25/10/2025
A coleta seletiva em São Paulo foi implementada durante a gestão (2001-2004) com a criação do Programa Socioambiental de Coleta Seletiva de Resíduos Recicláveis. A gestão ainda promoveu a inauguração de centrais de triagem e decretou medidas para fomentar a cooperação com catadores, como o Decreto nº 43.755/2003.
Tive a honra de participar do Programa Socioambiental de Coleta Seletiva de Resíduos Recicláveis (PSCS) que foi implementado. Além disso operamos a maior coleta porta-a-porta da América Latina.
Como Diretor da LIMPURB pude incrementar, dentre outras:
a) Incentivo a cooperativas: Um decreto de 2003 (Decreto nº 43.755/2003) permitiu o uso gratuito e precário de bens públicos para apoiar cooperativas de catadores de materiais recicláveis.
b) Abertura de centrais: A administração inaugurou centrais de triagem, beneficiamento e venda de recicláveis, como a da Sé, em abril de 2003.
c) Expansão do programa: Uma lei de 2001 (Lei nº 13.193) foi utilizada para alterar a legislação sobre a coleta seletiva, promovendo a sua expansão para diferentes tipos de lixo (industrial, comercial e residencial).
Um decreto ressente do governo federal estabeleceu metas obrigatórias para reciclagem de embalagens de plástico.
É a primeira vez que o Brasil adota regras para reduzir o volume de lixo plástico. O decreto estabelece metas e prazos que já estão em vigor em todo o território nacional. Em 2026, deverão ser coletados e reciclados 32% de todas as embalagens e materiais plásticos descartáveis, como pratos, talheres, copinhos e canudos. Até 2040, esse percentual sobe para 50%. Foi definido também o índice de reutilização dos recicláveis na fabricação de novos plásticos: 22% já em 2026 e 40% até 2040. As medidas alcançam também os importadores de materiais plásticos.
Tenho certeza que a semente foi plantado lá em 2001 até 2004. Tenho a sensação de missão cumprida.
Aqui uma visita rápida na Expo Eco, revisitar o que veio antes e explorar o futuro.