Fábio Zampieri

Fábio Zampieri Sou realizado no Direito de Família. Encontro propósito em ajudar pessoas a reconstruírem suas histórias com empatia.

Acredito no poder do acolhimento e do conhecimento para transformar conflitos em recomeços mais leves e conscientes.

Agradecer por mais uma semana abençoada
02/08/2026

Agradecer por mais uma semana abençoada

17/07/2026

Você sabia que, no divórcio, não são apenas os bens que podem ser partilhados?

As dívidas contraídas durante o casamento também podem fazer parte da divisão, dependendo do regime de bens e da finalidade da obrigação.

Muitas pessoas se preocupam apenas com o patrimônio que poderão receber, mas esquecem que direitos e responsabilidades costumam caminhar juntos.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão ou acreditar em informações sem fundamento, é importante compreender como a lei se aplica ao seu caso.

Cada situação possui particularidades, e uma análise jurídica adequada pode evitar prejuízos e surpresas desagradáveis.

Você já conhecia essa informação? Deixe sua opinião nos comentários.

⚖️ Informação jurídica de qualidade é a melhor forma de prevenir conflitos e tomar decisões mais seguras.

07/07/2026

Quem decide questões importantes sobre a saúde de um filho quando os pais pensam de forma completamente diferente?

Essa é uma das situações mais desafiadoras enfrentadas por famílias após a separação.

Neste trecho do podcast, abordo um tema que tem gerado cada vez mais discussões: a tomada de decisões relacionadas a tratamentos de saúde quando pai e mãe possuem visões, crenças e convicções diferentes.

Imagine uma situação em que um dos genitores acredita que determinado tratamento pode trazer benefícios à criança, enquanto o outro possui objeções pessoais, religiosas ou filosóficas.

Como resolver esse impasse?

É justamente nesses momentos que a guarda compartilhada demonstra sua importância. O modelo busca incentivar o diálogo e a construção conjunta das decisões mais relevantes para a vida dos filhos, especialmente aquelas relacionadas à saúde, educação e desenvolvimento.

O foco não deve estar na vontade exclusiva do pai ou da mãe, mas na busca pela solução que melhor atenda aos interesses e às necessidades da criança.

Quando o assunto é a saúde dos filhos, decisões precipitadas ou unilaterais podem gerar conflitos que poderiam ser evitados por meio do diálogo e da cooperação parental.

Assista ao vídeo e participe dessa reflexão.

Você acredita que decisões importantes sobre a saúde dos filhos devem ser tomadas em conjunto pelos pais?

05/07/2026

Ter a guarda unilateral não significa que o outro genitor perde o direito — e o dever — de se preocupar com o bem-estar do filho.

Uma dúvida muito comum entre pais e mães é: o que fazer quando existem indícios de que a criança pode estar sofrendo negligência, maus-tratos ou qualquer situação que coloque sua saúde e seu desenvolvimento em risco?

Neste trecho do podcast, abordo uma situação delicada, mas que acontece com frequência na prática: quando o genitor que exerce o direito de convivência percebe mudanças no comportamento, na aparência ou nos relatos da criança durante as visitas.

Muitas vezes, são pequenos sinais que despertam preocupação e merecem atenção.

Nesses casos, é fundamental agir com responsabilidade, buscando compreender a situação e, quando necessário, utilizar os mecanismos legais de proteção previstos em nosso ordenamento jurídico.

O mais importante é lembrar que qualquer medida deve ter como foco o melhor interesse da criança.

A proteção dos filhos está acima dos conflitos existentes entre os pais.

Assista ao vídeo e entenda quais caminhos podem ser adotados quando surgem preocupações legítimas sobre a segurança e o bem-estar de uma criança.

Você acredita que muitos pais desconhecem seus direitos e deveres mesmo quando não possuem a guarda dos filhos?

Deixe sua opinião nos comentários.

05/07/2026

Proteger uma criança em situação de risco não é apenas responsabilidade da família. É um dever de toda a sociedade.

Muitas vezes, situações de negligência, abandono ou violência acontecem longe dos olhos das autoridades. Por isso, a participação da comunidade é fundamental para que essas situações cheguem ao conhecimento dos órgãos responsáveis.

Neste trecho do podcast, explico como funciona a atuação do Estado quando existe a suspeita de que uma criança ou adolescente esteja em situação de perigo.

Em muitos casos, a escola, vizinhos, familiares ou membros da comunidade são os primeiros a identificar sinais de que algo não está bem. A partir dessas informações, o Conselho Tutelar, o Ministério Público e o Poder Judiciário podem ser acionados para avaliar a situação e adotar as medidas necessárias para proteger a criança.

A proteção integral da criança e do adolescente é um compromisso coletivo.

Quando há indícios de risco, o silêncio pode contribuir para que a situação continue. Já a comunicação aos órgãos competentes pode ser o primeiro passo para garantir segurança, proteção e dignidade.

Neste corte, abordo a importância da atuação da sociedade e dos mecanismos de proteção existentes em nosso ordenamento jurídico.

Assista ao vídeo e compartilhe essa informação.

Você sabia que qualquer pessoa pode comunicar uma situação de risco envolvendo uma criança ou adolescente aos órgãos competentes?

04/07/2026

Por que alguns processos são resolvidos em poucos dias enquanto outros levam anos?

Essa é uma das perguntas que mais geram dúvidas entre as pessoas que buscam o Poder Judiciário.

Neste trecho do podcast, compartilho uma reflexão sobre a velocidade com que determinadas medidas podem ser cumpridas e a demora que, muitas vezes, ocorre em processos envolvendo questões extremamente sensíveis.

Existem casos em que bloqueios de contas, penhoras e outras medidas patrimoniais são efetivados em questão de dias. Por outro lado, processos que discutem guarda de filhos, convivência familiar e alegações de alienação parental podem se arrastar por meses ou até anos.

Essa realidade provoca um importante debate sobre a efetividade da Justiça e os impactos que o tempo pode causar na vida das famílias.

Quando o assunto envolve patrimônio, muitas vezes é possível recuperar valores posteriormente. Mas quando falamos da convivência entre pais e filhos, o tempo perdido não volta.

Por isso, a busca por soluções céleres em demandas familiares é um tema cada vez mais relevante para a proteção das relações familiares e do melhor interesse da criança.

Assista ao vídeo e participe dessa reflexão.

Na sua opinião, a Justiça deveria dar ainda mais prioridade aos processos que envolvem crianças e adolescentes?

Deixe sua opinião nos comentários.

03/07/2026

A vida pessoal de um pai ou de uma mãe não define, por si só, sua capacidade de exercer a parentalidade.

Ainda hoje, muitas pessoas confundem escolhas pessoais, profissão ou comportamento afetivo com a aptidão para cuidar, educar e amar um filho.

Neste trecho do podcast, abordo uma reflexão importante: o exercício da maternidade e da paternidade deve ser analisado com base no cuidado, na proteção, na responsabilidade e no bem-estar da criança, e não em preconceitos ou julgamentos morais.

A sociedade frequentemente cria estigmas que acabam gerando conclusões precipitadas sobre quem pode ou não ser um bom pai ou uma boa mãe.

Mas o que realmente importa é a capacidade de oferecer um ambiente seguro, afeto, orientação e condições adequadas para o desenvolvimento dos filhos.

O Direito de Família busca proteger o melhor interesse da criança, observando fatos concretos e não meras opiniões ou preconceitos sociais.

Neste corte, compartilho uma reflexão sobre um tema que ainda gera muitos debates e divergências.

Assista ao vídeo e participe da discussão.

Você acredita que a sociedade ainda julga a capacidade parental com base em preconceitos e estereótipos?

Deixe sua opinião nos comentários.

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