Gelson Ferrareze Sociedade de Advogados - São Paulo

Gelson Ferrareze Sociedade de Advogados - São Paulo Gelson Ferrareze Sociedade de Advogados - Mais de 16 de know-how e expertise na área Trabalhista.

A sociedade de advogados GELSON FERRAREZE nasceu da união de profissionais com larga experiência em advocacia trabalhista. Seu foco de atuação são os Estados de São Paulo (Grande SP e interior) e Santa Catarina (Grande Florianópolis e Vale do Itajaí). O Escritório conta com:
Profissionais altamente qualif**ados;
Amplo material logístico;
Biblioteca técnica, doutrinal e jurisprudencial informati

zada;
Processamento das ações digitalizado;
Atendimento virtual;
Frota de veículos para atendimentos no interior;

Assim, dispõe de todo aparato necessário ao melhor atendimento aos nossos clientes, para que esses, além do resultado do processo, se satisfaçam com os serviços prestados desde o primeiro contato até o encerramento da ação.

O mercado de meios de pagamento consolidou uma manobra bilionária e silenciosa. A instituição exige de você a mesma perf...
17/06/2026

O mercado de meios de pagamento consolidou uma manobra bilionária e silenciosa. A instituição exige de você a mesma performance agressiva e o conhecimento técnico de um bancário, mas no dia de assinar a sua carteira, enquadra a vaga no setor de comércio e serviços.
Essa estratégia usada por gigantes como Cielo, Stone e Pagbank tem um único objetivo prático: cortar o custo da sua mão de obra pela metade.
Ao te afastar da categoria dos financiários, eles fogem da regra básica da jornada de 6 horas diárias imposta pela Lei 7.430/85. O impacto é matemático. A sua sétima e oitava horas trabalhadas desapareceram do holerite. Você as trabalhou todos os dias, mas elas nunca foram pagas.
A Justiça do Trabalho já pacificou o entendimento de que a fachada ou o registro da empresa no CNPJ não importam. O que define a categoria é a atividade real executada. Se a sua rotina envolvia intermediação de crédito, antecipação de recebíveis e metas financeiras, você tem os mesmos direitos de quem atua no sistema bancário.
A diferença financeira desse enquadramento correto muda completamente o valor da sua saída. São anos de horas extras retidas, diferenças de vale-alimentação e PLRs da categoria que f**aram na conta corporativa, em vez da sua.
A janela legal para recuperar esses valores perdidos dura exatos dois anos após o desligamento. Ela não avisa quando fecha, apenas expira.
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Estar na sua própria sala de estar não apaga o fato de que você continua trabalhando.O home office foi vendido como a gr...
17/06/2026

Estar na sua própria sala de estar não apaga o fato de que você continua trabalhando.
O home office foi vendido como a grande conquista do profissional moderno. Liberdade e conforto. Na prática, o que muitas empresas fizeram foi transformar a sua casa em uma filial com custo zero, onde o relógio de ponto foi substituído pela vigilância do status online. Login obrigatório às 08h, reuniões coladas umas nas outras e grupos de WhatsApp apitando até as 21h.
A companhia trata o seu tempo livre como se ele não tivesse valor. A lei, no entanto, discorda.
O Artigo 6º da CLT equipara a subordinação por meios digitais à subordinação presencial. Cada mensagem respondida enquanto você jantava e cada e-mail enviado antes de dormir são tempos à disposição do empregador. E tempo à disposição é hora extra.
Não importa se o RH orientava formalmente a "desconectar". A cultura de disponibilidade imediata e a cobrança implícita por resultados anulam qualquer manual interno. O impacto da sonegação dessas horas invisíveis reduz drasticamente as suas férias, o seu 13º e a multa do FGTS.
A janela prescricional para cobrar esse tempo oculto fecha em 2 anos após o seu desligamento. O rastro está nos servidores deles.
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A empresa chama de "reconhecimento". A Justiça do Trabalho chama de burla à legislação. Quando você assume um suposto ca...
15/06/2026

A empresa chama de "reconhecimento". A Justiça do Trabalho chama de burla à legislação. Quando você assume um suposto cargo de confiança e passa a receber a gratif**ação de função (aquele adicional de 40% no holerite), a mensagem que o RH passa é que você atingiu o topo. O que eles não dizem é que você acabou de vender o seu tempo de forma ilimitada, por um preço fixo e muito abaixo do valor de mercado.
O Artigo 62 da CLT é claro: o cargo de confiança só existe quando há poderes reais de gestão. Se você não tem autonomia para admitir, demitir, alterar orçamentos ou definir o rumo estratégico do seu setor sem pedir autorização, você não é um gestor aos olhos da lei. Você é um funcionário sênior com um título pomposo e uma jornada exaustiva.
A manobra é matemática: a gratif**ação de 40% custa infinitamente menos para a empresa do que pagar todas as horas extras, DSR, e os reflexos em férias, 13º salário e FGTS que uma rotina de 10, 11 horas diárias geraria. Durante anos, a diferença entre o que você produziu e o que recebeu foi direto para o lucro da companhia.
Essa é a armadilha do cargo de confiança nominal. A empresa compra a sua disponibilidade irrestrita, te convence de que isso é o preço do sucesso corporativo e descarta a conta na hora da rescisão.
O prazo para questionar essa descaracterização do cargo é rígido: dois anos a partir do seu desligamento. O tempo não negocia e não espera.
A Gelson Ferrareze tem 17 anos atuando exclusivamente para que o valor da sua trajetória retorne para o seu bolso. Auditamos a sua rotina real, confrontamos com o contrato e desenhamos a petição que vai exigir a diferença sonegada. Tudo isso com o seu aval prévio antes de qualquer movimento judicial.
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O "trabalhador externo sem controle" é um dos contos corporativos mais antigos do mercado. E a Justiça do Trabalho final...
15/06/2026

O "trabalhador externo sem controle" é um dos contos corporativos mais antigos do mercado. E a Justiça do Trabalho finalmente desmontou essa narrativa.
No dia da sua contratação, a promessa é a mesma: autonomia total e horário flexível. Mas a realidade no campo é feita de roteiros engessados no CRM, metas diárias de visita e a obrigação de sincronizar dados no tablet antes de dormir. A empresa aposta no seu contrato de trabalho externo para blindar o próprio caixa e não pagar o seu tempo excedente.
O jogo mudou. Em outubro de 2025, o TST reafirmou o que a tecnologia já provava: o GPS do seu equipamento corporativo vale mais do que a palavra do seu chefe. Se a empresa tem como saber a sua geolocalização e os seus acessos, a vigilância invisível configura controle de jornada. A Súmula 338 do TST é clara.
Tudo o que ultrapassa as 8 horas diárias entre rotas, esperas em consultórios e relatórios no fim do dia é, por lei, hora extra. Para profissionais de alta performance e propagandistas, essa retenção financeira destrói o valor da rescisão.
O rastro digital que a empresa usou para te monitorar não apaga sozinho, mas o seu tempo para usá-lo sim. Você tem dois anos para agir.
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O momento mais tenso para um profissional que decide cobrar seus direitos não é a audiência. É o dia de assinar a procur...
13/06/2026

O momento mais tenso para um profissional que decide cobrar seus direitos não é a audiência. É o dia de assinar a procuração e torcer para o advogado não errar a sua história.
O padrão do mercado jurídico de volume é tratar a sua trajetória como linha de produção. Uma entrevista de 15 minutos, a frase "deixa comigo" e, semanas depois, você descobre que um direito crucial — como o reflexo da comissão ou as horas de home office — não entrou na cobrança. E o prejuízo, claro, f**a na sua conta.
A via judicial não pode ser uma caixa preta. A petição inicial fixa os limites do que o juiz vai avaliar. Se a manobra da empresa para não te pagar não estiver escrita ali com exatidão cirúrgica, você perde o direito de cobrar. Uma falha de narrativa pode custar uma diferença de R$ 100.000,00 na rescisão de um executivo.
O prazo da lei é estreito: a janela fecha em exatos dois anos após a sua saída. Um processo protocolado às cegas hoje queima a sua única chance de recuperar o valor do seu tempo.
A Gelson Ferrareze tem 17 anos atuando com transparência radical. Aqui, a regra é clara: você valida a petição inicial, linha por linha, antes do envio ao tribunal. Você entende o que estamos cobrando e qual a base legal, sem juridiquês e sem surpresas.
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A promoção que te deram não custou quase nada para a empresa. Mas vai custar milhares de reais para você se o roteiro co...
13/06/2026

A promoção que te deram não custou quase nada para a empresa. Mas vai custar milhares de reais para você se o roteiro corporativo seguir até o fim.
O mercado adora inflar o ego para esvaziar o bolso. Você entrega resultados excepcionais, "veste a camisa" e é recompensado com a palavra "Coordenador", "Gerente" ou "Head" no crachá. Junto com o título, vem a gratif**ação de 40% no holerite. E, nas entrelinhas, a regra silenciosa de que agora o seu tempo pertence integralmente à companhia.
Mas um crachá novo não tem o poder de apagar a CLT. A Justiça do Trabalho entende que o nome da vaga é irrelevante. O que define um cargo de confiança (Art. 62 da CLT) é a autonomia real. Se você precisava pedir autorização para aprovar orçamentos, dar descontos ou demitir alguém, você não era um gestor. Você era um executor sênior. E executores recebem hora extra.
A gratif**ação remunera a responsabilidade da função, não compra a sua disponibilidade irrestrita. O impacto das horas extras que f**aram pelo caminho afeta toda a base de cálculo da sua saída: férias, 13º e FGTS derretem.
A janela para cobrar essa conta dura exatos dois anos após a sua rescisão.
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Eles fizeram a conta. Você também deveria fazer a sua.Cargo de confiança não é promoção. É uma forma de transferir respo...
31/05/2026

Eles fizeram a conta. Você também deveria fazer a sua.
Cargo de confiança não é promoção. É uma forma de transferir responsabilidade sem transferir dinheiro.
Se você trabalha além do horário, responde mensagem fora do expediente e ainda assim nunca viu esse tempo refletido no seu contracheque — existe uma janela de dois anos para mudar isso.
Mas ela não espera.
Link na bio.

A cultura da "alta performance" tem um preço altíssimo — e, quase sempre, é você quem está pagando a conta com o seu tem...
30/05/2026

A cultura da "alta performance" tem um preço altíssimo — e, quase sempre, é você quem está pagando a conta com o seu tempo de vida.
Trabalhar duro e entregar resultados não deve ser sinônimo de trabalhar de graça. Quando a disponibilidade ininterrupta — à noite, de madrugada, aos finais de semana — vira regra não escrita, a empresa lucra milhões em cima do seu desgaste e das suas horas não remuneradas.
O nome disso não é "mindset de dono". É passivo trabalhista.
A pior parte? O relógio joga a favor do empregador. A prescrição de 2 anos vai apagando o seu histórico financeiro dia após dia, enquanto você tenta dar conta das metas.
Se a sua empresa pune a sua saída no horário — não existe escolha. Existe coerção.
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O valor que você construiu precisa ser recuperado. Não como favor. Como direito.
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𝗚𝗲𝗹𝘀𝗼𝗻 𝗙𝗲𝗿𝗿𝗮𝗿𝗲𝘇𝗲 𝗦𝗼𝗰𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝘀
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A empresa não precisa vencer o processo.Ela só precisa fazer você nunca entrar com ele.Durante décadas, espalharam a mes...
29/05/2026

A empresa não precisa vencer o processo.

Ela só precisa fazer você nunca entrar com ele.

Durante décadas, espalharam a mesma narrativa:

"Você vai f**ar marcado."
"Vai entrar numa lista negra."
"Ninguém mais vai te contratar."
"Vai gastar dinheiro e não receber nada."

O problema é que muita gente acreditou.

E toda vez que um trabalhador desiste por medo, alguém economiza dinheiro do outro lado da mesa.

O medo virou ferramenta de gestão.

Mas existe uma diferença enorme entre o que a empresa fala e o que a lei diz.

Antes de abrir mão dos seus direitos, descubra o que é fato e o que é blefe.

Porque o prazo passa.
As provas desaparecem.
E a oportunidade de corrigir um prejuízo não f**a aberta para sempre.

➡️ Deslize o carrossel até o final.

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— Gelson Ferrareze
17 anos de atuação
Taxa de êxito superior a 95%

Existe uma frase que virou senso comum no Brasil."Entrar na Justiça é furada.""Processo trabalhista destrói carreira.""V...
29/05/2026

Existe uma frase que virou senso comum no Brasil.

"Entrar na Justiça é furada."
"Processo trabalhista destrói carreira."
"Você vai gastar mais do que vai receber."
"Vão te colocar numa lista negra."

Essas afirmações circulam há décadas no mercado de trabalho.

Não é teoria da conspiração.

É cálculo financeiro.

Se você processar e ganhar, a empresa paga.

Se você não processar, a empresa economiza.

Quanto mais pessoas acreditarem que "não vale a pena," menor o passivo trabalhista de qualquer organização.

O medo foi o investimento mais barato que o setor corporativo brasileiro já fez.

E funcionou por muito tempo.

Mas veja o que é real — não o que foi construído para que você acreditasse:
Na Justiça do Trabalho brasileira, os honorários funcionam no modelo de êxito.

O advogado só recebe se o caso for ganho.

Isso signif**a que você não precisa ter dinheiro para começar. Precisa ter um caso sólido.

Processo trabalhista não aparece em pesquisa de crédito.

Não consta no SCPC, não aparece no Serasa, não impede financiamento ou abertura de conta.

Não existe "lista negra" legalmente reconhecida no Brasil.

O que existe é o medo de que ela exista — e esse medo é cultivado com muito cuidado por quem se beneficia dele.

O prazo para ajuizar é de dois anos após o desligamento, com possibilidade de cobrar os dois anos anteriores ao término do contrato.

Para um profissional de vendas com salário acima de R$8.000, com histórico de horas extras habituais, comissão cortada e rescisão calculada sobre base errada, a soma raramente f**a abaixo de R$80.000.

Em muitos casos, ultrapassa R$150.000.

Esse valor existe independente do medo.

Ele prescreve independente do medo. E a empresa continuará com ele enquanto o medo funcionar.

A diferença entre quem age e quem não age não é coragem. É informação.
Quem não sabe que o processo é gratuito acha que não pode pagar.

Quem não sabe que não existe lista negra acha que vai ser perseguido.

Quem não sabe do prazo acha que pode decidir depois.

Depois, muitas vezes, é tarde.

A Gelson Ferrareze tem 17 anos desmontando, caso a caso, cada uma dessas narrativas.

Manda uma mensagem. A avaliação é gratuita.

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