Bareze Advocacia

Bareze Advocacia Áreas de atuação:
- Direito Previdenciário

22/06/2026

A resposta é: sim, em alguns casos.

Mas atenção: o simples fato de ter feito uma cirurgia ou ter colocado pinos e placas não garante o direito a uma indenização do INSS.

📌 O que realmente importa é se, após a recuperação, ficaram sequelas permanentes que reduziram sua capacidade para o trabalho.

Muitas pessoas continuam trabalhando depois de uma fratura, mas passam a conviver com:
✔ limitação de movimentos;
✔ perda de força;
✔ dores persistentes;
✔ dificuldade para realizar atividades que antes executavam normalmente.

Nessas situações, pode existir o direito ao auxílio-acidente, um benefício indenizatório pago pelo INSS justamente para compensar essa redução da capacidade laboral.

⚠️ E tem um detalhe importante: você pode receber o auxílio-acidente mesmo tendo retornado ao trabalho.

Por isso, se você passou por uma cirurgia após um acidente e ficou com alguma limitação, vale a pena analisar seu caso. Muitas pessoas têm direito ao benefício e não sabem.

17/06/2026

Você sabia que pode ter MUITO mais tempo de contribuição do que aparece hoje no seu extrato do INSS? 📋

Muita gente acha que só conta o período em que teve carteira assinada. Mas isso não é verdade.

O INSS reconhece uma série de vínculos que podem fazer toda a diferença na hora da sua aposentadoria — entre eles:

✅ Trabalho com carteira assinada
✅ Contribuição como MEI ou autônomo
✅ Trabalho rural devidamente documentado
✅ Serviço militar
✅ Tempo de trabalho no exterior com acordo previdenciário
✅ Períodos de afastamento por doença ou acidente

O problema é que nem sempre esses vínculos aparecem corretamente no seu CNIS — o extrato de contribuições do INSS. E quando falta informação lá, pode parecer que o seu tempo é menor do que realmente é.

Isso pode atrasar a tua aposentadoria sem nenhum motivo real.

16/06/2026

Hoje é possível aproveitar o tempo de trabalho rural para se aposentar, mesmo que você não esteja mais trabalhando na roça.

👩‍🌾Sabe aquele período em que você morava no interior e ajudava seus pais na plantação, na criação de animais ou nas atividades da propriedade? É exatamente desse tempo que estamos falando.

Esse período pode ser somado às contribuições feitas na cidade.

Vou te dar um exemplo:

👨‍🌾O Sr. Antônio tem hoje 60 anos. Ele trabalhou na roça dos 14 aos 27 anos, totalizando 13 anos de atividade rural. Depois foi para a cidade e possui mais 2 anos de carteira assinada.

Nesse caso, ele pode somar esses períodos e buscar a aposentadoria por idade híbrida.

E se ele não tivesse nenhum período de carteira assinada?

Ainda assim poderia existir uma possibilidade: comprovar os 15 anos de atividade rural e realizar uma contribuição como facultativo, caso não possuísse renda.

🤔Mas a grande pergunta é: como comprovar esse trabalho rural?

O foco é demonstrar que seus pais ou sua família exerciam atividade rural.

Alguns documentos que podem ajudar:

✔ Certidões de nascimento, casamento ou óbito dos pais e irmãos;
✔ Ficha de associado ao sindicato rural;
✔ Certidão de casamento religioso ou batismo;
✔ Boletins e registros de escola rural;
✔ Fichas de atendimento em postos de saúde;
✔ Documentos de processos judiciais antigos;
✔ Outros documentos que demonstrem a ligação da família com a atividade rural.

Pode parecer uma busca trabalhosa, mas muitas vezes esse reconhecimento faz toda a diferença para a aposentadoria.

Se você trabalhou na roça ou conhece alguém que viveu essa realidade, compartilhe este conteúdo.

10/06/2026

Essa é uma dúvida que tem chamado muita atenção nas redes sociais.

Mas calma: não significa que a mulher faz apenas um pagamento e recebe R$ 6 mil de uma vez.

O que acontece é que, em alguns casos, a segurada pode ter direito ao salário-maternidade mesmo sem cumprir as antigas 10 contribuições que eram exigidas.

E de onde vêm os R$ 6 mil?

O salário-maternidade é pago por 120 dias (4 meses).

Então, se o valor mensal do benefício for de aproximadamente R$ 1.500, por exemplo, ao final dos 4 meses a segurada terá recebido cerca de R$ 6 mil no total.

Ou seja, esse valor é a soma das parcelas pagas durante todo o período do benefício, e não um pagamento único.

Isso pode beneficiar mulheres autônomas, MEIs, donas de casa e contribuintes facultativas, desde que preencham os requisitos exigidos pela legislação.

⚠️ Mas atenção:

Ter direito não depende apenas de fazer uma contribuição.

É preciso analisar se a contribuição foi feita corretamente, se a segurada possui qualidade de segurada e qual é a situação específica do caso.

E tem mais:

Mulheres que tiveram filhos nos últimos anos e tiveram o benefício negado por falta de carência podem ter direito à revisão da situação.

Cada caso precisa ser analisado individualmente.

Você está grávida ou conhece alguém nessa situação? Salve este post e compartilhe.

05/06/2026

Aqui está uma legenda clara e envolvente para o seu Instagram 👇

🤰 Você sabia que uma mulher pode ter direito ao salário-maternidade mesmo depois de sair do emprego?

Muitas mulheres acreditam que, ao serem demitidas ou pedirem desligamento da empresa, perdem automaticamente a proteção do INSS. Mas isso nem sempre é verdade.

📌 Dependendo da situação, a segurada pode continuar protegida pelo chamado **período de graça**, mantendo seus direitos previdenciários por um determinado tempo mesmo sem contribuir.

Isso significa que, se a gravidez ou o parto ocorrerem dentro desse período, pode existir o direito ao salário-maternidade.

⚠️ Cada caso precisa ser analisado individualmente, mas uma coisa é certa: muitas mulheres deixam de receber um benefício por simplesmente não conhecer essa possibilidade.

💡 Informação também é uma forma de proteção. Conhecer seus direitos pode fazer toda a diferença em um momento tão importante da vida.

04/06/2026

❤️ Quem cuida da família também precisa cuidar do próprio futuro.

Muitas pessoas passam anos dedicando seu tempo aos filhos, ao cônjuge, aos pais ou ao trabalho, colocando sempre as necessidades dos outros em primeiro lugar.

Mas existe uma pergunta importante:

📌 Se amanhã acontecer um imprevisto, quem cuidará de você?

A Previdência Social não serve apenas para a aposentadoria. Ela também é uma forma de proteção em momentos difíceis, como doenças, acidentes e situações que podem comprometer sua renda.

Por isso, seja você dona de casa, autônoma, profissional liberal ou trabalhador com carteira assinada, é importante olhar para o seu futuro com a mesma dedicação que você oferece à sua família.

💡 Cuidar de quem você ama também significa cuidar da sua própria segurança.

Neste feriado, aproveite para descansar, mas também para refletir sobre a proteção que você está construindo para o amanhã.

28/05/2026

🩺 O dia da perícia do INSS não é o momento apenas de entregar exames.
É o momento de explicar como a sua doença afeta sua capacidade de trabalhar.

Muita gente comete o erro de falar apenas o diagnóstico e esquece de explicar o principal:
📌 quais limitações sente no dia a dia
📌 quais atividades não consegue mais realizar
📌 quais dores, sintomas ou dificuldades enfrenta no trabalho

⚠️ O perito precisa entender como aquela condição interfere na sua rotina profissional.

Por isso, é importante:
✔ levar exames e laudos atualizados
✔ apresentar relatórios médicos detalhados
✔ explicar a realidade da sua limitação com clareza e sinceridade

💡 Não basta dizer que está doente.
É preciso demonstrar como a doença impacta sua capacidade laboral.

Preparação faz diferença na perícia.

20/05/2026

O maior erro de quem vai passar por uma perícia médica no INSS é confundir doença com incapacidade.

O perito do INSS não está ali para te tratar ou receitar um remédio. A única função dele é avaliar se a sua condição de saúde impede você de exercer a sua atividade profissional hoje.

Por isso, levar apenas uma pilha de receitas não salva o seu benefício. Você precisa de uma estratégia documental sólida.
Aqui está o que realmente vira o jogo na mesa do perito:

1️⃣ Relatório de Incapacidade Atualizado: Esse é o documento principal. O seu médico de confiança precisa declarar expressamente o seu diagnóstico, o CID e, principalmente, explicar o porquê você não consegue trabalhar na sua função atual.

2️⃣ Exames Relacionados à Doença: Exames de imagem, laudos laboratoriais e te**es recentes. Eles servem para dar base científica e provar que o que está escrito no seu relatório de incapacidade é real.

3️⃣ Prontuário Médico Organizado Estrategicamente: O histórico do seu tratamento. Ele prova para o perito que você não adoeceu ontem, mas que vem tentando se tratar de forma contínua e a incapacidade permanece.
Ir para a perícia sem essa ordem e organização é contar com a sorte — e o INSS não costuma ser generoso com quem conta com a sorte.

⚠️ Fique atento: Se o seu benefício foi negado mesmo você estando incapaz, o erro pode ter sido a forma como a sua documentação foi apresentada.

A informação técnica é a sua maior defesa.

📌 Salve este post para consultar quando a sua perícia for agendada e compartilhe com alguém que precisa desse alerta hoje.

14/05/2026

⚠️ 3 documentos que podem salvar sua aposentadoria

Muita gente só descobre que falta prova do tempo trabalhado quando vai pedir a aposentadoria. E, às vezes, isso pode atrasar ou até reduzir o valor do benefício.

Por isso, existem documentos que são essenciais para proteger seus direitos previdenciários:

📌 1. CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais)
É o documento que mostra seu histórico de contribuições ao INSS.
Se houver vínculos faltando ou salários errados, sua aposentadoria pode ser prejudicada.

📌 2. Carteira de Trabalho
Ela pode comprovar empregos antigos que não aparecem no sistema do INSS. Muitas vezes, é a diferença entre conseguir ou não se aposentar.

📌 3. PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)
Fundamental para quem trabalhou exposto a agentes nocivos, como ruído, produtos químicos ou periculosidade.
Esse documento pode garantir aposentadoria mais cedo e aumentar o tempo reconhecido.

⚠️ O problema é que muitas pessoas deixam para organizar esses documentos apenas quando já estão perto de se aposentar.

💡 Aposentadoria não deve ser tratada de última hora.
Planejamento e documentação correta fazem toda a diferença no futuro.

13/05/2026

🤰 GRÁVIDA E SEM CARTEIRA: VOCÊ AINDA PODE TER DIREITO?

Estar sem registro não significa estar sem proteção. Se você já contribuiu para o INSS, pode estar no Período de Graça — tempo em que mantém a qualidade de segurada mesmo sem pagar.

Mas atenção: se o seu prazo de proteção estiver acabando, é possível manter o direito contribuindo de forma estratégica:

• Contribuinte Individual (CI): Para quem trabalha por conta própria (autônoma).

• Facultativa: Para quem não tem renda própria (estudantes ou donas de casa), mas deseja garantir o benefício.

O segredo está em não deixar a qualidade de segurada expirar antes do parto. A análise do histórico de contribuições é o que define o sucesso do pedido.

Consulte sempre um especialista para planejar seu benefício! ⚖️

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