17/08/2026
Três mulheres.
Três histórias.
Uma realidade que ainda precisa ser enfrentada: a violência contra a mulher.
Giullia Falcão, dentista, veio a público após sofrer uma grave agressão física que teria sido cometida pelo marido.
Raffa Rarbbie também relatou episódios de violência psicológica, ameaças e agressões em seu relacionamento.
Já Clara Aguilar, ex-BBB, expôs situações que descreve como abuso psicológico, emocional, chantagens e agressões.
Histórias diferentes, mas com algo em comum: mulheres fortes, independentes e que, mesmo assim, podem ser vítimas de violência.
E precisamos falar sobre isso sem colocar a culpa sobre elas.
“Mas ela tinha condições de sair.”
“Por que não terminou antes?”
“Por que continuou nesse relacionamento?”
A violência doméstica não é uma escolha da vítima. Dependência emocional, medo, ameaças, manipulação, vergonha, isolamento e tantos outros fatores podem tornar extremamente difícil romper um relacionamento abusivo.
Ser independente não signif**a estar imune à violência.
Por isso, quando uma mulher consegue romper o silêncio, denunciar e buscar ajuda, ela não deve ser julgada.
Ela deve ser acolhida, protegida e orientada.
A responsabilidade é sempre de quem agride, ameaça, humilha, controla ou violenta.
Falar é um passo.
Denunciar é um passo.
Buscar ajuda especializada é um grande passo.
E nós precisamos garantir que, quando uma mulher der esse passo, ela encontre uma rede preparada para ajudá-la a seguir em frente.