22/12/2013
Escritório de Advocacia Dr. Luiz Carlos Carvalho de Melo!
Amor & Poesias Messenger Love & Passion of Lustato Tenterrara!
Lustato Tenterrara Teresina Poeta Advogado Brasil!
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Com música-Letra de Mario Quintana
Presente de Natal e Ano-Novo para uma Delegada Criminosa
O Caso da Delegada Wilma de Tal, Filha do Crime Organizado do Sistema Meio Norte de Televisão e o Presidente Laranja-Ameba da OAB-PI em 2007!
Estávamos há dias pensando em escrever sobre o caso dessa delegada corrupta e do Presidente Laranja da OAB-PI (em 2007), e éis que de repente, não mais que de repente, o localizei o texto já escrito e publicado, o que me poupou de relembrar fatos traumáticos. De tudo o texto trata e a única ressalva que fazemos é que não consideramos mais a Sra. Delegada Wilma de Tal uma vagabunda, mas tão-somente uma filha do crime organizado e uma corrupta. As demais ressalvas o próprio texto traz em seu bojo. Fiquem então com o texto que principia discorrendo sobre o nosso curso de Direito e antes do final trata desses dois coelhos: Da Delegada Wilma Corrupta e do Presidente Laranja Ameba, da OAB-PI, durante o ano de 2007.
Muito bem!
Um dia encontrei um amigo [colega... filhinho de papai, bestinha e ignorante] na faculdade de Direito. Era o 1.º ano de Direito. Eu havia feito uma Ação Popular contra uma medida arbitrária e sem senso e talvez obra de alguma corrupção, do Prefeito de Teresina. Imprimi o mesmo texto da ação proposta e alterei os pronomes de tratamentos e alterações no corpo do texto a fim de adequar-se à Autoridade a ser enviado a petição; e os endereçamentos e os protocolei:
a) Junto à OAB, solicitando intervenção;
b) Junto ao Procurador Geral de Justiça, solicitando que nomeasse um Promotor de Justiça para prosseguir no Polo Ativo da demanda, conforme determinado na lei, a qual determina que o Ministério Público deverá prosseguir como Parte Ativa no caso dos propositores da Ação Popular deixe-a de lado; Então no requerimento escrevi que iniciara os procedimentos, mas iria pra casa que eu não poderia continuar e, assim, o MP deveria prosseguir no feito;
c) a outra via, enviei para o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí.
Em todas as 3 vias endereçadas, ao final, indicava "Com Cópia para: " e indicava o nome dos outros Órgãos e Autoridades endereçadas.
Em menos de três dias o Sr Prefeito Firmino Pires (à época) foi à Televisão dizer que não estava sabendo das ocorrências, as quais seriam imediatamente suspensas.
Naquela semana, foi o tema-editorial do nosso Jornal Acadêmico "Academia Universitária - Informativo Tenterrara", explicando que o fato deveu-se à tentativa de expulsão dos camelôs da Avenida Frei Serafim, nos pontos de ônibus.
E tanto na Ação Popular, quanto nos demais expedientes, quanto no Academia Universitária, explanamos que aquilo era coisa de algum abestado que passava pela Avenida Frei Serafim, no seu carro fumê, com motorista e ar-condicionado e que nunca olhara para os lados, para ver aqueles amontoados de gente nos pontos de ônibus, e que não sabia sequer o que era "esperar por ônibus", na maioria das cidades do Brasil.
Apenas em Curitiba, Paraná, existe um modelo de transportes urbanos realmente eficaz e que não se espera nunca nem 10 minutos para passar o ônibus que qualquer uma daquelas pessoas deseja ir. Mas não estamos em Curitiba, onde os pontos-de-ônibus são climatizados (e olha que lá no máximo chega a 20 graus) e paga-se a passagem para entrar na cabine do ponto de ônibus. E pronto. Todas as cabines são integradas e enquanto você não desistir de andar de ônibus e sair de uma cabine, você nunca pagará outra passagem, a menos, é claro, que abandone alguma cabine de espera de Ônibus.
Voltando à Ação Popular, dissemos que a nossa legitimidade para ocupar o Polo Ativo da lide jurídica era o nosso direito subjetivo que estaria ameaçado, acaso a expulsão dos Camelôs continuasse, pois, embora eu não pegasse ônibus, acaso um dia fosse esperar por um, eu gostaria que ali perto alguém vendesse água de côco, água mineral e coca-cola ou Guaraná Antártica e biscoitos ou bombons. Tudo na Ação Pública, e nos comunicados às autoridades e também no Jornal Academia Universitária.
O Título, no jornal acadêmico: Os Camelôs da Frei Serafim!.
O tal estudante dito às primeiras linhas indagou, surpreso: "-- Os Camêlos da Frei Serafim? Mas que raio de assunto é esse?".
Faltei morrer de rir!
E já sabia, naquele instante, qual a manchete da capa da próxima edição:
"Os Camêlos e os Camelôs da Frei Serafim!"...
"-- Hehehe! Perco um amigo [colega]... Mas não perco a piada!"
E sempre fui assim!
Portanto um aviso! Não deixe seu rabo solto, à minha vista, pois eu piso nele e relato o ocorrido.
Essa é uma condição factual de minha vida. Não tenho o rabo preso;
Ninguém pode me acusar de nada, a menos que cometa o crime de Calúnia, falsidade ideológica e abuso de poder.
Aí, os agentes corruptos das Polícias Civil e Militar podem até fazer acusações estapafúrdias, violar meu domicílio, violar meu leito conjugal, violar meu Escritório de Advocacia e ainda levar Autos Processuais, computadores e demais objetos de mídia e encaminharem para perícia na Polícia Federal, e NÃO ENCONTRARÃO NADA ILÍCITO.
E podem fazer isso, porque são analfabetos de pai e mãe (e ainda concedem a esses idiotas o porte de arma).
De modo que faz 5 anos que procuramos pelos autos de UM inquérito policial criminoso e nunca o encontramos no Cartório Criminal do 6.º Ofício (vez que ficou reservado para a 6.ª Vara Criminal os processos fundados na Lei Maria da Penha), para onde foram encaminhados, e onde protocolamos um expediente, eu e minha esposa, com firma reconhecida "por verdadeira", e protocolada na Cartório Criminal da 6.ª Vara Criminal, e onde solicitamos fosse juntado aos autos assim que os mesmos fossem localizados. Referido documento, diga-se de passagem, obtacularia ao Promotor de Justiça a feitura da peça processual "Denúncia";
Creio que o processo será trancado, pois não há na história forense brasileira um circo armado pelo crime organizado que resulte na condenação da vítima, no caso eu e minha esposa e, ainda, nossa filha, à época com 3 anos de idade; e que foram levadas à força pela Delegada Vagabunda dos Matos e Matões, para a Delegacia, com o fim de fazê-la assinar um depoimento escrito pela própria Delegada, totalmente surreal ao ocorrido, e que foi assinado sem ler, e que foi realizado com falsidade ideológica e abuso de Poder. Ora, se o meu Depoimento, na qualidade de advogado e vítima (nunca na posição de culpado ou Réu), pedi a retificação do depoimento por três vezes, e ainda assim recusei-me a assiná-lo por estar totalmente viciado na mentira e na falsidade; o que minha esposa poderia fazer contra a arrogância policial e o tratamento criminosso a que foi submetida, obrigada a assinar um documento sem ler (coisa que todas as pessoas normais fazem, pois jamais se poderia acreditar, no entendimento médio da população, que você falasse o seu depoimento e o mesmo fosse escrito totalmente deturpado e criminoso?).
E o nosso interesse nos Autos era para que pudéssemos processar o Estado e os agentes estatais criminosos.
Pois foi isso. Eu e minha esposa protocolamos, ainda em 2007, petições judiciais assinadas com firma reconhecida por verdadeira e fizemos o mesmo processo de distribuição à diversas autoridades:
I) Uma ao 6.º Cartório da 6.ª Vara Criminal;
II) Outra na OAB-PI, onde nós (eu e minha esposa) informamos que tudo não passou de abuso de poder da Polícia Civil e Militar. E que todos os bandidos travestidos de agentes da lei iriam ser processados, assim como abrimos processos contra os jornais que noticiaram os fatos de forma criminosa e caluniadora, inclusive inventando histórias que não estavam escritas nem mesmo no criminoso e fantasioso inquérito policial instaurado, repleto de "Falsidade Ideológica Qualificada", e onde requeremos a cabeça e os nomes das duas advogadas idiotas do Conselho da OAB-PI com o fim de fazê-las responder a Processo Disciplinar, pois não passaram 10 segundos comigo e foram ouvir as falsidades ideológicas das Delegada Wilma de Tal Vagabunda de Matos e Matões, não providenciando para que fossem garantidas as nossas prerrogativas legais.
E os agentes criminosos da Polícia Civil e Militar viram-se obrigados a cometer o crime de falsidade ideológica para esconder os seus outros crimes anteriores, quais sejam
a) a violação de nosso domicílio;
b) a violação de nosso leito conjugal;
c) a violação de nosso Escritório de Advocacia
d) A apreensão de Autos Judiciais [contra o Sistema Meio-Norte]
e) A apreensão de nossos computadores e que foram encaminhados para perícia junto à Polícia Federal.
Os funcionários do Sistema Meio Norte mantém conluio com o Crime Organizado (que são eles mesmos) e mantém acordo com a facção que atua na Polícia Civil e na Polícia Militar.
a) E tanto eu era o maior ex-adverso do Sistema Meio-Norte, que eu já havia retomado judicialmente 5 veículos em sentenças de execução forçada;
b) Eu era o único (e ainda sou) advogado que denuncia Policiais Civis, Delegados Civis e Policiais Militares;
c) Antes de Advogar, já denunciara junto à Promotoria de Justiça de Timon-MA e de Caxias-MA; dois Delegados da Polícia Civil de Timon-MA; e um Delegado da Polícia Civil de Caxias, MA.
d) E em 2006 fizemos uma Representação, na Corregedoria da Polícia Civil, contra o Delegado Civil da Delegacia do bairro Bela-Vista, em Teresina, o qual foi um dos mentores e apoiadores dessa farsa aberrante e criminosa.
O fato é que a quadrilha de criminosos do Sistema Meio Norte, em conluio com a facção criminosa da Polícia Civil e Polícia Militar do Estado do Piauí e Maranhão armaram um circo com uso de umas 20 viaturas da PM; umas 5 viaturas do BOP (OS QUAIS REPUDIO E ESPERO A FÚRIA DE DEUS SOBRE ESSES FILHOS DO CRIME ORGANIZADO os quais fizeram como se fosse uma operação de "Caça ao Chacal, o maior terrorrista dos anos 90);
Ainda juntaram 10 viaturas do Sistemas Meio-Norte, e, talvez, do helicóptero da Polícia; num circo bem armado para dar sensacionalismo de um crime horrendo e hediondo, em local onde não ocorria nada disso.
Eu estava digitando um artigo para o nosso blog no Live Journal, europeu, e começaram a bater à porta, o qual só fui atender após ter enviado o artigo, às 15:30 horas do dia 15 de agosto, véspera do feriado prolongado do Aniversário de Teresina, justamente antes de um feriadão de 96 horas.
Alguns queriam vingança; outros como a Delegada Wilma Vagabunda de Matos e Matoes, queriam apenas aparecer na mídia, com o fim de alavancar créditos e ser a "Mulher Maravilha", quando nunca passou de uma vagabunda desqualificada.
Ah! No nosso último ano de Direito, fizemos um Mandado de Segurança contra a UESPI-PI, decorrente de ato ilícito realizado por ninguém menos que a Professora Wirna Vagabunda de Matos e Matões, a qual vem a ser filha da Delegada Wilma Vagabunda de Matos e Matões.
O Sistema Meio-Norte ainda teve o desplante de fazer reportagem dizendo que eu não seria Advogado. Também abrimos processo contra esses vagabundos por tal falta de vergonha, pois todo mundo do Sistema Meio-Norte sabia que eu já havia recebido 5 automóveis de várias ações judicias contra várias mídias criminosas do Sistema Meio-Norte. Inclusive, no dia do "Circo", estávamos com o último veículo resultante da execução de sentença contra o Sistema Meio Norte, inclusive, embora raspado e encerado, percebia-se as pinturas no capô e portas do veículo, dos logotipos do Sistema Meio-Norte.
Quanto aos crimes de falsidade ideológica realizado pela Polícia Militar e Polícia Civil, o ato criminoso decorreu na tentativa de esconder outros crimes anteriores, e teve por objeto tentar legalizar um Auto Criminoso de Prisão em Flagrante que havia sido realizado criminosamente e com violação de domicílio, violação de nosso leito nupcial; e com violação de nosso Escritório Jurídico, com abuso de poder e com violência desmedida, com apreensão de autos processuais [contra o Sistema Meio-Norte de Televisão e Jornal Meio Norte (impresso)]; os quais, justamente, estavam dando apoio (propina) para os policiais corruptos de Teresina (Civil e Militar), e ainda noticiaram que eu não era advogado.
Ah! Os Autos da OAB também sumiram, pois minha esposa foi lá atrás para pegar uma cópia de nossa petição com o fim de enviar para a Promotoria de Justiça e comprovar que tal documentação existe, mas, dizem, vasculharam tudo mas não acharam os Autos do Processo Disciplinar.
Tal fato não é de estranhar, pois em nossa petição à OAB-PI informamos que queríamos os nomes de duas advogadas idiotas que compareceram à Delegacia e nem 10 segundos passaram comigo, e foram ouvir as histórias mentirosas e criminosas da Delegada Vagabunda de Matos e Matões; E que tais advogadas iriam sofrer Processo Disciplinar.
Ah! Aproveitei que, à época, o Presidente da OAB-PI era um "laranja", e com esse predicativo o nomeei e me referi em todo o corpo de nossa petição:
a) Um, porque não sabia o seu nome;
b) Dois, porque ele era mesmo um "Laranja";
c) Três, por que na semana do ocorrido foi soltar um comerciante que fôra preso no interior do Piauí; e deixou um Advogado sem a menor assistência e sem ajudar ao menos no respeito às nossas prerrogativas de Advogado legalmente obtidas com luta, e, as quais, foram desrespeitadas em todos os estigmas não imaginados nem mesmo pelo melhor escritor de contos de ficção policial.
E era isso mesmo que "ele era", pois em todo o seu mandato de Presidente da OAB-PI, todas as vezes em que qualquer assunto de Direito lhe era perguntado em alguma reportagem, o coitado sempre respondia com tamanha ignorância do Direito indagado e, sem nada saber sobre o assunto perguntado, dizia sempre: "Iremos colocar a questão em estudo, junto à OAB, para que seja dado uma resposta à altura da importância que o caso requer, e depois informaremos a nossa decisão!"
E isso ele não disse uma nem duas nem três vezes, mas em 100% de todas as entrevistas televisionadas a que assisti.
Não emanava a menor certeza jurídica, nem mesmo para dizer se um copo de água enchido até a metade era um copo meio vazio ou se era um copo meio cheio, de modo que nada sabia sobre assunto algum de Direito.
Portanto errei ao chamá-lo de "laranja", pois ele era uma "Ameba" visto que, na escala evolucionária, a Laranja é muito mais evoluída e desenvolvida do que uma Ameba.
Até a parte da "laranja" foi escrito oficialmente à OAB-PI. Não atentei para o caso de que o dito cujo Presidente da OAB (à época) fosse uma Ameba, e não uma Laranja.
O certo é que, se a Promotoria de Justiça decidir continuar com essa farsa, mesmo com nossos protocolos que eu e minha esposa encaminhamos ainda em 2007, ao Cartório do 6.º Ofício Criminal, da 6.ª Vara Criminal, e cujo teor impediria o oferecimento de denúncia, no entanto, ao saber da Verdade dos Autos, temos certeza que o Digno Representante do Ministério Público solicitará a nossa absolvição, visto que SOMOS VÍTIMAS no aludido processo e não RÉU, como está criminosamente registrado, em caso de audiência, afora as solicitações de meus advogados, o nosso único requerimento (como parte e como Advogado em Causa Própria) será para termos vistas aos Autos, pois faz 5 anos que estamos procurando pelo dito cujo, e não poderemos nos manifestar sobre algo que nem sabemos o que tem dentro.
Esses são os fatos.
Os Fundamentos de Direito somente o Douto Juiz de Direito da 6.ª Vara Criminal e o Douto Promotor de Justiça, Representante do Órgão do Ministério Público, e da Digna Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Piauí, e o nosso Douto Advogado de Defesa somente poderão se manifestar após deleitar-se sobre os autos e perceber o quanto têm [e qual a qualidade] dos crimes cometidos pela Polícia Civil e pela Polícia Militar, de abuso de poder, de Falsidade Ideológica, e dos crimes de violação de nosso domicílio, violação de nosso leito conjugal; e violação de nosso Escritório de Advocacia, o quanto há registrado ou não, nos Autos respectivos.
Prova-se assim que tudo iniciou-se com o crime de violação de domicílio, um crime de natureza constitucional gravado em cláusula pétrea que impede a existência de qualquer processo administrativo, civil ou penal contra qualquer indivíduo, mesmo que seja contra os grandes traficantes de Dr**as e de Armas de Grosso Calibre ou que seja contra o Fernandinho Beira-Mar.
De modo que mesmo havendo alguma prova de algum ilícito menor [uma formiga ao invés de um elefante], as provas estarão maculadas pelo adjetivo da Prova Ilícita, constitucionalmente impedidas de serem utilizadas em qualquer processo, especialmente o penal, que lida com o bem mais precioso do indivídio que é o seu direito de ir e vir. Talvez superior ao direito à vida; ou à vida dígna.
Ou seja, a peça inicial, o Inquérito Policial foi fabricado com a mácula dos crimes de violação de domicílio, violação de nosso leito conjugal e violação de nosso Escritório de Advocacia [apreendendo autos processuais onde a parte adversa é o Sistema Meio-Norte, ligado ao Crime organizado e aos Policiais corruptos que também fazem parte do Crime Organizado].
O fato é que temos certeza que o próprio Douto Representante do Órgão do Ministério Público, ao saber a Verdade dos Fatos, e a verdade provada nos autos, solicitará o trancamento da ação penal.
Inclusive por que no dito processo:
a) o seu alicerce está baseado em provas ilícitas;
b) segundo, por que nenhum dos crimes gravíssimos imputados foram comprovados, nenhum deles.;
c) Nem mesmo o abuso de enviar nosso computador e demais mídias à Polícia Federal retornaram com algum laudo pericial comprovando as besteiras criminosas ditas nos Autos pela Delegada Vagabunda; e devolveram o computador, após a devassa, após acessar imagens íntimas, minhas e de minha esposa, de uso privado, e nem mesmo um único pedido de desculpas. Um bando de ignorantes e analfabetos de pai e mãe.
d) Pois o laudo técnico do Departamento de Polícia Federal, nada pode ter apurado de criminoso, pois não cometo crimes.
e) Aliás, denuncio crimes. Denuncio crimes de pedofilia em todos os lugares do mundo. O Departamento de Polícia Federal, a Safernet e o Gabinete da Presidência da República estão repletos de denúncias de pedofilia que faço sempre que descubro material criminoso em redes sociais ou em qualquer lugar na Internet.
f) Denuncio também crimes de tortura nos presídios do Piauí, tráfico de mulheres, do crime organizado, de falsidade ideológica e abuso de poder cometido pelas autoridades policiais do Piauí e do Maranhão. Isso eu faço muito.
O caso é que era fustrante ir mais de dez vezes atrás desses benditos e malditos Autos de Inquérito Policial e nunca o tivemos nem mesmo vistas ao processo, pois as autoridades criminosas sabiam que acaso eu obtivesse vistas aos autos, nós iríamos solicitar processo administrativo, civil e penal contra todas as autoridades policiais criminosas, quais sejam todas as que participaram de qualquer ato daquele teatro todo.
Inclusive o próprio escrivão ad-hoc seria denunciado por tentativa de espancamento, pois após 3 vezes em que retificou, a nosso pedido, o nosso depoimento, pois dizíamos alguma coisa e ele escrevia outra. Na terceira vez em que me recusei a assinar, -- posto conter inúmeras discrepâncias entre o nosso depoimento e o que o Escrivão Vagabundo escrevia -- . Disse então, levantando-se de sua cadeira de digitador, que viria me espancar se eu não assinasse o depoimento que ele escreveu para que eu assinasse.
A ameaça e a tentativa foram testemunhadas pelo Douto Presidente da OAB-Sub-Seccional de Água Branca, Piauí, o Digno Doutor Manoel Carvalho de Oliveira, o qual não aceitamos que fosse nosso advogado no caso:
a) Primeiro, por que talvez conseguisse a nossa liberação como se nada houvesse ocorrido e eu não estou disposto a deixar passar incólumes os Policiais Criminosos que fizeram e armaram um circo comemorado a uísque pelo Crime Organizado, em que pese o mesmo ser o pai de nosso advogado de defesa;
b) Segundo, por que o mesmo seria mais útil como testemunha, motivo pelo qual o arrolamos como testemunha desse incidente criminoso, a corroborar o restabelecimento da verdade.
Quanto ao depoimento assinado por minha esposa, o mesmo foi totalmente escrito na forma que a Delegada Vagabunda queria ver escrito, tendo sido assinado sem ler, posto que minha esposa não imaginara que diria uma coisa e seria escrito outra.
De tudo isso demos notícia em petição assinada com "firma reconhecida por verdadeira" (não a mera firma reconhecida por semelhança), tanto nas petições encaminhadas ao 6.º Cartorio Criminal da 6.ª Vara Criminal da Comarca de Teresina, quanto do encaminhado à OAB-Seccional do Piauí.
Bom... É isso!
Também deixei de fumar e beber. Hoje nem mesmo sinto falta de um cigarro Carlton ou Charme, ou de um uísque Cavalo Branco. Mas o uísque ainda o tomarei nas horas de festas e comemorações.
Substitui todos os vícios por apenas um: o S**o. Sou viciado em s**o.
De outras e quaisquer dr**as, estou limpo. Mas apenas por que eu decidi, e sem avisar a ninguém:
Bom! Como sempre me ocorre, inicio com um assunto e termino por outro que talvez nada tenha a ver com o início desta publicação.
Não sabemos o porquê disso sempre ocorrer.
Talvez seja o nosso estilo de escrever, ou talvez seja, apenas talvez, alguma outra coisa, contanto que são sempre reveladores da verdade.
E a Verdade às vezes dói!
(Elmano Critilo de Dirceu)
Publicação original: 07-maio-2012
http://www.lustato.com/visualizar.php?idt=3654699
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