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Calaza Doreto Estruturamos o futuro dos negócios.

21/09/2026

Nem todo prejuízo de uma empresa aparece no balanço.

Às vezes, ele está em uma sociedade na qual um dos sócios deixou de contribuir, enquanto os demais continuam dedicando tempo, energia e recursos ao crescimento do negócio.

Com o tempo, decisões começam a ser questionadas, responsabilidades deixam de estar claras e discussões que deveriam ser estratégicas passam a girar em torno da própria relação entre os sócios.

E esperar o conflito acontecer para definir as regras costuma ser a alternativa mais cara.

Um acordo de sócios bem estruturado permite antecipar essas situações: responsabilidades, dedicação esperada, critérios de remuneração, consequências pelo descumprimento e até mecanismos para uma eventual saída podem ser definidos enquanto os interesses ainda estão alinhados.

18/09/2026

O impacto do ECA Digital vai muito além das empresas de tecnologia.

Uma escola pode utilizar uma plataforma de ensino. Um clube pode disponibilizar um aplicativo aos associados. Um curso pode contratar ferramentas de terceiros para interação com seus alunos.

A empresa não desenvolveu nenhuma dessas tecnologias. Mas crianças e adolescentes continuam utilizando ambientes digitais dentro da experiência que ela oferece.

E é justamente aí que surge uma preocupação importante: não basta olhar apenas para dentro da própria empresa.

Fornecedores, contratos, plataformas utilizadas, mecanismos de aferição de idade, publicidade e toda a jornada digital precisam entrar no radar da governança.

Mais do que adicionar uma nova obrigação à lista de compliance, o ECA Digital traz uma oportunidade para as empresas revisarem como seus produtos, serviços e parceiros estão tratando crianças e adolescentes no ambiente digital.

Se crianças e adolescentes fazem parte da sua operação, a proteção deles também precisa fazer parte da estratégia!

A advocacia também precisa evoluir na forma como se comunica.Nosso sócio, Tales Calaza e nosso diretor, Bruno Calaza, pu...
16/09/2026

A advocacia também precisa evoluir na forma como se comunica.

Nosso sócio, Tales Calaza e nosso diretor, Bruno Calaza, publicaram o artigo “Legal Design como ferramenta de transformação da atuação jurídica no século XXI”, na Revista Científica da OAB Uberlândia.

No artigo, discutiram como o Legal Design pode aproximar o Direito das pessoas e das empresas, tornando a comunicação jurídica mais clara, acessível e centrada em quem realmente precisa utilizá-la sem abrir mão do rigor técnico.

Mais do que estética, trata-se de repensar a experiência jurídica.

Um tema que faz parte da forma como enxergamos o futuro da advocacia e que, agora, temos a satisfação de compartilhar também no ambiente acadêmico.

📖 O artigo completo está disponível na Revista Científica da OAB Uberlândia.

14/09/2026

A escola controla quem entra pelo portão. Mas quem está entrando pelas portas digitais?

Quando falamos de crianças e adolescentes, segurança não termina na portaria.

Dados pessoais circulam diariamente entre matrículas, aplicativos, sistemas educacionais, grupos de comunicação, prestadores de serviços, imagens, informações familiares e tantos outros processos que fazem parte da rotina escolar.

E basta uma falha para que uma estrutura inteira de segurança seja comprometida.

Por isso, investir em tecnologia é importante, mas não suficiente. Proteção de dados também é cultura.

É o colaborador que reconhece um e-mail suspeito. É o professor que sabe como compartilhar uma informação. É a equipe que entende quais dados realmente precisa coletar e como deve tratá-los.

Quando os dados envolvem crianças e adolescentes, essa responsabilidade ganha uma dimensão ainda maior.

A escola que se preocupa com a segurança de seus alunos no ambiente físico também precisa levar esse mesmo cuidado para o ambiente digital.

Afinal, hoje, proteger uma criança também significa proteger os dados dela.

09/09/2026

Oferecer participação societária para reter talentos parece simples até a empresa começar a crescer.

Novos colaboradores entram. Investidores chegam. Rodadas acontecem. A participação dos fundadores é diluída. E aquela promessa de equity feita anos atrás continua existindo.

É por isso que uma estratégia de vesting precisa ser pensada olhando para o cap table futuro, e não apenas para o profissional que está sendo contratado hoje.

O cliff ajuda a estabelecer quando determinados direitos começam a ser adquiridos. Já a criação de um pool permite que a empresa reserve previamente uma parcela de sua estrutura societária para programas de incentivo.

Imagine, por exemplo, uma startup que define que 10% da participação será reservada para vesting. Dentro desse pool, diferentes profissionais podem receber direitos sujeitos a prazos, metas e cliffs específicos, sem que cada nova negociação comece do zero.

Quando um investidor chegar, essa informação também estará incorporada à lógica societária do negócio.

Porque distribuir equity é uma decisão sobre quem poderá ser dono de uma parte da empresa no futuro.

No Dia da Cultura da iGreen, tivemos a oportunidade de conduzir um treinamento voltado à conscientização da equipe sobre...
08/09/2026

No Dia da Cultura da iGreen, tivemos a oportunidade de conduzir um treinamento voltado à conscientização da equipe sobre proteção de dados e privacidade.

Esse tipo de iniciativa é essencial porque nenhum programa de conformidade se sustenta se quem está na operação não entende o seu papel.

São as decisões do dia a dia, a forma como informações são compartilhadas, armazenadas e utilizadas, que transformam regras em uma verdadeira cultura de proteção.

Mais do que cumprir a LGPD, desenvolver essa consciência dentro das organizações significa reduzir riscos, fortalecer processos e criar ambientes mais responsáveis.

Agradecemos à iGreen pelo convite e pela abertura para uma conversa tão relevante com sua equipe.

A cultura de proteção de dados nasce exatamente quando as pessoas entendem por que proteger dados importa.

07/09/2026

Uma estampa pode valer muito mais do que o produto em que ela foi aplicada.

Quando uma criação ganha reconhecimento, ela deixa de ser apenas parte de uma coleção e pode se transformar em um ativo capaz de gerar exclusividade, licenciamento, collabs e novas oportunidades comerciais.

O problema é que muitas empresas só percebem esse valor depois do lançamento.

E, em propriedade intelectual, a ordem das decisões importa.

Dependendo da estratégia de proteção escolhida, divulgar uma criação antes de analisar juridicamente o cenário pode limitar alternativas que estavam disponíveis enquanto ela ainda era inédita.

Por isso, marketing, criação e jurídico não deveriam trabalhar em etapas isoladas.

A mesma reunião que define quando uma coleção chegará ao mercado também pode ser o momento de discutir quais ativos estão sendo criados e como a empresa pretende explorá-los no futuro.

Porque uma boa estratégia de propriedade intelectual começa antes mesmo de ela chegar às prateleiras.

04/09/2026

Duas marcas não precisam ter o mesmo nome para existir um problema.

Essa é uma das confusões mais comuns quando se fala em registro de marca.

A proteção marcária não existe apenas para garantir exclusividade ao empresário. Ela também busca evitar que o consumidor seja levado a acreditar que produtos ou serviços possuem uma origem, parceria ou relação empresarial que, na realidade, não existe.

Por isso, a análise vai muito além de colocar dois nomes lado a lado e procurar diferenças.

Som, aparência, significado e, principalmente, o contexto em que aquelas marcas são utilizadas podem fazer toda a diferença.

“Universo Paralelo” e “Mundo Paralelo”, por exemplo, são expressões diferentes. Mas imagine as duas identificando festivais de música eletrônica semelhantes, realizados na mesma época e direcionados ao mesmo público.

A discussão deixa de ser apenas sobre os nomes e passa a envolver uma pergunta muito mais importante:

O consumidor consegue distinguir claramente de quem está comprando?

03/09/2026

Nem todo bom profissional quer apenas um salário maior.

Muitas vezes, o que realmente cria vínculo é a possibilidade de participar do valor que ele ajuda a construir.

É por isso que o vesting ganhou tanto espaço em startups e empresas de tecnologia.

Mais do que uma ferramenta de remuneração, ele pode funcionar como mecanismo de retenção, alinhamento de interesses e formação de novos sócios ao longo do tempo.

Um exemplo simples: a empresa pode oferecer a um executivo o direito de adquirir 5% de participação ao longo de 4 anos. A cada período cumprido e conforme as regras definidas no contrato, parte desse percentual é adquirida. Se ele sair antes do prazo, pode não levar toda a participação prometida.

É justamente aí que o desenho jurídico faz diferença.

Prazo, metas, critérios de aquisição, saída do colaborador e eventos de liquidez precisam estar muito bem definidos. Um vesting mal estruturado pode gerar exatamente o oposto do pretendido: conflito, expectativa frustrada e problema societário.

E isso precisa ser pensado com a mesma seriedade de qualquer outra decisão societária.

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Uberlândia, MG
38400-146

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