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Santinhes de My Life, viram essa notícia?Gravar os nudes ou a hora do "vamo ver" sem consentimento é crime passível de p...
16/05/2019

Santinhes de My Life, viram essa notícia?
Gravar os nudes ou a hora do "vamo ver" sem consentimento é crime passível de prisão!

O que vocês acham?

Parece justo né?!

Repostzinho da

Bom dia Santinhos!Estou de volta e com um post especial de dia das mães (atrasado, claro).E esse será nosso   n.1Hoje eu...
13/05/2019

Bom dia Santinhos!

Estou de volta e com um post especial de dia das mães (atrasado, claro).

E esse será nosso n.1

Hoje eu vou falar de como foi e como está sendo ser mãe e advogada.

Eu descobri minha gravidez (e fiquei obviamente desesperada) enquanto eu trabalhava em um escritório de contencioso massivo.

Senti um pânico inquietante ao imaginar que teria, de alguma forma, a aprender a lidar com uma agenda enriquecedora e um pedacinho de gente que ia depender um montão de mim.

Surgiu, na exata hora da descoberta, uma sensação horrenda de incapacidade, eu estava me sentindo culpada. Culpada porque, antes mesmo de começar àquela rotina, eu já achava que falharia.

Eu tinha pavor de imaginar que teria, em algum momento, eu teria que escolher entre ser uma boa mãe ou ser uma boa profissional.

Hoje eu percebo que, na verdade, eu tive que fazer essa escolha em todos os momentos... e, posso ver também, que em cada um dos momentos eu fiz a melhor escolha possível.

Todas as profissões são exigentes, mas como agravante (ou não) advogar é uma profissão que facilmente levamos para casa.

É fácil permitir que a advocacia se torne constante e presente nas 24h do seu dia, do mesmo jeito, ser mãe é um ofício de tempo integral.

Enfim... ser mãe é advogada exige, acima de tudo, um desafio sem precedentes.

A instabilidade cotidiana de um advogado (audiências, despachos, peticionamentos, cada qual em quantidade e necessidade diversas e variáveis) conflita frontalmente com a necessidade de uma criança em ter para si uma rotina.

Entre muitas dificuldades, porém, descobri na maternidade a capacidade de evoluir profissionalmente, passando a exercitar com muito mais frequência a atenção, a capacidade de ouvir, compreensão, bem como a capacidade de negociação e empatia.

Ser mãe é ser testada full time.

Hoje posso notar como meu filho me desenvolve e me fortalece! Me sinto muito melhor advogada depois de virar mãe.

E vocês? Como conciliam carreira e maternidade?

Boa tarde Santinhes!Esse cara comigo na foto é meu, já falecido, pai e hoje seria aniversário dele. Ele era advogado e, ...
26/04/2019

Boa tarde Santinhes!
Esse cara comigo na foto é meu, já falecido, pai e hoje seria aniversário dele. Ele era advogado e, por isso, inicialmente, eu não queria fazer direito.
Para minha surpresa, assim que eu cogitei não fazer direito, havia pensado em cursar algo relacionado a artes (pois gosto de desenhar, tanto que os quadrinhos do Santa Jurisprudência são feitos à mão), não percebi qualquer desapontamento ou surpresa por parte dele.
Conto isso para vocês, pois sei que tem que faça a faculdade por determinação dos pais, como também tem quem a faça contra a sua vontade.
Eu tive muita sorte, eu sei. Eu podia ter feito qualquer coisa. Mesmo.
Claro que, quando se tem um parente na sua área, tudo parece mais fácil, mas para mim não foi.
Ao contrário, meu pai não me puxou para debaixo da asa dele (o que me assustou e indignou), e hoje eu consigo verificar que foi assim que eu pude confirmar meu gosto pela área.
Esse post é só para dizer o seguinte:
Se não puderam lhe incentivar a buscar o curso de seu gosto, se você está se sentindo sem apoio, se parece que tudo está indo contra os seus sonhos, RESPIRA! Não se desespera!
Isso pode ser bom também!
Muito apoio significa muita proteção. No ímpeto de nos acudir e auxiliar em nossa trajetória, os torcedores do nosso sucesso costumam nos revestir em plástico bolha para que nada possa sequer nos arranhar.
Meu pai faleceu antes de eu iniciar minha vida profissional na advocacia, mas se não fosse a cautela dele em me deixar livre de suas expectativas, solta para tropeçar, talvez (ou com certeza) eu não teria conseguido esse mínimo de segurança para caminhar por essas terras hostis.
Por isso, quero que vocês saibam e entendam que nunca estamos sós! E se acha que não tem ninguém torcendo por você: eu estou!
Tudo o que eu mais desejo para a nossa sociedade é que nossos profissionais sejam fortes, incríveis e vencedores de adversidades!
Você está preparado? NÃO?
Quem bom! Vem comigo que a gente se prepara no caminho!

Santinhes do meu Braseeeeel! Voltei!Depois de muito chocolate, vim aqui espalhar a delícia de decisão que saiu no inform...
22/04/2019

Santinhes do meu Braseeeeel! Voltei!

Depois de muito chocolate, vim aqui espalhar a delícia de decisão que saiu no informativo n. 644, no Recurso Especial 1.737.428-RS, de relatoria da ministra Nancy Andrighi.

Ficou decidido pela maioria de votos que a cobrança de taxa de conveniência nas compras de ingressos pela internet configura prática abusiva.

COMÉQUIÉ, SANTA?

Pois é meus xuxuzitos! Bora pular de alegria!
Entenderam, os ministros, que o serviço de intermediação deve ser oferecida por diversos sites, permitindo a liberdade de escolha do consumidor, sendo considerada fantasiosa a liberdade de escolha entre adquirir fisicamente ou via internet, sendo que é possível que o consumidor não resida em cidade onde se realizará o evento.

Somando isso, à enorme vantagem financeira percebida pelo produtor do evento, verificou-se o desequilíbrio do contrato, a ponto de torná-o desvantajoso para o consumidor, sendo, portanto, prática abusiva.

Curtiram essa delicinha de decisão? Prontos pra dar um berro pras taxas?

Só vem!

Meus santinhos e santinhas! Aaaaah que saudade de falar dos informativos com vocês!Por isso, a decisão que escolhi para ...
11/04/2019

Meus santinhos e santinhas! Aaaaah que saudade de falar dos informativos com vocês!

Por isso, a decisão que escolhi para hoje é muito especial!

Saiu no informativo n. 642 do STJ, a decisão do Recurso Especial n. 1.611.915-RS, que considerou a responsabilidade da empresa de aviação na concessão de acesso de embarque / desembarque digno para pessoas portadoras de deficiência.

MAS COMO ASSIM, SANTA?!

Isso mesmo galera! O ministro Marco Buzzi, acompanhado do restante dos ministros, entendeu que, ainda que a resolução da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) n. 280/2013 tenha conferido a responsabilidade de garantir equipamento para facilitar o acesso de embarque e desembarque de passageiros portadores de deficiência, quando não houve a ponte de embarque, a relação entre o passageiro e a empresa de aviação é considerada de consumo e, portanto, há responsabilidade objetiva.

Isto é, a empresa aérea integra a cadeia de fornecimento do serviço, respondendo solidariamente.

E aí?! O que vocês acham disso?
O embarque digno do passageiro deficiente é responsabilidade do operador portuário, da empresa aérea ou dos dois?

Diz aí pra mim!




Olá, Santinhos e Santinhas do meu Braseel!Eu resolvi diferentar de novo e hoje o post não vai falar da decisão dos tribu...
09/04/2019

Olá, Santinhos e Santinhas do meu Braseel!

Eu resolvi diferentar de novo e hoje o post não vai falar da decisão dos tribunais!

O post de hoje vai falar da minha decisão (quase tão importante quanto as dos tribunais) em me permitir me tornar advogada.

Primeiro, vamos esclarecer uma realidade, para mantermos um contato sincerão aqui entre nós, eu nunca fui o "padrão" do direito.

Uma maluquete, de piercing, cabelo colorido, tatuagens, que gosta demais de tirar uma onda, que não tem formalidades e com o filtro bem reduzido, que decidiu gostar de entender aquela coisa esquisita que mantém o mínimo de ordem no caos social.

Eu sempre gostei de ler as leis, de entender por qual motivo determinada lei existe e qual é sua função prática na sociedade, mas ao mesmo tempo tenho um lado lúdico e criativo gritante, o que gerava a estranheza de estar fora de lugar... se sentir um peixe fora d'água parecia inevitável.

Acho que para aquela época eu, de fato, não servia para esse mercado tão sóbrio... mas mesmo assim eu fui.

Fiz os cinco anos de faculdade, enfrentando minhas dificuldades pessoais e algumas dificuldades criadas por um ambiente que era devorador de sonhos.

Hoje, após 7 anos advogando, percebo que o mercado tem mudando e, talvez, agora eu não seja mais um peixe fora d'água, mas ainda sinto que não achei a água certa para nadar.

O que posso garantir é que, independente de aparência, humor ou condição adversa, se você quer advogar, se você sente que nasceu pra isso, não se acanhe em seguir em frente!

O direito é tão amplo, tão gigantesco, que ele não apenas se opera ou exerce, ele se vive!

E se você acha que ninguém como você faz algo assim, por que não ser o primeiro?!

Me diz aí, o que te impede?

Bom dia meus santinhos e minhas santinhas!Vocês lembram que ontem a gente falou que, quando vocês recebessem a notícia d...
05/04/2019

Bom dia meus santinhos e minhas santinhas!

Vocês lembram que ontem a gente falou que, quando vocês recebessem a notícia de que propuseram uma ação, era necessário verificar se havia audiência marcada e buscar um advogado para elaborar uma defesa no prazo previsto na lei, senão vocês estariam em revelia?

Então, vamos supor que vocês não foram tão santinhos assim e, simplesmente, ignoraram meus doces aconselhamento e ficaram nessa tal de revelia... Lembram que eu disse que, na revelia, os fatos alegados pela outra pessoa seriam considerados como se verdadeiros fossem?

Pois bem, isso não significa que esteja tudo tão perdido assim!

MAS COMO ASSIM, SANTA!? Calma, neném! Respira! Tamos juntos aqui, ok!? É que existem algumas matérias, alguns fundamentos, que não guardam relação com o fato em si.

São matérias que dizem exclusivamente sobre direito e que deverão ser observadas pelo juiz mesmo quando o réu (você aí, malcriado, que foi informado da ação e não foi atrás do advogado para ele te defender) estiver revel (ou em revelia). Por exemplo: se o direito da pessoa estiver prescrito, de o juízo escolhido não for competente para processar e julgar aquela matéria, etc.

Mas, todo o resto, se o fato existiu daquela forma, naquele tempo, com aquelas pessoas envolvidas, etc... tudo isso será considerado realidade e aceito pelo juiz.

E aí, meus amados santinhos e santinhas, o que vocês acham disso? Dá pra correr o risco de não se defender?! Melhor não, né?! Então prestenção! Não vai bobear!


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