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Chega a Beirute o voo da FAB que trará o primeiro grupo de brasileiros que fogem do conflito no Oriente MédioCeleste Sil...
05/10/2024

Chega a Beirute o voo da FAB que trará o primeiro grupo de brasileiros que fogem do conflito no Oriente Médio
Celeste Silveira, outubro, 5, 2024
Segundo lista informada pela Globonews, 229 brasileiros e familiares voltarão ao Brasil nessa primeira viagem.
Pousou às 11h22 (horário de Brasília) deste sábado (5), no aeroporto de Beirute, o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que vai repatriar brasileiros e seus familiares que fogem do conflito entre Israel e o Hezbollah. A capital libanesa vem sendo alvo de bombardeios das forças israelenses, o que levou os brasileiros a pedirem seu resgate. Entre os passageiro, há dez crianças de colo. A lista divulgada pela Globonews é de 229 passageiros que retornarão ao Brasil.
A operação, que faz parte da missão Raízes do Cedro, estava prevista para ocorrer na sexta-feira (4), mas foi adiada por razões de segurança, devido aos bombardeios realizados por Israel na região, em meio ao conflito com o grupo extremista Hezbollah.
A aeronave KC-30 partiu da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, na quarta-feira (2), chegou a Portugal no mesmo dia e decolou para Beirute às 6h55 (horário de Brasília) deste sábado.
Cerca de 3 mil brasileiros querem deixar o Líbano
A operação foi organizada pelo governo brasileiro após conversas entre o presidente Lula e o chanceler Mauro Vieira, que estavam no México para a posse da presidente Claudia Sheinbaum. Desde a semana passada, a embaixada brasileira em Beirute tem intensificado os contatos com a comunidade local para identificar os cidadãos interessados em retornar ao Brasil.
Aproximadamente 3 mil brasileiros demonstraram interesse em deixar o Líbano, muitos dos quais são residentes da capital e do Vale do Bekaa, regiões diretamente afetadas pelos conflitos.
Fonte:

Segundo lista informada pela Globonews, 229 brasileiros e familiares voltarão ao Brasil nessa primeira viagem. Pousou às 11h22 (horário de Brasília) deste sábado (5), no aeroporto de Beirute, o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que vai repatriar brasileiros e seus familiares que fogem do...

HEZBOLLAH DISPARA MÍSSIL BALÍSTICO CONTRA SEDE DO MOSSAD, PERTO DE TEL AVIVCeleste Silveira, setembro 25, 2024Segundo gr...
25/09/2024

HEZBOLLAH DISPARA MÍSSIL BALÍSTICO CONTRA SEDE DO MOSSAD, PERTO DE TEL AVIV
Celeste Silveira, setembro 25, 2024
Segundo grupo libanês, ataque mirou prédio onde agência de espionagem planejava explosões de pagers e walkie-talkies; dispositivo foi interceptado pela defesa aérea israelense.
O Hezbollah disparou um míssil balístico em direção à sede do Mossad, perto de Tel Aviv, nesta quarta-feira (25/09). De acordo com o grupo libanês, o ataque teve como alvo o prédio onde a agência de inteligência e espionagem israelense planejava seus ataques usando dispositivos de comunicação, como pagers e walkie-talkies.
“A Resistência Islâmica lançou um míssil balístico ‘Qader 1’ às 6h30 (03h30 GMT) na quarta-feira, 25-9-2024, visando a sede do Mossad nos arredores de Tel Aviv”, confirmou o Hezbollah em comunicado. “Esta sede é responsável pelo assassinato de líderes e pela explosão de pagers e dispositivos sem fio.”
De acordo com o exército israelense, os sistemas de defesa aérea conseguiram interceptar o míssil disparado da área de Nafakhiyeh, no Líbano. Não houve relatos imediatos de vítimas.
Trata-se da primeira vez que o grupo, aliado do Hamas e apoiado pelo Irã, reivindica um ataque com mísseis balísticos desde outubro de 2023, quando as tensões com Israel se agravaram em decorrência da guerra em Gaza contra os palestinos.
O recente lançamento que, segundo o movimento, ocorreu “em apoio ao povo de Gaza” e “em defesa do Líbano e de seu povo”, é uma resposta à maior operação de ataques israelenses contra o território libanês iniciada nesta semana. Os bombardeios coordenados pelas forças de Israel já mataram pelo menos 569 pessoas no país, deixaram milhares de feridos e promoveram um deslocamento massivo.
Enquanto isso, o Hezbollah também reivindicou nesta quarta-feira um ataque de foguetes no norte de Israel, incluindo a região ocupada das Colinas de Golã e perto do Monte Carmelo, afirmando que tinham como alvo bases do exército.
Por outro lado, a emissora catari Al Jazeera relatou que, durante a noite do dia anterior até o amanhecer, Tel Aviv conduziu uma série de ataques aéreos, tratando-se de “uma das maiores campanhas de sua história”, com o uso de pelo menos 250 caças.
Ameaça de ofensiva terrestre no Líbano
De acordo com o jornal The Times of Israel, o chefe do Comando Norte das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), major-general Ori Gordin, declarou na terça-feira (24/09) que os militares israelenses precisam estar “fortemente preparados” para uma ofensiva terrestre no Líbano.
“Entramos em outra fase da campanha. A operação começou com um golpe muito significativo nas capacidades do Hezbollah, com ênfase nas capacidades [de foguetes], e um golpe muito significativo para os comandantes e membros da organização”, disse o alto funcionário israelense.
“Precisamos mudar a situação de segurança. Precisamos estar muito preparados para entrar [no Líbano] em uma manobra [terrestre]”, acrescentou.
As tensões entre Israel e o Hezbollah, que apoia o Hamas e a libertação da Palestina, têm se intensificado desde 8 de outubro de 2023. O ápice foi em julho deste ano, após a morte de duas lideranças: Ismail Haniyeh, líder do gabinete político do Hamas; e Fuad Shukr, alto comandante do Hezbollah. Atribuindo os assassinatos a Israel, o movimento libanês garantiu que responderia contra as forças inimigas.

*Opera Mundi
Fonte:

Segundo grupo libanês, ataque mirou prédio onde agência de espionagem planejava explosões de pagers e walkie-talkies; dispositivo foi interceptado pela defesa aérea israelense. O Hezbollah disparou um míssil balístico em direção à sede do Mossad, perto de Tel Aviv, nesta quarta-feira (25/0...

GOVERNO LULA JÁ DESTINOU R$ 98 BI A AÇÕES DE RECONSTRUÇÃO E PREVENÇÃO NO RSCeleste Silveira setembro 12, 2024O governo f...
12/09/2024

GOVERNO LULA JÁ DESTINOU R$ 98 BI A AÇÕES DE RECONSTRUÇÃO E PREVENÇÃO NO RS
Celeste Silveira setembro 12, 2024

O governo federal apresentou, nesta quarta-feira (11), em Porto Alegre, um balanço das ações realizadas para o socorro e reconstrução do Rio Grande do Sul após as enchentes de maio até este momento, reforçando a continuidade das medidas em 2024 e pelos próximos anos. Ao todo, os recursos destinados ao estado somam R$ 98,7 bilhões, dos quais R$ 42,3 bilhões já foram pagos.
Do montante total alocado, R$ 17,5 bilhões dizem respeito à prorrogação e antecipação de recursos e R$ 81,2 bilhões a recursos novos. Destes, R$ 56,7 bilhões foram em linhas de crédito, dos quais R$ 14,4 bilhões já contratados. Além disso, R$ 24,5 bilhões saíram dos recursos do Orçamento Geral da União, dos quais R$ 12,9 bilhões foram pagos.
O balanço foi motivado pelo fato de que, nesta semana, a Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução deixa de ter status ministerial e passa a ser um braço da Casa Civil. Com isso, a titularidade ficará a cargo de Maneco Hassen, secretário de Comunicação Institucional da Secretaria de Comunicação Social, que volta a ser comandada por Paulo Pimenta.
“Desde o primeiro momento, o presidente Lula foi muito firme e determinado no trabalho de apoio à reconstrução do RS. Aliás, esse trabalho não começou neste ano. Infelizmente, desde o momento em que o presidente tomou posse, vivemos momentos muito críticos no estado. No primeiro semestre do ano passado, estivemos aqui numa missão para atender uma situação de emergência na qual mais de 300 municípios enfrentavam uma grave crise por conta da estiagem. E depois, vieram os sucessivos episódios de enchentes que atingiram principalmente o Vale do Taquari, mas também outras regiões do estado”, lembrou Pimenta.
Ele completou dizendo que “quando nos deparamos com os episódios deste ano, desde o primeiro momento tivemos a dimensão da gravidade do que estava acontecendo. E o presidente Lula mobilizou toda a capacidade civil e também as Forças Armadas para atuarem pelo estado”.
O ministro também agradeceu a todos os agentes envolvidos no trabalho articulado entre os governos federal, estadual, prefeituras e sociedade civil.
Pimenta salientou que o que está sendo apresentado é “apenas a primeira etapa de reconstrução com a participação do governo federal, que terá sequência porque ainda há muito o que ser feito”.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, reforçou que o país jamais vivenciou, em ordem de grandeza e extensão dos estragos materiais, o que aconteceu no RS. Do total de 497 municípios gaúchos, 478 foram atingidos e 2,4 milhões de pessoas foram afetadas, com um total de 183 óbitos e 27 desaparecidos, segundo a mais recente atualização da Defesa Civil do RS, ocorrida no final de agosto.
Em número de mortos, a maior tragédia ambiental que o país teve foram as inundações de 2011 ocorridas na região serrana do Rio de Janeiro, que deixaram 947 mortos, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais).
O ineditismo da catástrofe gaúcha exigiu uma série de mudanças de paradigmas e de exigências legais para viabilizar a ajuda necessária com celeridade. Neste sentido, Costa também destacou a importância da integração entre os Três Poderes — cujo maior símbolo foi a visita de seus representantes ao estado, articulada pelo presidente Lula logo após a tragédia —, mostrando que o Brasil estava unido com o RS.
Fundo de gestão compartilhada
Segundo o ministro Rui Costa, a continuidade das ações de apoio à reconstrução do Rio Grande do Sul se dará por meio de um fundo com recursos públicos que será gerido em parceria com o governo estadual a partir de 2025. O objetivo é evitar a necessidade de se renovar a excepcionalização das regras fiscais, como foi feito este ano.
Na próxima semana, o presidente Lula e o governador Eduardo Leite devem assinar, em Brasília (DF), um termo de cooperação para formalizar a parceria. Rui Costa informou que a maior parte dos empreendimentos será executada pelo governo estadual, entre obras de diques, sistemas de proteção e demais estudos. Cerca de R$ 6,5 bilhões, além de eventuais recursos adicionais disponibilizados até o final de 2024, serão aportados no fundo.
“Nós vamos transferir todo o montante não executado até dezembro deste ano para um fundo na Caixa ou no BNDES para dar continuidade às ações não concluídas no Rio Grande do Sul”, disse.
Também participaram do balanço o governador Eduardo Leite e os ministros Jader Filho (Cidades) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional).
Ações realizadas
Entre as principais ações emergenciais realizadas pelo governo e elencadas no balanço estão:
– o transporte de 32 mil toneladas de doações;
– o desbloqueio de rodovias federais e criação de corredores humanitários;
– a retomada de voos comerciais na Base Aérea de Canoas e reforço na aviação regional;
– 557 mil religamentos de energia
– o uso de 130 aeronaves, de 5,2 mil veículos leves, 3 mil veículos pesados e de 850 embarcações no pico das ações de resgate;
– o restabelecimento de serviços essenciais;
– 12 hospitais de campanha no pico da operação;
– atendimento de saúde a mais de 63 mil pessoas;
– 135 kits emergenciais e 8 milhões de medicamentos e insumos;
– entrega de 105 mil cestas de alimentos;
Também foram direcionados recursos para alimentação nas escolas, no total de R$ 25,8 milhões, além de valores destinados à limpeza e reparos em escolas e universidades federais.
No que diz respeito às medidas de ajuda às pessoas, estão, entre outras:
– Auxílio reconstrução de R$ 5.100 por família em área atingida, num total de R$ 1,9 bilhão (ao todo, foram aprovadas 374 mil famílias e 358 mil já receberam o recurso);
– Auxílio Trabalhador e Trabalhadora, com o pagamento de um salário mínimo por dois meses e compromisso da empresa em manter os empregos por quatro meses, o que atingiu 102,2 mil trabalhadores, num total de R$ 285 milhões;
– Inclusão de 67.598 novas famílias no Bolsa Família (R$ 47 milhões).
Também foram listadas iniciativas ligadas a liberações e antecipações, como o caso do saque do FGTS pelos atingidos e a restituição do IR, entre outros, e de apoio às empresas e à agricultura.
No que diz respeito às finanças do estado do RS, foi feita a postergação do pagamento da dívida do RS por três anos (R$ 11 bilhões) e o abatimento pela suspensão de juros por três anos (R$ 12 bilhões), além de iniciativas voltadas ao apoio aos municípios.
Ainda segundo no governo, o Minha Casa Minha Vida Reconstrução soma R$ 3,48 bilhões de investimentos previstos, para a contratação de 24,8 mil moradias, além de outras iniciativas habitacionais ligadas ao programa.
Durante o balanço, os ministros também apresentaram dados relativos à retomada da economia gaúcha, que respondeu rapidamente aos recursos e investimentos feitos no estado.
A indústria, que caiu 26,3% em maio, cresceu 34,9% em junho. Já o volume de vendas no varejo ampliado teve queda de 6,9% em maio e elevação de 13,8% em junho. Além disso, o emprego caiu em maio e junho, mas houve retomada em julho, com a geração de 6.690 empregos, diz o Vermelho.
Sistema de prevenção
Além de medidas emergenciais e de retomada da vida das pessoas e das atividades econômicas, o governo informou sobre as medidas tomadas para evitar que novas tragédias como esta voltem a acontecer no estado e que serão feitas ao longo dos próximos anos, algumas das quais já estão em andamento.
Entre essas iniciativas estão:
– 35 empreendimentos de drenagem, beneficiando 38 municípios, no valor de R$ 6,5 bilhões;
– Sistemas de contenção de cheias em Eldorado do Sul, Porto Alegre, Alvorada, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, Nova Santa Rita, Rolante, Novo Hamburgo, Campo Bom, São Leopoldo, Igrejinha, Três Coroas, Viamão, Gravataí, Cachoeirinha e São Leopoldo;
– Elaboração do projeto de contenção de cheias em Montenegro, São Sebastião do Caí, Harmonia e Pareci Novo e outros.

Fonte:

O governo federal apresentou, nesta quarta-feira (11), em Porto Alegre, um balanço das ações realizadas para o socorro e reconstrução do Rio Grande do Sul após as enchentes de maio até este momento, reforçando a continuidade das medidas em 2024 e pelos próximos anos. Ao todo, os recursos de...

PF APURA VAZAMENTO DE DADOS PESSOAIS PARA COAGIR DELEGADOSCeleste Silveira setembro 11, 2024Investigação da PF identific...
11/09/2024

PF APURA VAZAMENTO DE DADOS PESSOAIS PARA COAGIR DELEGADOS
Celeste Silveira setembro 11, 2024
Investigação da PF identificou uso de VPN para permitir acessos irregulares em massa aos dados de agentes públicos.
Uma investigação sobre vazamentos de dados pessoais de delegados da Polícia Federal, de Alexandre de Moraes e de um empresário foi um dos elementos que levou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) a suspender a plataforma X. Os vazamentos faziam parte de uma ação coordenada para expor os agentes da PF na internet, diz site.
Nessa mesma investigação, a PF identificou uma ameaça a Fábio Shor, delegado que atua nos principais inquéritos envolvendo Jair Bolsonaro e seus aliados. Sohr também comunicou à PF ter sofrido ameaça uma semana após indiciar o ex-presidente no caso das joias.
Em março deste ano, a PF identificou perfis em redes sociais que anunciavam um “projeto” batizado de Exposed, em referência a uma prática de usuários de internet em que determinada pessoa é “exposta” nas redes sociais. O projeto visava expor informações sobre policiais federais que cumpriam as ordens de Alexandre de Moraes. Entre os promotores da iniciativa estava o bolsonarista Allan do Santos, foragido nos EUA.
Isso levou a PF a instaurar um inquérito com o objetivo de apurar a prática de obstrução de investigação, de organização criminosa e de incitação ao crime. Esse inquérito foi enviado a Alexandre de Moraes, que menciona a investigação na decisão de suspender a rede social.
Como eram vazados os dados
O acesso às informações pessoais e sigilosas de delegados foi feita a partir do sistema Infoseg de 25 servidores públicos. Infoseg é uma base de dados que integra informações de órgãos de Segurança Pública, Justiça e de Fiscalização de todo o país cujo acesso é limitado aos agentes públicos da área. Entre os dados armazenados, estão informações como endereços, telefones de contato, nome de pai e mãe, eventuais processos judiciais e eventuais registros de veículos e armas em nome da pessoa.
De acordo com a investigação da PF, o CPF do ministro Alexandre de Moraes foi consultado no sistema sete vezes entre janeiro e março de 2024. As consultas foram feitas por logins vinculados a servidores públicos de São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Alagoas. Também há registro de uma consulta feita por um servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (que serve aos Acre e à Rondônia).
Alguns logins de funcionários públicos foram utilizados via VPN para fazer consultas em massa, com milhares de buscas em período curto de tempo. O usuário de um juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo fez 4.122 consultas de dados sigilosos via VPN em 26 de março de 2024.
Tentativa de suborno
O grupo que organizava o projeto “Exposed” ofereceu US$ 5 milhões a uma delegada federal para que ela fornecesse provas envolvessem um escritório de advocacia ligado a Moraes em uma operação investigada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). Uma das mensagens ilustrava um suposto vínculo entre ela, o ministro e um empresário utilizando fotos da carteira de motorista deles, diz o ICL.
“Considerando que as CNHs são de entes federados distintos (SP e DF), o mais provável é que as consultas a estas imagens tenham sido realizadas por meio do sistema Infoseg”, informa o relatório da PF. O Infoseg foi submetido a auditoria para que fossem levantados os nomes de quem buscou esses dados no sistema.
A auditoria identificou os 25 agentes públicos, além das informações com nome, função e cargo do usuário que realizou a consulta, o que, quando e a partir de qual local a pesquisa foi realizada.
Os investigadores cruzaram os acessos com o IP dos computadores e encontraram uma rede de VPN sendo utilizada com o provável auxílio de robôs. Um dos casos citados menciona milhares de acessos no mesmo dia feitos a cada dois minutos.
Fonte:

Investigação da PF identificou uso de VPN para permitir acessos irregulares em massa aos dados de agentes públicos. Uma investigação sobre vazamentos de dados pessoais de delegados da Polícia Federal, de Alexandre de Moraes e de um empresário foi um dos elementos que levou o ministro do STF (...

MANIFESTANTES TOMAM AS RUAS NO GRITO DOS EXCLUÍDOS: VOZES DAS MARGENS ECOAMCeleste Silveira setembro 7, 2024Neste 7 de s...
08/09/2024

MANIFESTANTES TOMAM AS RUAS NO GRITO DOS EXCLUÍDOS: VOZES DAS MARGENS ECOAM
Celeste Silveira setembro 7, 2024
Neste 7 de setembro, movimentos sociais, comunidades e grupos populares de diferentes regiões e religiões do Brasil tomaram as ruas para dar voz ao Grito dos Excluídos, que completou 30 anos em 2024. Sob o tema “Vida em primeiro lugar: todas as formas de vida importam. Mas quem se importa?”, o evento buscou refletir sobre a valorização da vida e as diversas lutas por inclusão e justiça social.
Raimunda Nonata de Souza e Silva, conhecida como Joelma, presidente da Associação de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis do Cerrado, destacou a importância da valorização dos trabalhadores da reciclagem. “Nós salvamos a natureza, salvamos vidas, mas é preciso que nos enxerguem, que sejamos vistos nos nossos diretos, na saúde, que tenhamos um valor digno dos catadores. Hoje trabalhamos no sol, ganhamos o terreno do governo federal, mas precisamos de um galpão pra ter dignidade” reivindicou Joelma.
A questão da representatividade feminina também ganhou espaço durante o evento. Wall Moraes, pastora e representante da Plenária Mulheres Negras na Política, chamou a atenção para a falta de acesso de candidatas negras e mulheres aos fundos eleitorais e partidários. “Não adianta aumentarmos as candidaturas se elas não recebem os recursos necessários para suas campanhas”, alertou.
Em Brasília, mais de 40 organizações participaram do ato, segundo Vanildes Gonçalves dos Santos, representante do Centro de Estudos Bíblicos da Universidade Católica de Brasília. Ela explicou que o movimento, que teve origem dentro da Igreja Católica, ganhou caráter ecumênico e inter-religioso ao longo dos anos, com a participação de diversas correntes religiosas e sociais.
O padre Dário Bossi, assessor da Comissão Episcopal para Ação Sociotransformadora da CNBB, destacou que o Grito dos Excluídos representa um “projeto do Brasil que queremos”, a partir de uma união entre movimentos populares e religiosos. Ele também ressaltou o apoio do papa Francisco, que vê nos movimentos populares um importante papel social, referindo-se a eles como “poetas sociais”.
“O papa reconhece que os movimentos populares, mesmo não necessariamente inspirados por razões ou espiritualidade religiosa, têm uma carga de compromisso para o bem-estar do coletivo, para o bem comum, que precisa ser valorizado”, disse.
A edição deste ano também destacou o “Projeto Popular Brasil que Queremos: o Bem Viver dos Povos”, lançado em agosto como parte da 6ª Semana Social Brasileira. O projeto busca estimular iniciativas comunitárias voltadas à agroecologia, convivência com a seca, reforma agrária e o combate à fome nas periferias urbanas, entre outros temas, promovendo uma visão de um Brasil mais inclusivo e justo.
São Paulo: o grito contra a invisibilidade
No feriado de 7 de setembro, o Grito dos Excluídos ocupou as ruas de São Paulo com a participação de moradores de rua, imigrantes, religiosos e membros de diversos movimentos sociais. O ato, que teve início na Praça da Sé, abordou a invisibilidade e marginalização de pessoas em situação de vulnerabilidade, com o tema central “Todas as Vidas Importam, mas Quem se Importa?”.
Os manifestantes pediram atenção urgente às necessidades da população de rua e do sistema prisional, destacando a importância de um novo modelo de sociedade. Paulo Pretini, organizador do ato, afirmou: “É inaceitável conviver com pessoas tendo dificuldade para se alimentar, dificuldade para moradia, para ter trabalho, a gente precisa de fato criar uma outra sociedade muito mais fraterna e solidária”.
Movimentos como a Central de Movimentos Populares (CMP), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Atingidos Por Barragens, a Pastoral dos Moradores de Rua, a Marcha Mundial das Mulheres, e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), também estiveram presentes, reforçando a luta por políticas públicas mais eficazes.
Centro de São Paulo | Foto: Rovena Rosa/Agencia Brasil
Luciana Carvalho, da Rede Rua, criticou o descaso com a população de rua, enfatizando que essas pessoas são frequentemente criminalizadas. “A gente precisa de políticas públicas efetivas para essa população, para os excluídos, que façam um enfrentamento, que barrem que a pobreza chegue à extrema pobreza”, enfatizou.
Petra Silvia Pfaller, da Pastoral Carcerária, trouxe à tona a situação das pessoas encarceradas, que, além de invisibilizadas, enfrentam condições desumanas. “Trazemos hoje aqui o grito das pessoas que estão encarceradas, quase 1 milhão de pessoas que não podem vir para gritar, dizer que eles passam fome, espancamento, tortura, falta de acesso à saúde, falta de lugar para dormir, falta de acesso à Justiça. É um povo altamente abandonado pelo preconceito”, disse.
Rio de Janeiro: justiça para as vítimas da violência policial
No Rio de Janeiro, o Grito dos Excluídos também trouxe um forte apelo por justiça social, com destaque para as mães que perderam seus filhos em operações policiais. Essas mulheres lideraram a manifestação, que percorreu o centro da cidade, cobrando a federalização dos processos de letalidade policial, como a Chacina do Jacarezinho, que resultou em 28 mortes em 2021. “Todas as formas de vida importam” foi o slogan da manifestação.
Sandra Quintela, integrante da Rede Jubileu Sul Brasil e coordenadora nacional do Grito dos Excluídos., destacou a importância de dar protagonismo a essas mães, simbolizando a resistência frente à violência do estado e à impunidade. “Ninguém sofre mais com a violência do estado do que essas mães. E o pior: com a impunidade imperando. Os assassinos de muitos e muitas nunca foram punidos ou nem respondem processo. São vidas perdidas de jovens e crianças negras, periféricas. Quando damos o protagonismo a essas mães, dizemos: nós nos importamos com essas vidas”, afirmou.
Além da questão da violência policial, os manifestantes no Rio de Janeiro defenderam pautas diversas, como a preservação do meio ambiente, o acesso à moradia, e o combate ao racismo e à repressão nas comunidades. O ato reforçou a necessidade de desmilitarizar o 7 de setembro, em um país onde a independência plena ainda está distante, enquanto houver desigualdade e injustiça.
* Agência Brasil
Fonte:

Neste 7 de setembro, movimentos sociais, comunidades e grupos populares de diferentes regiões e religiões do Brasil tomaram as ruas para dar voz ao Grito dos Excluídos, que completou 30 anos em 2024. Sob o tema “Vida em primeiro lugar: todas as formas de vida importam. Mas quem se importa?”, ...

EFEITO LULA: INDÚSTRIA AUTOMOTIVA ATINGE PATAMAR SURPREENDENTE DE PRODUÇÃO MENSALCeleste Silveira setembro 6, 2024Minist...
06/09/2024

EFEITO LULA: INDÚSTRIA AUTOMOTIVA ATINGE PATAMAR SURPREENDENTE DE PRODUÇÃO MENSAL
Celeste Silveira setembro 6, 2024

Ministro Alckmin celebrou expansão das montadoras no mês e prevê futuro positivo
A produção de veículos no Brasil em agosto atingiu 259.613 unidades, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), marcando um crescimento de 5,2% em relação a julho.
Comparado a agosto de 2023, a produção de veículos registrou uma alta de 14,4%, incluindo carros de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus.
Este é o melhor desempenho mensal na produção de veículos desde outubro de 2019, conforme os dados da Anfavea.
A média de vendas diárias de veículos em agosto foi de 10,8 mil emplacamentos, voltando ao patamar pré-pandemia.
Ao todo, 237,4 mil veículos foram vendidos em agosto, representando um aumento de 14,3% em relação ao mesmo período de 2022, diz a Forum.
“Cumprimentar o setor, a Anfavea, pelos bons números. As vendas cresceram 14%, praticamente. E esse é um momento bom. Aumentou a confiança do consumidor. Aumentou a confiança do empresário”, avaliou o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Geraldo Alckmin, durante coletiva à imprensa da Anfavea.
“No segundo trimestre era esperado crescimento de 0,9% do PIB. Crescemos 1,4%. A indústria cresceu 1,8% e os investimentos cresceram 2,1%”, destacou o vice-presidente.
Fonte:

Ministro Alckmin celebrou expansão das montadoras no mês e prevê futuro positivo A produção de veículos no Brasil em agosto atingiu 259.613 unidades, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), marcando um crescimento de 5,2% em relação a julho. Compar...

PIB AUMENTA 3,3% EM UM ANO E 1,4% NO TRIMESTRE; INDÚSTRIA LIDERA O CRESCIMENTOCeleste Silveira setembro 3, 2024O Brasil ...
03/09/2024

PIB AUMENTA 3,3% EM UM ANO E 1,4% NO TRIMESTRE; INDÚSTRIA LIDERA O CRESCIMENTO
Celeste Silveira setembro 3, 2024

O Brasil encerrou o segundo trimestre de 2024 com um desempenho econômico impressionante, confirmando o vigor de sua recuperação. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,4% em comparação ao trimestre anterior, impulsionado por fortes resultados nos setores de Serviços, com uma alta de 1,0%, e Indústria, que subiu 1,8%. Esses setores foram fundamentais para o avanço do país, mesmo com a Agropecuária registrando uma queda de 2,3% devido a condições climáticas adversas.
No total, o PIB alcançou R$ 2,9 trilhões no período, demonstrando a força e resiliência da economia brasileira. Pela ótica da demanda interna, todos os principais componentes registraram crescimento: o Consumo das Famílias e o Consumo do Governo aumentaram 1,3% cada, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo, que mede os investimentos, subiu 2,1%.
Comparado ao segundo trimestre de 2023, o PIB cresceu impressionantes 3,3%, com destaque para os setores de Serviços (3,5%) e Indústria (3,9%), que mostraram avanços significativos. Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, explicou que “com a Agropecuária perdendo seu protagonismo, a Indústria brilhou neste trimestre, especialmente nas áreas de Eletricidade e gás, água, esgoto, gestão de resíduos e Construção”.
Apesar do recuo na Agropecuária, a economia brasileira acumulou uma alta de 2,5% nos últimos quatro trimestres, refletindo uma trajetória de crescimento contínuo. Todos os setores de Serviços registraram resultados positivos, com destaque para Informação e comunicação (6,1%), Outras atividades de serviços (4,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,0%), Comércio (4,0%) e Atividades imobiliárias (3,7%).
A Indústria, por sua vez, foi impulsionada pelo setor de Eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos, que cresceu 8,5% em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, beneficiado pelo maior consumo de eletricidade, especialmente nas residências, e pela manutenção da bandeira tarifária verde. A Construção cresceu 4,4%, as Indústrias de Transformação tiveram sua segunda alta consecutiva (3,6%) e as Indústrias Extrativas cresceram 1,0%.
A taxa de investimento também foi um destaque, subindo para 16,8% do PIB, em comparação aos 16,4% registrados no segundo trimestre de 2023, mostrando um aumento significativo nos investimentos em infraestrutura e tecnologia. Em contrapartida, a taxa de poupança recuou para 16,0%, abaixo dos 16,8% do mesmo período do ano anterior.
Por fim, o IBGE também destacou que, apesar das adversidades climáticas que afetaram a produção agrícola, setores como pecuária, café e algodão mostraram bom desempenho, mesmo com a queda na produção de soja e milho.
Fonte:

O Brasil encerrou o segundo trimestre de 2024 com um desempenho econômico impressionante, confirmando o vigor de sua recuperação. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,4% em comparação ao trimestre anterior, impulsionado por fortes resultados nos ...

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