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Muitas pessoas acreditam que apenas o casamento civil pode gerar direito à pensão por morte.Mas isso não é verdade.A uni...
10/06/2026

Muitas pessoas acreditam que apenas o casamento civil pode gerar direito à pensão por morte.

Mas isso não é verdade.

A união estável também pode ser reconhecida para fins previdenciários, desde que seja comprovada de forma adequada.

O ponto principal é demonstrar que existia uma convivência pública, contínua e com intenção de formar família.

Ou seja, não basta apenas afirmar que havia um relacionamento.

É necessário apresentar elementos que mostrem a realidade daquela união.

Alguns documentos podem ajudar nessa comprovação, como comprovante de residência no mesmo endereço, conta conjunta, plano de saúde como dependente, declaração de imposto de renda, fotos, mensagens, certidão de nascimento de filhos em comum e testemunhas.

O problema é que muitos pedidos são negados porque o INSS entende que as provas apresentadas não foram suficientes.

Isso pode acontecer principalmente quando o casal não formalizou a união, não tinha muitos documentos em comum ou quando a família faz o pedido sem organizar corretamente as provas.

Por isso, não ter casamento no papel não significa, por si só, ausência de direito.

A união estável pode gerar pensão por morte, mas precisa ser demonstrada com cuidado.

Antes de concluir que não existe direito, é importante analisar a história do casal, os documentos disponíveis e a forma correta de apresentar esse pedido ao INSS.

Cada caso exige avaliação individual.

Para mais informações sobre união estável e pensão por morte, procure orientação jurídica especializada.

08/06/2026

O BPC/LOAS pode ser um direito importante para pessoas com deficiência que enfrentam limitações no dia a dia.

Muitas pessoas acreditam que a análise depende apenas do diagnóstico, mas não é só isso.

O ponto central é avaliar como aquela condição impacta a vida da pessoa, sua autonomia, sua rotina, sua participação social e a realidade da família.

Além da condição de saúde, fatores sociais e econômicos também fazem parte da análise.

Isso significa que o INSS deve observar a situação de vulnerabilidade como um todo, e não apenas um documento isolado.

Na prática, muitas negativas acontecem porque a avaliação é feita de forma incompleta.

Às vezes, o diagnóstico existe, as limitações estão presentes, a família enfrenta dificuldades, mas esses fatores não são devidamente demonstrados no pedido.

Por isso, a organização dos documentos é essencial.

Relatórios médicos, laudos, exames, comprovantes de despesas, informações sobre a rotina e a realidade social podem fazer diferença na análise.

Cada caso precisa ser avaliado individualmente.

Para mais informações sobre BPC/LOAS para pessoa com deficiência, procure orientação jurídica especializada.

O CNIS é um dos documentos mais importantes para quem pretende pedir aposentadoria ou qualquer benefício previdenciário....
05/06/2026

O CNIS é um dos documentos mais importantes para quem pretende pedir aposentadoria ou qualquer benefício previdenciário.

Ele funciona como um histórico da vida contributiva do segurado, reunindo vínculos de trabalho, contribuições, salários e períodos registrados no INSS.

O problema é que esse documento nem sempre está correto.

É comum encontrar situações como:
empregos que não aparecem;
vínculos com data errada;
salários menores do que os realmente recebidos;
contribuições sem registro;
períodos incompletos;
dados divergentes entre carteira de trabalho e sistema do INSS.

Esses erros podem prejudicar diretamente o segurado.

Um CNIS incompleto pode gerar negativa do benefício, atraso na análise, exigências do INSS ou até redução no valor da aposentadoria.

Muita gente só descobre o problema quando já fez o pedido e recebe uma exigência ou uma decisão negativa.

Por isso, conferir o histórico previdenciário antes de solicitar um benefício é uma etapa essencial.

A análise do CNIS permite identificar falhas, organizar documentos e corrigir informações antes que elas prejudiquem o resultado do pedido.

A aposentadoria começa antes do requerimento.

Começa com a conferência correta do seu histórico no INSS.

Para mais informações sobre erros no CNIS, procure orientação jurídica especializada.

03/06/2026

Você teve um acidente, passou por um problema de saúde, voltou ao trabalho, mas sente que nunca mais conseguiu trabalhar da mesma forma?

Essa situação precisa de atenção.

Muitas pessoas retornam às atividades com dor, limitação de movimento, perda de força, dificuldade para executar tarefas ou redução no desempenho profissional.

Mesmo continuando a trabalhar, pode existir uma sequela que reduziu a capacidade para a função exercida.

Nesses casos, dependendo da análise do caso concreto, pode surgir o direito ao auxílio-acidente.

Esse benefício não exige que a pessoa esteja totalmente incapacitada para o trabalho.

O ponto principal é verificar se houve redução da capacidade laboral em razão da sequela.

O problema é que muitas pessoas acham que, por terem voltado ao trabalho, não têm mais nenhum direito.

Mas o retorno ao trabalho não elimina automaticamente a possibilidade de receber o auxílio-acidente.

Por isso, se ficou alguma limitação depois de um acidente ou problema de saúde, o caso precisa ser avaliado com cuidado.

Para mais informações sobre esse direito, procure orientação jurídica especializada.

A pensão por morte é um benefício importante para muitas famílias, mas um ponto precisa ficar claro: ela não é automátic...
01/06/2026

A pensão por morte é um benefício importante para muitas famílias, mas um ponto precisa ficar claro: ela não é automática.

Após o falecimento de um familiar, os dependentes podem ter direito a receber um benefício do INSS. Porém, para isso, alguns requisitos precisam ser analisados.

Não basta apenas comprovar o parentesco.

É necessário verificar se a pessoa falecida estava protegida pelo INSS no momento do óbito.
Isso pode acontecer quando ela contribuía normalmente, recebia algum benefício previdenciário ou ainda estava dentro do chamado período de proteção.

Além disso, também é preciso demonstrar quem são os dependentes e qual era a relação com a pessoa falecida.

Cônjuge, companheiro, filhos menores e outros dependentes podem ter direito, dependendo da situação.

Na prática, muitos pedidos acabam sendo negados por falta de documentos, divergências nas informações ou dificuldade em comprovar a dependência, especialmente em casos de união estável ou dependência econômica.

Por isso, uma negativa do INSS nem sempre significa que o direito não existe.

Em muitos casos, o problema está na forma como o pedido foi apresentado ou nos documentos que deixaram de ser juntados.

Antes de desistir, é importante analisar o caso com atenção e verificar se todos os requisitos foram corretamente avaliados.

Cada família tem uma realidade.

E cada pedido precisa ser construído com base nessa realidade.

Para mais informações sobre pensão por morte, procure orientação jurídica especializada.

Muitos microempreendedores individuais acreditam que, por pagarem o DAS todos os meses, já estão totalmente protegidos p...
29/05/2026

Muitos microempreendedores individuais acreditam que, por pagarem o DAS todos os meses, já estão totalmente protegidos pelo INSS.

Mas é importante entender que a contribuição do MEI possui regras e limitações.

O pagamento mensal do MEI pode garantir acesso a benefícios previdenciários, desde que os requisitos legais sejam cumpridos.

Porém, essa contribuição normalmente é feita sobre o salário mínimo e pode não servir para todos os objetivos previdenciários.

Em alguns casos, o MEI precisa avaliar se será necessário complementar a contribuição para buscar uma forma de aposentadoria diferente ou para melhorar o planejamento previdenciário.

Também é importante verificar se os pagamentos estão corretos, se não existem meses em atraso e se as contribuições estão aparecendo no histórico do INSS.

O problema é que muitos empreendedores só descobrem essas limitações quando estão perto de se aposentar ou quando precisam de algum benefício.

Ser MEI é uma forma de formalização importante, mas isso não elimina a necessidade de acompanhar a vida previdenciária.

Quem trabalha por conta própria também precisa planejar o futuro.

Antes de contar apenas com o pagamento mensal do MEI, vale analisar se essa contribuição está alinhada ao benefício esperado e à realidade do segurado.

Para mais informações sobre MEI e aposentadoria, procure orientação jurídica especializada.

A renda familiar é apenas um dos critérios analisados no LOAS.O benefício leva em consideração a situação de vulnerabili...
06/05/2026

A renda familiar é apenas um dos critérios analisados no LOAS.

O benefício leva em consideração a situação de vulnerabilidade como um todo.

Despesas com saúde, limitações e o contexto social da família também fazem parte dessa avaliação.

O problema é que nem sempre esses fatores são considerados na decisão inicial.

E isso pode resultar em negativas que não refletem a realidade.

Por isso, cada caso precisa ser analisado de forma individual e completa.

Ter o LOAS negado com base apenas na renda é uma realidade frequente.Isso acontece porque muitas análises consideram som...
04/05/2026

Ter o LOAS negado com base apenas na renda é uma realidade frequente.

Isso acontece porque muitas análises consideram somente um critério, ignorando todo o restante da situação.

Despesas com saúde, necessidades específicas e o contexto social da família também fazem parte da avaliação.

Quando esses fatores não são considerados, a decisão pode não refletir a realidade.

Por isso, cada caso precisa ser analisado de forma completa e individual.

Voltar ao trabalho não significa que o direito ao benefício deixou de existir.Após acidentes ou doenças, é comum que fiq...
01/05/2026

Voltar ao trabalho não significa que o direito ao benefício deixou de existir.

Após acidentes ou doenças, é comum que fiquem sequelas, mesmo que não sejam tão evidentes.

Quando há redução da capacidade para o trabalho, o auxílio-acidente pode ser devido.

E o mais importante: esse benefício não exige afastamento atual nem incapacidade total.

Mesmo assim, muitas situações passam sem qualquer tipo de análise.

Por isso, é essencial entender como esse direito funciona e quando ele pode ser aplicado.

Após um acidente ou doença, muitas pessoas retornam ao trabalho acreditando que tudo voltou ao normal.Mas, na prática, p...
29/04/2026

Após um acidente ou doença, muitas pessoas retornam ao trabalho acreditando que tudo voltou ao normal.

Mas, na prática, pequenas limitações podem continuar existindo e impactar o desempenho profissional.

Quando há redução da capacidade, mesmo que parcial, pode surgir o direito ao auxílio-acidente.

O problema é que esse direito raramente é explicado ou analisado no momento adequado.

E por isso, muitas pessoas deixam de receber um benefício que poderia fazer diferença.

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