04/08/2026
A gravação de vídeos com colaboradores para as redes sociais virou tendência e aproxima a marca do público, mas exige cuidado jurídico redobrado. O uso da imagem do colaborador depende de autorização expressa, específica e voluntária, sem qualquer tipo de pressão.
Conteúdos humorísticos podem ultrapassar o limite do entretenimento quando expõem características pessoais ou geram constrangimento reiterado, configurando risco de assédio moral. A ausência de política interna clara sobre participação em vídeos já levou a decisões trabalhistas desfavoráveis à empresa.
Formalizar o termo de autorização de imagem, respeitar a jornada de trabalho e manter a participação sempre voluntária são medidas que protegem tanto a empresa quanto o colaborador.
Marketing e jurídico caminhando juntos garantem engajamento nas redes sem transformar criatividade em passivo trabalhista.