27/09/2026
Um advogado foi condenado por litigância predatória após ajuizar mais de mil ações semelhantes envolvendo supostas cobranças indevidas de débitos.
Em duas dessas ações, magistrados do TJ/SP e TJ/RJ identificaram elementos evidentes de má-fé por parte do advogado e da parte autora.
Em uma das decisões, a autora não conseguiu comprovar a inexistência da dívida e a juíza constatou litigância de má-fé, impondo multa e custas processuais.
No outro caso, o juiz extinguiu o feito por entender que o advogado praticou advocacia predatória ao ajuizar mais de mil processos semelhantes.
O Tribunal decidiu, então, encaminhar cópias das sentenças à OAB Nacional e a outros órgãos competentes.
O objetivo é investigar possíveis infrações éticas relacionadas à angariação de causas.
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