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Há momentos que merecem ser guardados não pela perfeição das fotografias, mas por tudo o que elas representam.Esses regi...
05/09/2026

Há momentos que merecem ser guardados não pela perfeição das fotografias, mas por tudo o que elas representam.

Esses registros foram feitos logo após um dos momentos mais marcantes da minha trajetória profissional: a formação da lista tríplice para a vaga de desembargadora do TRT da 15ª Região, na qual tive a honra de ser a primeira colocada.

Talvez as fotos não tenham a melhor luz, o melhor ângulo ou a melhor qualidade. Mas têm algo muito mais importante: verdade. Elas registram a emoção daquele instante, os abraços, os sorrisos e a alegria compartilhada entre amigos e nobres desembargadores que fizeram parte de um dia que f**ará para sempre na minha memória.

Receber esse reconhecimento, depois de tantos anos dedicados à advocacia trabalhista, foi uma honra imensa. Mais do que os 47 votos, levo comigo o signif**ado de ter minha trajetória reconhecida por um Tribunal que faz parte da minha própria história profissional.

Naquele momento, entre tantos sentimentos, havia sobretudo emoção. Emoção por cada pessoa que acreditou em mim, que torceu, que esteve ao meu lado e que tornou essa caminhada muito mais especial.

Algumas fotografias registram imagens. Outras registram capítulos da nossa vida.

E estas, para mim, registram um capítulo que jamais esquecerei.

28/08/2026

O advogado que fala bonito pode perder.

Na sustentação oral, falar bonito não é sinônimo de convencer.

Você pode ter uma voz impecável, um vocabulário sofisticado e uma oratória admirável… e ainda assim não conseguir demonstrar por que a decisão precisa ser reformada.

Na tribuna, não basta impressionar.
É preciso …

🎯 Contextualizar
🎯 Ter Objetividade
🎯 Estratégia

A boa sustentação não é aquela em que o advogado sai pensando:
“Eu falei muito bem.”

É aquela em que o julgador termina pensando:
“Eu entendi exatamente por que devo rever essa decisão.”

Falar bonito chama atenção.
Falar com estratégia pode mudar o julgamento.

E você: prefere uma sustentação bonita ou convincente?
Créditos: Stefanny Herodek - Fotográf**a corporativa

26º Congresso do TRT da 15ª RegiãoUm congresso que foi muito além do conhecimento jurídico.Foram dias de muito aprendiza...
25/08/2026

26º Congresso do TRT da 15ª Região

Um congresso que foi muito além do conhecimento jurídico.

Foram dias de muito aprendizado, troca de experiências, reencontros, novas conexões e um networking que só fortalece a nossa caminhada profissional.

E, desta vez, tudo ficou ainda mais especial pela companhia de amigas que o Direito me deu.

Entre palestras, conversas, risadas e encontros com tantos colegas, f**a a certeza de que o Direito também é feito de conexões, experiências compartilhadas e pessoas que tornam a caminhada mais leve e especial.

Que venham os próximos!

AmigasDoDireito JustiçaDoTrabalho CongressoJurídico

21/08/2026

Você tem 10 minutos para sustentar. Mas isso não signif**a que precisa usar os 10.

Uma sustentação oral eficiente não é medida pelo tempo, mas pela capacidade de transmitir aquilo que realmente importa.

Para isso, três elementos são essenciais:

Dialeticidade — enfrentar diretamente os fundamentos da decisão recorrida, demonstrando por que ela merece ser reformada.

Objetividade — ir direto ao ponto, sem transformar a sustentação oral em uma repetição do recurso.

Contextualização — apresentar os fatos necessários para que os julgadores compreendam o caso e a relevância da tese defendida.

Quando você domina esses três elementos, talvez não precise de 10 minutos.

Cinco minutos podem ser suficientes.

Na tribuna, não é sobre falar mais.
É sobre saber exatamente o que precisa ser dito.

AdvocaciaTrabalhista

Alguns sonhos começam antes mesmo de sabermos que são sonhos.Eu tinha apenas 9 anos quando comecei a acompanhar audiênci...
28/07/2026

Alguns sonhos começam antes mesmo de sabermos que são sonhos.

Eu tinha apenas 9 anos quando comecei a acompanhar audiências trabalhistas. Sentava em silêncio, observava os advogados, os juízes, as partes, e, sem perceber, aquele ambiente passou a fazer parte da minha história.

Anos depois, escolhi a advocacia. Vieram 24 anos de dedicação ao Direito do Trabalho, audiências, sustentações orais, incontáveis horas de estudo e uma atuação institucional junto à OAB, por meio da Comissão de Conciliação, da Comissão de Relacionamento OAB/TRT-15 e da Coordenação da ESA de Valinhos.

Hoje, recebo com profunda emoção a notícia de que fui escolhida para integrar a lista sêxtupla da OAB e seguir para a etapa de formação da lista tríplice para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.

Mais do que uma conquista profissional, este momento representa a confirmação de que uma vida construída com dedicação, estudo, ética e amor pela advocacia vale a pena.

Nada disso teria sido possível sem Deus, sem a minha família, sem os amigos, colegas e todas as pessoas que acreditaram em mim e caminharam ao meu lado. A cada uma delas, a minha mais sincera gratidão.

Independentemente do que ainda está por vir, hoje meu coração celebra. A menina que, aos 9 anos, assistia às audiências trabalhistas jamais imaginaria que um dia estaria tão perto de realizar um sonho tão grande.

Seguirei em frente com humildade, responsabilidade e a mesma convicção que sempre guiou a minha caminhada: A Justiça é feita por pessoas e para pessoas.

25/06/2026

Você já chegou atrasado ao cinema?

Nos primeiros minutos do filme, é ali que você entende quem são os personagens, o que aconteceu antes e por que aquela história está sendo contada.

Na sustentação oral acontece exatamente a mesma coisa.

Muitos advogados começam a falar direto dos fundamentos jurídicos, mas se esquecem de contextualizar o caso. E, sem contexto, o julgador precisa montar o quebra-cabeça enquanto escuta sua sustentação.

Antes de convencer, é preciso situar.

Uma boa sustentação começa mostrando, de forma clara, quem é o seu cliente, qual é o objeto do recurso, o que foi decidido na origem e por que aquele caso voltou ao Tribunal.

A contextualização não é um detalhe. Ela é o ponto de partida para que a sua argumentação faça sentido.

Você costuma começar sua sustentação contextualizando o caso ou vai direto aos argumentos? 👇🏻

16/06/2026

Você sabe o que fazer quando chega ao Tribunal para sustentar?

Muitos advogados estudam o processo, preparam os argumentos e se dedicam à retórica. Mas existe uma etapa que também faz toda a diferença: saber se comportar na prática dentro da sala de julgamento.

Ao chegar ao Tribunal, observe o ambiente, identifique a sala correta e aguarde com tranquilidade o pregão do seu processo.

Quando o seu nome for chamado, coloque a beca, dirija-se à tribuna e aguarde a autorização do(a) Desembargador(a) para iniciar a sua sustentação oral.

Pode parecer simples, mas conhecer o rito transmite segurança, profissionalismo e evita que a ansiedade tome conta justamente no momento mais importante.

A sustentação oral não começa quando você fala.
Ela começa quando você entra na sala de julgamento.

E você? Na sua primeira sustentação oral, alguém lhe explicou como tudo funcionava na prática?

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11/06/2026

“A sua energia fala antes da sua voz.”

Você já tinha pensado nisto?! Já é positivo? Me conta?

09/06/2026

Minhas andanças pelo Tribunal

08/06/2026

Eu já vi alguns advogados serem interrompidos na sua fala, e o problema estava na técnica processual.

No vídeo, falo sobre uma situação em que a advogada insistia em discutir vínculo de emprego em um processo no qual essa matéria já havia sido apreciada anteriormente pelo Tribunal.

E aqui entra um ponto extremamente importante da prática trabalhista:
a Súmula 214 do TST estabelece que as decisões interlocutórias não ensejam recurso imediato.

Ou seja, naquele momento anterior, o Tribunal havia decidido a questão do vínculo e determinado o retorno dos autos à primeira instância para análise das demais verbas. Quando o processo voltou ao Tribunal, a discussão sobre o vínculo já estava superada naquele contexto processual.

Por isso, sustentação oral não é apenas saber falar bem.

É entender estratégia, devolutividade recursal, momento processual e, principalmente, saber exatamente o que ainda pode ou não ser debatido perante o Tribunal.

A técnica processual muda completamente a força da sua sustentação.

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