20/11/2025
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública escancara uma realidade que não pode ser ignorada: a população negra continua sendo a mais afetada pela seletividade penal e pelas desigualdades estruturais que atravessam o sistema prisional brasileiro.
No Dia da Consciência Negra, essa constatação ganha ainda mais peso. Este é um momento para reconhecer que o encarceramento em massa não é um fenômeno isolado, mas consequência direta do racismo estrutural que molda oportunidades, trajetórias e destinos no Brasil.
É um dia para honrar a resistência, a memória e a luta do povo negro, mas também para assumir compromisso com transformações profundas.
Falar de consciência negra é falar de justiça racial, de acesso a direitos, de políticas públicas eficazes e de reinserção social digna.
Nesse cenário, o PPE surge para romper ciclos de exclusão, oferecendo apoio e acompanhamento a pessoas que enfrentam as marcas deixadas por um sistema penal seletivo. Ainda assim, a luta é coletiva e exige mobilização permanente.