22/09/2026
Na hora de pedir pensão alimentícia, não basta pensar apenas em “qual porcentagem pedir?”.
Antes de ajuizar a ação, é importante analisar com cuidado a realidade daquela criança e também a situação financeira de quem irá pagar os alimentos.
Alguns pontos que fazem diferença:
• quais são as despesas reais da criança, como escola, alimentação, saúde, transporte, atividades e moradia;
• se o genitor possui emprego formal, renda variável, empresa ou trabalha de forma autônoma;
• quais verbas podem ou não integrar a base de cálculo da pensão;
• como ficará o pagamento em caso de desemprego ou trabalho informal;
• despesas extraordinárias, como medicamentos, tratamentos, material escolar e outras necessidades que podem surgir ao longo do ano.
E tem um detalhe importante: cada caso precisa ser analisado individualmente. O valor da pensão não é definido apenas pela vontade de um dos pais, mas levando em consideração as necessidades do filho e as possibilidades financeiras de quem deve contribuir.
Por isso, quanto mais completa estiver a documentação e mais clara estiver a realidade financeira e as despesas da criança, melhor será possível formular o pedido.
Informação e planejamento também fazem parte da proteção dos direitos dos filhos. ⚖️