proteção, escuta e dignidade é responsabilidade de toda a sociedade.

Nosso agradecimento ao deputado Alcântara Filho pelo convite e por todos os profissionais que constroem essa rede de cuidado e proteção todos os dias.

18/05/2026

Entrega voluntária, adoção, devolução, acolhimento…
São temas cercados por silêncio, medo e desinformação — mas que precisam ser debatidos com responsabilidade, humanidade e proteção integral das crianças e adolescentes.

No dia 21, às 14h, na CASA OAB, vamos promover um encontro necessário, com diálogo sério, acolhedor e comprometido com os direitos da infância e juventude.

Um espaço para refletir, aprender e fortalecer uma rede de proteção mais consciente e preparada.

Sua participação faz diferença.

Endereço

Avenida Capixaba, 27
Vila Velha, ES
29106350

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra. Jéssica Cinigaglia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar