Giselle Schweickardt Advocacia

Giselle Schweickardt Advocacia *Especialista em Direito de Família e Sucessões
*Pós-graduanda em Advocacia Extrajudicial

26/04/2026

O filme “A Vida em Si” traz, de forma muito sensível, algo que a visão sistêmica reconhece profundamente:
a vida não começa em nós — ela nos atravessa.

A história mostra como acontecimentos, escolhas, dores e amores de uma geração reverberam nas seguintes.
Nada é isolado. Tudo está conectado.

Na visão sistêmica, isso aparece como:

vínculos invisíveis entre membros da família
destinos que se entrelaçam
dores que atravessam gerações
e o amor que, muitas vezes, mantém esses laços ativos — mesmo no sofrimento

O filme também revela que nem tudo está sob controle.
Existem acontecimentos que simplesmente chegam… e mudam tudo.

E é aí que entra um ponto essencial do olhar sistêmico:
a força está em dizer sim à vida como ela é.

Com suas rupturas, suas surpresas, suas perdas… e também seus reencontros.

“A Vida em Si” nos lembra que cada pessoa ocupa um lugar em uma história maior.
E que, muitas vezes, aquilo que vivemos não começa em nós — mas pode encontrar em nós um novo caminho.

Porque, quando há consciência,
a história pode continuar… mas de uma forma diferente!

Já assistiu esse filme?

23/04/2026

A insegurança que você sente hoje pode não ter começado na sua vida adulta.

Muitas vezes ela nasce lá atrás…
na infância — e principalmente no período em que você ainda estava sendo gestada.

Durante a gestação, o bebê já capta emoções da mãe:
medos, rejeições, inseguranças, conflitos.
Se, de alguma forma, não houve um ambiente interno de acolhimento,
isso pode ser sentido como: “não é seguro existir”.

Na infância, essa sensação pode se reforçar:
falta de validação, críticas, ausência emocional, rejeição…

E então, na vida adulta, isso aparece como:
• medo de errar
• necessidade de aprovação
• dificuldade de se posicionar
• insegurança nos relacionamentos
• sensação constante de não ser suficiente

A insegurança não é fraqueza.
É uma memória emocional que ainda está ativa.

E enquanto essa raiz não é vista,
a vida segue sendo vivida em alerta.

O caminho não é se forçar a ser confiante,
mas olhar com amor para onde isso começou.

Porque quando você acolhe a sua história,
algo dentro de você começa a se acalmar.

E, aos poucos, a segurança deixa de ser algo que você busca fora…
e passa a nascer dentro.

18/04/2026

Justin Bieber não fez um show, ele fez um processo de cura ao vivo! Cantou para a pessoa mais importante: ele mesmo! Virou as costas para a platéia e olhou para si.

Você consegue perceber a profundeza disso? Eu me arrepiei, me emocionei! Lembrei de quantas vezes me deixei de lado preocupada com a aprovação dos outros, quantas vezes busquei amor e validação nos outros, sendo ninguém pode fazer por mim mesma aquilo que é minha responsabilidade: me amar, me acolher, me olhar com verdade e reconhecimento, me dar o cuidado que talvez tenha faltado lá atrás!

E você, tem olhado para sua criança? Já parou para refletir que “A infância é um chão que pisamos a vida toda”?

Muitas vezes, sem perceber, seguimos andando…
sobre um chão marcado por dores que nunca foram elaboradas.

As feridas da infância não ficam no passado.
Elas se manifestam na forma como você ama, se entrega, se protege.

A rejeição vira medo de não ser escolhida.
A ausência vira apego.
A falta de acolhimento vira necessidade de aprovação.

E então, na vida adulta, você se relaciona não só como mulher…
mas também como aquela criança que ainda quer ser vista, amada, reconhecida.

Por isso, muitas vezes, você não reage ao que está acontecendo agora —
mas ao que já doeu lá atrás.

Na visão sistêmica, não é sobre culpa.
É sobre consciência.

Porque quando você reconhece o chão que pisa,
você pode, finalmente, escolher caminhar diferente.

E viver relações mais leves…
sem carregar o peso de uma história que não precisa mais ser repetida.

17/04/2026

Faz sentido pra você?

Quer saber como transformar esses padrões?

Envie a palavra QUERO no direct que vou te falar em primeira mão de uma oportunidade incrível!

16/04/2026

Muitas vezes quem olha de fora não entende porque uma mulher permanece em uma relação mesmo estando infeliz e frustrada! Mas a verdade é que essa é uma escolha difícil e que exige muita consciência!

Primeiro, porque uma SEPARAÇÃO vai abrir feridas antigas e trazer gatilhos de dores que você viveu na sua infância!

▶️ o medo de não dar conta sozinha
▶️ as inseguranças e a sensação de desamparo
▶️ a carência e a dependência emocional
▶️ a culpa por não “dar certo” nos relacionamentos
▶️ o sentimento de não ser boa o suficiente
▶️ o medo dos filhos sofrerem com a sua escolha
▶️ a insegurança financeira
▶️ a preocupação com o julgamento dos outros
▶️ o medo de não ser capaz de amar outra vez e se abrir para um novo relacionamento!

Além disso, a SEPARAÇÃO envolve muito mais que o fim de um relacionamento afetivo.

Existe todo um contexto que representa também o fim de sonhos, planos, ideais, o fim de uma zona de conforto e segurança (não por ser bom, mas por já ser algo conhecido)!

Muitas vezes, com a separação vem a necessidade de você se redescobrir e de perceber quem você é sem essa relação!

São muitas questões que estão em jogo, por isso que a decisão e o processo não são fáceis mesmo e exigem CORAGEM!

Mas não basta ter coragem, é preciso buscar um caminho de ajuda transitar para:

▶️ Passar por esse esse momento com mais leveza
▶️ Curar suas feridas
▶️ Conhecer as dinâmicas inconscientes que levaram à separação
▶️ Se fortalecer para seguir em frente

Quer saber como o meu trabalho terapêutico com as Constelações Familiares pode te ajudar nesse processo?

Digite QUERO nos comentários!

15/04/2026

Questões importantes para considerar e refletir:

➡️Repetição de padrões
Você pode estar escolhendo, sem perceber, pessoas indisponíveis — porque isso já é conhecido emocionalmente.

➡️Feridas antigas ativas
Rejeição, abandono ou falta de reconhecimento lá atrás fazem você buscar no outro algo que ele não consegue dar.

➡️Lealdades familiares invisíveis
Às vezes, por amor, você repete a história de mulheres da sua família que sofreram nos relacionamentos.

➡️Medo inconsciente de se entregar
Querer amar, mas ao mesmo tempo se proteger, pode te levar a relações que não se aprofundam.

➡️Dar mais do que recebe
Quando você ocupa o lugar de quem cuida, sustenta ou “segura” a relação, o equilíbrio se perde — e a reciprocidade não acontece.

O ponto principal é:
não é sobre “não existir alguém para você”.
É sobre o lugar interno de onde você se relaciona.

O padrão pode não ter começado com você, mas a transformação sim, começa dentro de você!

Endereço

Venâncio Aires, RS

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