23/04/2026
1 - Documentação médica insuficiente: O INSS exige laudos que comprovem a incapacidade de forma objetiva. Documentos vagos, desatualizados ou sem especificidade suficiente costumam resultar em indeferimento logo na análise inicial.
2 - Carência não cumprida: Cada benefício tem um número mínimo de contribuições. Para o auxílio por incapacidade temporária, são 12. Para aposentadorias, os requisitos variam conforme a categoria e as regras de transição.
3 - Perda da qualidade de segurado: Quem ficou muito tempo sem contribuir pode perder a cobertura do INSS. O chamado "período de graça" tem prazo definido em lei — e muita gente não sabe disso até receber a negativa.
4 - Divergência de dados cadastrais: Erros no nome, CPF ou nos registros de vínculo empregatício no sistema do INSS geram indeferimentos por inconsistência formal — mesmo quando o direito material existe.
5 - Atividade especial sem PPP correto: Para quem requer aposentadoria especial, o Perfil Profissiográfico Previdenciário precisa estar corretamente preenchido pelo empregador. Sem esse documento, o tempo especial não é reconhecido.
6 - Ausência de nexo na perícia médica: Na perícia do INSS, o perito avalia se a condição de saúde impede o exercício do trabalho habitual. Se o laudo apresentado não estabelecer esse vínculo de forma clara, o indeferimento é o resultado mais comum.
O recurso administrativo — e, quando necessário, o judicial — é um caminho legítimo e frequentemente subutilizado. Receber a carta de indeferimento não encerra o processo.
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