Fonsatti Advogados Associados

Fonsatti Advogados Associados Escritório de advocacia fundado em 1998, especializado nas áreas cível, empresarial, eleitoral e

Fundado em 1998 pelos advogados Ruy Fonsatti Junior e Lucio Clóvis Pelanda, o escritório recebeu inicialmente o nome de Fonsatti e Pelanda Advogados Associados, e desde então está sediado em Toledo-PR. Em 2004, com a cisão da sociedade, o escritório passou a se denominar FONSATTI ADVOGADOS ASSOCIADOS, tendo sido registrado na OAB/PR sob o nº 1728. Desde que foi criado, o escritório conta com profi

ssionais especializados nas mais diversas áreas do direito, tendo como princípio o atendimento personalizado de seus clientes. Ainda, o escritório conta com planejamento automatizado, o que permite o acompanhamento em tempo real das ações e procedimentos por ele patrocinados. A atuação dos profissionais que compõe a estrutura do escritório cinge-se à ação preventiva como também o ajuizamento de demandas judiciais, sempre levando em consideração o melhor resultado para seus clientes. A Sociedade conta com uma filial na Cidade de Dourados-MS e dispõe de Escritórios correspondentes nas principais cidades do Brasil, cuja estrutura encontra-se disponível aos seus clientes.

🚨 OPORTUNIDADE PARA ADVOGADOS – TOLEDO/PRSe você busca crescimento profissional em um ambiente dinâmico e desafiador, es...
19/02/2026

🚨 OPORTUNIDADE PARA ADVOGADOS – TOLEDO/PR

Se você busca crescimento profissional em um ambiente dinâmico e desafiador, essa pode ser a sua chance!

📍 Vaga presencial em Toledo – PR
⚖️ Necessário estar inscrito na OAB
⏰ Carga horária de 8 horas diárias

Estamos em busca de profissionais comprometidos, estratégicos e que queiram evoluir junto com um time de excelência.

📩 Envie seu currículo para [email protected]

🗓️ Prazo até 25/02/2026
⚠️ No assunto do e-mail, informe a vaga desejada.

Marque aquele colega advogado que precisa ver essa oportunidade 👇✨

13/02/2026

Você sabia que o Carnaval não é considerado um feriado nacional?

Muitos gestores acreditam que a suspensão das atividades é automática, mas a regra para empresas privadas pode variar muito de acordo com a sua região e as convenções coletivas da categoria.

Para evitar passivos trabalhistas e organizar sua escala com segurança, confira os 3 pontos fundamentais:

1. Legislação Estadual e Municipal.
2. Acordos e Convenções Coletivas.
3. Comunicação antecipada com os colaboradores.

O planejamento jurídico é o melhor aliado da sua produtividade!

DicasJuridicas

Sua segurança vem sempre em primeiro lugar.Caso receba mensagens solicitando pagamentos, dados pessoais ou informações e...
13/02/2026

Sua segurança vem sempre em primeiro lugar.

Caso receba mensagens solicitando pagamentos, dados pessoais ou informações em nome da nossa equipe, redobre a atenção. Não compartilhe nenhum dado e confirme sempre pelos nossos canais oficiais.

Seguimos comprometidos com transparência, cuidado e proteção para você. 🤍

Se tiver dúvidas, fale diretamente conosco.

No cotidiano das empresas, cada sócio ou administrador atua dentro de limites previamente definidos, como se houvesse um...
13/02/2026

No cotidiano das empresas, cada sócio ou administrador atua dentro de limites previamente definidos, como se houvesse um verdadeiro “manual de funções”, dizendo até onde vai o seu poder de decisão, o qual costuma estar no contrato social e nas regras internas da empresa.

A expressão “ultra vires” vem do latim e significa “além dos poderes”, se aplicando às situações em que alguém ignora esse manual e ultrapassa os limites permitidos, assinando contratos ou assumindo obrigações sem a devida autorização.

Quando um sócio ou administrador excede esses limites, pode ser responsabilizado pessoalmente, sobretudo se agir com abuso, desvio de finalidade ou causar prejuízo à empresa ou a terceiros. Essa responsabilização existe para evitar decisões relevantes tomadas sem autorização, capazes de colocar a atividade empresarial em risco.

Em regra, esse tipo de conduta é considerado irregular, pois o ato não representa, formalmente, a vontade da empresa. Contudo, o Direito não analisa apenas o que está previsto nos documentos, mas também a forma como o ato ocorreu na prática e os efeitos que produziu no mundo real.

Imagine que as regras da empresa exijam aprovação dos sócios para a contratação de empréstimos. Ainda assim, um administrador, sem autorização, assina um financiamento em nome da sociedade. O banco, acreditando lidar com alguém legitimado, age de boa-fé, e a empresa utiliza os recursos para manter suas atividades ou expandir o negócio.

Nessa hipótese, embora o administrador tenha extrapolado seus poderes, o contrato pode ser considerado válido, porque o terceiro agiu de boa-fé e a empresa se beneficiou do negócio. Para proteger a confiança nas relações empresariais e evitar o enriquecimento indevido, o Direito pode atribuir à empresa a responsabilidade pelo cumprimento do contrato.

Em resumo, nos atos ultra vires, o Direito busca equilíbrio: respeita as regras internas da empresa, mas também protege a boa-fé, os efeitos práticos do contrato e a confiança nas relações empresariais. Afinal, nem sempre o que está escrito no “manual” considera que os resultados do ato também importam.

Por Êmily Maria Marin Da'Col, Estagiária.

Em situações de inadimplência, é comum que o devedor alegue não possuir bens em seu nome. No entanto, a ausência de patr...
09/02/2026

Em situações de inadimplência, é comum que o devedor alegue não possuir bens em seu nome. No entanto, a ausência de patrimônio imediato não significa, necessariamente, inexistência de recursos.

Quando o devedor possui crédito a receber em outro processo judicial, a legislação, especificamente o art. 860, do Código de Processo Civil, admite a utilização da chamada penhora no rosto dos autos, medida que permite vincular esse crédito à execução em curso.

O que é a penhora no rosto dos autos?
Trata-se de uma forma de penhora que recai não sobre bens materiais, mas sobre valores que o devedor tem a receber em outro processo, no qual figure como autor ou credor.

Como funciona na prática?
Uma vez deferida pelo juízo da execução, é expedida comunicação ao juízo onde tramita o outro processo. A partir disso, eventual valor que venha a ser reconhecido ou liberado em favor do devedor ficará reservado, impedindo seu levantamento sem autorização judicial, até a satisfação do crédito executado.

Quando essa medida é cabível?
• Quando o devedor é parte em outro processo com expectativa concreta de recebimento;
• Quando não há bens facilmente localizáveis para penhora;
• Como meio legítimo de assegurar a efetividade da execução e evitar o esvaziamento do patrimônio do devedor.

Importante destacar:
A penhora no rosto dos autos não antecipa o recebimento do crédito pelo exequente, mas garante que, caso o valor seja futuramente disponibilizado ao devedor, ele seja direcionado ao pagamento da dívida existente.

Em resumo:
A penhora no rosto dos autos é um instrumento legal relevante para ampliar as possibilidades de satisfação do crédito, especialmente em execuções em que o devedor não possui bens aparentes, mas detém direitos ou créditos em outros processos.

Por Thayane Bonifácio do Nascimento, Advogada.

O advogado Carlos Henrique Poletti Papi, representando a Diretoria da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/PR, esteve pr...
04/02/2026

O advogado Carlos Henrique Poletti Papi, representando a Diretoria da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/PR, esteve presente na sessão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná realizada na última sexta-feira, 30/01/2026, ocasião que marcou o encerramento da atual gestão administrativa da Corte.

Durante a sessão, foi realizada a despedida do Presidente, Des. Sigurd Roberto Bengtsson, e do Vice-Presidente, Des. Luiz Osório Moraes Panza, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo da gestão.

Na oportunidade, representando a OAB/PR, o advogado realizou a leitura e a entrega da placa de homenagem ao Des. Panza, simbolizando o agradecimento institucional pela dedicação à Justiça Eleitoral paranaense.

A venda de bens entre pais e filhos, ou entre avós e netos, é permitida pela lei brasileira e é algo comum, muitas vezes...
23/01/2026

A venda de bens entre pais e filhos, ou entre avós e netos, é permitida pela lei brasileira e é algo comum, muitas vezes é uma forma de ajudar, organizar o patrimônio da família ou até antecipar decisões que, no futuro, poderiam gerar dúvidas ou conflitos.

O que muita gente não sabe é que esse tipo de negócio exige um certo cuidado. A legislação protege os herdeiros necessários (normalmente os filhos), que têm direito garantido a uma parte da herança, chamada de legítima. Essa proteção existe para evitar situações em que um familiar seja beneficiado e os outros acabem prejudicados, ainda que não haja intenção de prejudicar ninguém.

Por isso, quando um bem é vendido para apenas um dos filhos sem o conhecimento ou concordância dos demais herdeiros, ou quando a venda acontece de forma “disfarçada”, usando uma terceira pessoa só para depois repassar o bem ao descendente, a Justiça pode intervir. Nesses casos, a lei permite que o negócio seja questionado e até anulado no prazo de até dois anos, contados da data da venda.

Caso a anulação seja reconhecida, o contrato é desfeito, o bem retorna ao patrimônio do vendedor e os valores pagos podem ser devolvidos. Além disso, essa situação pode gerar reflexos no futuro inventário, exigindo ajustes para garantir que todos os herdeiros recebam o que é justo.

A lei não impede esse tipo de venda, mas garante transparência, equilíbrio e segurança jurídica, evitando conflitos familiares no futuro. Por isso, planejamento e orientação adequadas são as melhores formas de proteger o patrimônio da família.

Por Ariella M. Santana, Estagiária.

A ausência de uma Controladoria Jurídica não afeta apenas a organização interna, mas impacta diretamente os resultados, ...
21/01/2026

A ausência de uma Controladoria Jurídica não afeta apenas a organização interna, mas impacta diretamente os resultados, a segurança e o crescimento do escritório.

Entre as consequências mais frequentes estão a perda ou o risco de perda de prazos, decorrentes da falta de controle e da inexistência de conferências constantes dos prazos finais. Soma-se a isso a falta de padronização nas rotinas, com a adoção de protocolos diferentes e a organização desigual dos processos, o que gera retrabalho, erros e dificulta o controle das atividades.

Outro problema relevante é a desorganização de informações e documentos, já que, sem um controle centralizado, documentos se perdem, dados se confundem e as informações ficam dispersas, impactando diretamente a qualidade do serviço prestado e aumentando o tempo gasto nas tarefas. Além disso, a ausência de controladoria dificulta o crescimento e a possibilidade de escala do escritório, resultando em mais erros, mais estresse e mais retrabalho.

Diante desse cenário, a controladoria jurídica se mostra essencial, pois organiza os processos, reduz riscos, aumenta a produtividade, profissionaliza a gestão e permite um crescimento seguro e estratégico do escritório.

Por Brenda S. N. Buzanelo, Auxiliar de Controladoria Jurídica.

A Controladoria Jurídica é o pilar da gestão moderna do escritório. Mais do que organizar rotinas, ela padroniza process...
19/01/2026

A Controladoria Jurídica é o pilar da gestão moderna do escritório. Mais do que organizar rotinas, ela padroniza processos, transforma dados em inteligência estratégica e sustenta decisões mais seguras, eficientes e alinhadas ao crescimento do negócio jurídico.
Para que sua implementação seja realmente eficiente, alguns pontos essenciais precisam ser observados:
• Diagnóstico da operação – compreender o volume de processos, fluxos existentes, gargalos e riscos.

• Definição clara do escopo – estabelecer responsabilidades, objetivos e limites de atuação da controladoria.

• Padronização de fluxos e procedimentos – criar rotinas claras para prazos, peças, cadastros e comunicação.

• Implantação de indicadores jurídicos – acompanhar desempenho, custos, produtividade e resultados.

• Uso de tecnologia e automação – apoiar a gestão com sistemas, relatórios e dashboards.

• Integração com a estratégia do escritório – alinhar jurídico, financeiro e planejamento.
Ao observar esses pontos essenciais na implementação do setor, a Controladoria Jurídica deixa de ser apenas um suporte operacional e se consolida como um pilar estratégico da gestão, promovendo redução de riscos, aumento de produtividade, melhores resultados financeiros e sustentando o crescimento do escritório de forma organizada, previsível e sustentável.

Por Maria Eduarda Dias Carneiro, Auxiliar de Controladoria Jurídica.

Estamos com oportunidade de Estágio na Área Cível para estudantes que desejam desenvolver habilidades técnicas, aprofund...
16/01/2026

Estamos com oportunidade de Estágio na Área Cível para estudantes que desejam desenvolver habilidades técnicas, aprofundar conhecimentos jurídicos e vivenciar a rotina prática de um escritório de advocacia.

Requisitos:
- Estar regularmente matriculado no curso de Direito

Benefícios:
- Vale-transporte
- Day off por aniversário
- Auxílio para Desenvolvimento Profissional
- Grupo de Estudos e Aprendizagem Coletiva
- Programa de Reconhecimento por Trajetória e Desempenho
- Programa de Incentivo

Informações adicionais:
- Modelo de trabalho: presencial
- Jornada: 6h diárias, de segunda a sexta-feira

Envie seu currículo para [email protected].

O Direito Médico existe para equilibrar duas realidades sensíveis: a proteção do paciente e a segurança jurídica de médi...
16/01/2026

O Direito Médico existe para equilibrar duas realidades sensíveis: a proteção do paciente e a segurança jurídica de médicos e hospitais. Na prática, isso significa compreender que a atividade médica envolve ciência, técnica, risco e tomada de decisões complexas, muitas vezes em situações de urgência e imprevisibilidade.

Nem todo resultado desfavorável decorre de erro. A Medicina não é uma obrigação de resultado, mas, via de regra, de meio: o profissional deve empregar diligência, técnica adequada e seguir os protocolos reconhecidos, sem que isso garanta a cura ou o desfecho ideal. Quando essa distinção é ignorada, cria-se um ambiente de judicialização excessiva e injusta.

Para hospitais e médicos, a atuação preventiva é essencial. Prontuários bem elaborados, comunicação clara com pacientes e familiares, consentimento informado e observância de protocolos clínicos são instrumentos que, além de qualificar o atendimento, são fundamentais para a defesa jurídica em eventual demanda.

Do ponto de vista jurídico, a análise de um caso deve ser técnica e responsável. É necessário avaliar provas, laudos, condutas adotadas, contexto clínico e limites da ciência médica naquele momento específico. Responsabilizar sem critério não protege o paciente: apenas fragiliza o sistema de saúde.

Defender médicos e hospitais não é negar direitos, mas garantir julgamentos justos, baseados em evidência, razoabilidade e conhecimento técnico. Um Direito Médico bem aplicado protege o profissional que atua corretamente e fortalece a confiança na relação entre Medicina, Justiça e sociedade.

Por Luiza Lopes Flois, Estagiária.

Atenção: não informe nenhum tipo de dado. É golpe!SE RECEBER QUALQUER PEDIDO DE VALORES OU INFORMAÇÕES NÃO RESPONDA, DEN...
06/01/2026

Atenção: não informe nenhum tipo de dado. É golpe!

SE RECEBER QUALQUER PEDIDO DE VALORES OU INFORMAÇÕES NÃO RESPONDA, DENUNCIE O NÚMERO E ENTRE EM CONTATO PELOS NOSSOS CANAIS OFICIAIS.

Endereço

Rua Guaíra, 3230
Toledo, PR
85902-170

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:00

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