01/09/2026
“Eu cansei de tirar essa persona do jornalismo.”
A fala da jornalista e editora-chefe do Repórter Brasil Tarde, Luciana Barreto, traz uma reflexão sobre identidade, representatividade e o compromisso de quem ocupa espaços historicamente restritos à população negra.
Em março deste ano, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que reconhece o tráfico de africanos escravizados como o crime mais grave da história da humanidade. O documento também reconhece que as consequências desse processo permanecem presentes e defende reparações.
Na ocasião, o Brasil votou a favor.
Séculos depois, desigualdades de renda, acesso, oportunidades e participação nos locais de decisão ainda revelam os efeitos da História. Por isso, o enfrentamento ao racismo também passa pelo mundo do trabalho.
Combater a discriminação, promover igualdade salarial, fortalecer a presença negra em posições de liderança e transformar estruturas fazem parte dessa construção.
Para quem se beneficia de um sistema ra***ta, assumir uma postura antirra***ta signif**a também participar da mudança. Essa luta é coletiva. E o movimento sindical tem um papel fundamental nessa transformação!
A UGT defende um trabalho digno, igualdade e uma sociedade livre do racismo.