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Já se imaginou em uma situação em que esperar uma sentença judicial pode causar um enorme prejuízo?Nessas situações, a t...
29/01/2026

Já se imaginou em uma situação em que esperar uma sentença judicial pode causar um enorme prejuízo?

Nessas situações, a tutela de urgência pode ser a solução.

Trata-se de uma medida prevista no Código de Processo Civil para garantir direitos de forma provisória e imediata, quando houver risco de danos graves pela demora do processo.

Para obtê-la, é necessário comprovar ao juiz:

→ Probabilidade do direito: fortes evidências de que o direito solicitado é legítimo;

→ Perigo de dano ou risco ao resultado do processo: que a demora na decisão pode causar prejuízo grave ou irreparável;

→ Reversibilidade da medida: uma decisão provisória não pode causar danos irreversíveis a outra parte.

Na prática, existem dois tipos de tutela de urgência:

1 – Tutela antecipada: permite antecipar o direito antes da decisão final, como o pagamento de um benefício ou a liberação de um bem;

2 – Tutela cautelar: busca proteger um direito para evitar que ele seja prejudicado enquanto o processo estiver em andamento, como a preservação de provas ou o bloqueio de bens.

Um exemplo comum ocorre na área de saúde: quando uma pessoa precisa de um medicamento essencial para a sua sobrevivência e não pode custeá-lo.

Nesse caso, uma tutela de urgência pode garantir o fornecimento imediato do tratamento, mesmo antes do julgamento final do caso.

É importante lembrar que a tutela de urgência tem caráter provisório e pode ser revogada caso as provas apresentadas no processo não confirmem o direito alegado.

Ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre como funciona?

Deixe nos comentários ou envie a sua dúvida!

A ação negatória de paternidade é uma ferramenta legal utilizada para contestar a paternidade reconhecida em casos em qu...
29/01/2026

A ação negatória de paternidade é uma ferramenta legal utilizada para contestar a paternidade reconhecida em casos em que o pai acredita não ser o genitor biológico da criança.

Essa ação é essencial para garantir que as relações familiares sejam baseadas na realidade biológica, evitando falsas atribuições de responsabilidade.

A ação negatória de paternidade pode ser movida por qualquer pessoa.

Geralmente, é pelo homem que reconheceu a paternidade de uma criança e, posteriormente, teve dúvidas sobre sua paternidade biológica.

Outra possibilidade ocorre quando um suposto pai registra uma criança sob influência indevida ou engano, ou seja, foi pressionado ou induzido a realizar o ato.

Para isso, é necessário comprovar, por meio de exames de DNA ou outros meios, que não há vínculo genético entre o suposto pai e a criança.

Além de evitar injustiças, a ação negatória de paternidade também tem impacto em questões jurídicas, como pensão alimentícia, heranças e outros direitos relacionados à paternidade.

Se você acredita que o reconhecimento de paternidade foi feito de forma equivocada, a ação negatória de paternidade é o caminho para buscar a verdade.

Consultar um advogado especializado pode ajudar a garantir que seus direitos sejam preservados. Fale conosco!

Descobriu que alguém está usando sua marca sem autorização?Nessa situação, a primeira opção é enviar uma notificação ext...
26/01/2026

Descobriu que alguém está usando sua marca sem autorização?

Nessa situação, a primeira opção é enviar uma notificação extrajudicial, informando o uso indevido e o registro no INPI.

Para isso, é importante que a notificação contenha informações claras, como a descrição dos fatos e a comprovação da propriedade da marca.

Mas, para garantir a elaboração correta desse documento, é recomendado buscar o auxílio de um advogado especializado em propriedade intelectual.

Assim, você terá segurança de que seus direitos estão sendo protegidos e que todas as formalidades necessárias estão sendo cumpridas.

Caso a notificação extrajudicial não resolva a situação, é possível ingressar com uma ação judicial para cessar o uso indevido da sua marca e responsabilizar o infrator.

Conte com um advogado para ajudá-lo a proteger seus direitos de propriedade intelectual. Se precisar, fale conosco e teremos muito prazer em te ajudar!

Você conhece as situações que podem caracterizar dano moral?Esse é um tema muito comum em ações judiciais.Isso porque o ...
21/01/2026

Você conhece as situações que podem caracterizar dano moral?

Esse é um tema muito comum em ações judiciais.

Isso porque o cidadão que teve a sua honra, imagem, privacidade, sentimentos ou outros estados psíquicos abalados por outra pessoa ou empresa tem o direito de solicitar reparação moral através do pagamento de indenização.

Para ilustrar, separamos 6 situações que podem justificar uma ação judicial indenizatória por dano moral:

- Postagem ofensiva em redes sociais;
- Agressão moral em casamento;
- Inscrição indevida em órgãos de proteção ao crédito;
- Cobranças abusivas;
- Uso indevido de marca;
- Violência doméstica.
- Mal atendimento em situações inesperadas em viagens de avião.

Caso tenha sido vítima de alguma situação como as apresentadas, saiba que você pode ser compensado. Procure seus direitos e conte com nosso auxílio profissional! Celular: 55.21.98731-2208

Se bateu esse arrependimento, a dúvida é natural.Vem com a gente desvendar se é possível pedir a anulação da partilha ex...
20/01/2026

Se bateu esse arrependimento, a dúvida é natural.

Vem com a gente desvendar se é possível pedir a anulação da partilha extrajudicial e o que a lei diz sobre isso!

Imagine se, após a partilha de bens, vocês desistem do divórcio e querem anulá-la! Será que dá para voltar atrás?

A resposta é: nem sempre.

O simples arrependimento não é suficiente para pedir a anulação.

A lei estabelece alguns motivos específicos para que isso seja possível, como erro, dolo, coação, estado de perigo e lesão.

Se algum desses elementos estiver presente, ela poderá, então, ser considerada pelo juiz.

Como a partilha de bens é vista como um negócio jurídico, o prazo para fazer o pedido de anulação é de quatro anos, conforme a lei determina.

Ou seja, é importante agir dentro desse período.

Para entender melhor e tomar decisões informadas, consulte-nos! Somos advogados especializados em direito de família.

Você sabia que a forma como o cuidado dos filhos é dividido entre os pais pode fazer toda a diferença na vida das crianç...
19/01/2026

Você sabia que a forma como o cuidado dos filhos é dividido entre os pais pode fazer toda a diferença na vida das crianças?

Veja as principais diferenças entre as duas modalidades e compreenda como isso pode afetar os pequenos!

1 - Decisões compartilhadas vs. decisões unilaterais:

Na guarda compartilhada, ambas as partes têm voz ativa nas decisões importantes dos filhos.

Já na guarda unilateral, um deles tem o poder exclusivo de tomar atitudes, enquanto o outro supervisiona.

2 - Tempo de convívio:

Na compartilhada, esse tempo é dividido de maneira equilibrada entre mãe e pai. Isso é fundamental para a criança manter um relacionamento saudável com os dois.

Na unilateral, ela passa mais tempo com o genitor que detém a guarda.

3 - Lar de referência:

Mesmo na guarda compartilhada, a criança terá um lar de referência (lugar principal de residência) para criar estabilidade.

4 - Pensão alimentícia:

A compartilhada não elimina a obrigação de ambos os pais do pagamento da pensão alimentícia para o bem-estar dos filhos.

5 - Compromissos:

Na compartilhada, a grande maioria dos compromissos exigem a concordância dos dois genitores, como viagens, procedimentos médicos mais complexos e matrícula na escola.

Já na modalidade unilateral, só é necessária a autorização de quem possui a guarda.

Entendeu as diferenças?

Vale lembrar! A guarda compartilhada é a regra geral em nosso sistema legal.

No entanto, se um dos pais não desejar exercer, ou houver circunstâncias que impeçam a aplicação da compartilhada, a unilateral será aplicada.

Se você tiver dúvidas específicas sobre esse assunto, entre em contato conosco!

Você já se sentiu incomodado com barulhos excessivos vindos do seu vizinho?Saiba que existe uma legislação que trata esp...
16/01/2026

Você já se sentiu incomodado com barulhos excessivos vindos do seu vizinho?

Saiba que existe uma legislação que trata especificamente disso!

A lei estabelece que todos têm direito ao sossego e à tranquilidade em sua residência.

Nesse sentido, segundo a Lei de Vizinhança, será considerado perturbação de sossego qualquer atividade que cause barulho em excesso.

Isso vai além de um som alto, podendo ser até mesmo brigas, sirenes, batidas de portas, entre outros.

Os horários estabelecidos para limitar os ruídos podem variar de município para município.

A Norma Brasileira (NBR) 10.151 de 2019/2020, desenvolvida pela ABNT, é também usada para regulamentar a Lei de Perturbação do Sossego.

Essa NBR controla o ruído em áreas residenciais da seguinte forma:

-> Até 55 decibéis para o período das 7h às 20h (diurno);

-> Até 50 decibéis para o período das 20h às 7h (noturno), podendo ser estendida a faixa noturna se o dia seguinte for domingo ou feriado.

Contudo, não é apenas na esfera civil que a proteção ao sossego é garantida. Na esfera penal, também é algo previsto.

É o caso da Lei de Contravenções Penais.

Conforme previsto em seu art. 42, a perturbação de sossego poderá ter a pena de prisão simples, de 15 dias a 3 meses, ou aplicação de multa.

Às vezes, a melhor maneira de resolver este tipo de situação é o diálogo com seus vizinhos.

Entretanto, em situação em que o diálogo não resolva a situação, é possível acionar a polícia ou até mesmo a prefeitura para fazer valer os seus direitos previstos em lei.

Caso precise de ajuda para uma situação como essa, busque orientação jurídica conosco. Estamos ao seu dispor!

Quando o assunto é pensão alimentícia, surgem muitas dúvidas, incluindo até quando o alimentante tem a obrigação de paga...
13/01/2026

Quando o assunto é pensão alimentícia, surgem muitas dúvidas, incluindo até quando o alimentante tem a obrigação de pagar.

Primeiro, é importante destacar que a maioridade não encerra automaticamente essa responsabilidade. Por isso, é preciso entender os requisitos para solicitar a exoneração de alimentos.

Veja quais são:

1 - Maioridade ou emancipação:

O filho pode ser considerado emancipado quando possui independência financeira, como ter uma fonte de renda própria ou um emprego, por exemplo.

2 - Casamento ou união estável do alimentado:

Se o alimentado se casa ou estabelece uma união estável, geralmente já consegue se sustentar sozinho.

3 - Conclusão ou abandono dos estudos:

A Justiça entende que até os 24 anos, especialmente quando o dependente continua estudando, ele ainda pode necessitar do suporte financeiro.

Portanto, a obrigação do pagamento só cessa após uma decisão judicial.

Para isso, o alimentante deve entrar com uma ação para que o juiz avalie as condições das partes, considerando as necessidades de quem recebe e as possibilidades de quem paga.

Lembre-se: ao deixar de pagar a pensão alimentícia sem uma decisão judicial, você pode enfrentar problemas legais!

A Justiça é quem determina o início e o fim dessa obrigação.

Ainda tem dúvidas sobre o assunto?

Busque orientação legal conosco, somos especialistas em Direito de Família!

A propriedade privada é um direito garantido pela Constituição, mas não é absoluta. Em determinadas situações, o Estado ...
11/01/2026

A propriedade privada é um direito garantido pela Constituição, mas não é absoluta. Em determinadas situações, o Estado pode intervir nesse direito para atender ao interesse coletivo.

Essa intervenção não é aleatória e ocorre por meio de formas previstas em lei.

Veja quais são:

Limitações administrativas: São regras que limitam o uso da propriedade, como leis que proíbem construções em áreas de preservação ou definem o que pode ser feito em uma zona residencial. O objetivo é garantir o bem-estar da coletividade.

Servidão administrativa: Permite que o Estado use parte de um imóvel para obras ou serviços públicos, como a instalação de postes ou tubulações. O imóvel continua sendo do proprietário, mas seu uso pode ser parcialmente restringido.

Ocupação temporária: Ocorre quando o Estado precisa utilizar um imóvel por tempo determinado para executar obras públicas. Nesse caso, se houver prejuízos, o proprietário deve ser indenizado.

Requisição administrativa: Em situações de emergência, como desastres ou pandemias, o Estado pode utilizar bens ou serviços particulares. A indenização é devida apenas se houver danos.

Tombamento: Protege bens com valor histórico, cultural ou artístico. O proprietário mantém a posse, mas deve seguir regras para conservar o bem e obter autorização para qualquer alteração.

Desapropriação: É a forma mais radical. O Estado retira a propriedade do dono para atender ao interesse público. Nesses casos, é obrigatória a indenização prévia, justa e em dinheiro.

Essas formas de intervenção equilibram o direito à propriedade com as necessidades da sociedade. Viver em comunidade também significa respeitar o que é de todos.

Em caso de dúvidas, fale conosco!
21 98731-2208

Entenda como funciona a atualização do valor referente a caução locatícia em dinheiro!A Lei do Inquilinato estabelece al...
09/01/2026

Entenda como funciona a atualização do valor referente a caução locatícia em dinheiro!

A Lei do Inquilinato estabelece algumas modalidades de garantia para reduzir o risco de eventuais inadimplências por parte dos inquilinos.

Dentre as garantias mais comuns, está a caução locatícia em dinheiro.

Para essa modalidade, o valor da caução não pode ultrapassar a soma de três meses de aluguel.

Essa quantia deve ser depositada em caderneta de poupança e, ao final, caso não seja necessário utilizá-la, o locador deverá devolvê-la ao locatário devidamente corrigida monetariamente e com os juros decorrentes de sua aplicação bancária.

Vai locar um imóvel e quer entender mais sobre a caução em dinheiro?

Sou advogado especialista em direito imobiliário, podemos te auxiliar!

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Se você tem filhos de genitores diferentes, é comum surgir a dúvida sobre o valor da pensão.Quando se trata de pensão al...
08/01/2026

Se você tem filhos de genitores diferentes, é comum surgir a dúvida sobre o valor da pensão.

Quando se trata de pensão alimentícia, leva-se em consideração as necessidades da pessoa que a recebe e a capacidade de quem paga.

Isso é conhecido como o "binômio necessidade/possibilidade".

Acompanhe para saber mais!

A partir de 2002, a legislação incluiu a proporcionalidade ao mix, o que significa que os valores dos alimentos devem ser proporcionais às necessidades do alimentando e aos recursos da pessoa obrigada a pagá-los.

Diante disso, o Superior Tribunal de Justiça já explicou que filhos de relacionamentos distintos podem receber valores diferentes de pensão.

Por exemplo:

Em um cenário em que o pai tem filhos de mães diferentes, e a mãe de um deles está em melhores condições financeiras do que a outra, os valores da pensão serão diferentes para cada filho.

Isso não viola o princípio da igualdade, não sendo caracterizada discriminação, desde que os detalhes de cada caso sejam considerados.

Fonte: REsp 1624050/MG.

Se você tiver dúvidas sobre esse assunto, fale conosco, somos especializados em direito de família!

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