Lameirão Advogados

Lameirão Advogados Há 22 anos defendendo causas trabalhistas dos economiarios e bancários.

Fundado em 1996, o Lameirão Advogados é um escritório especializado em atender aos anseios dos empregados da CAIXA e bancários em geral, tanto na solução de conflitos, no âmbito judicial ou extrajudicial, inclusive na elaboração e acompanhamento de processos administrativos, tanto na esfera administrativa, como civil e criminal. Trata-se de um dos escritórios mais respeitados na área trabalhista b

ancária, principalmente em relação aos economiários, não apenas pela plena e incessante busca de resultados que beneficiem aos seus clientes, mas também pela sólida reputação que construiu ao longo dessas décadas através de um trabalho transparente, ético, atencioso, de credibilidade e, principalmente, focado nos interesses daqueles que nos dão a honra de contar com sua confiança.

Gravações durante atendimentos bancários se tornaram cada vez mais comuns, especialmente quando o cliente deseja registr...
07/08/2026

Gravações durante atendimentos bancários se tornaram cada vez mais comuns, especialmente quando o cliente deseja registrar uma orientação, uma negativa ou algum problema ocorrido na agência.

O registro feito por uma das pessoas que participa da conversa pode ser utilizado para documentar o atendimento. Isso, porém, não significa que o conteúdo possa ser divulgado publicamente sem limites.

Vídeos publicados fora de contexto, acompanhados de ofensas ou acusações, podem atingir a imagem, a honra e a dignidade do bancário. A gravação também pode expor dados de outros clientes, telas de sistemas e informações internas da agência.

Nessas situações, a instituição deve oferecer orientação e suporte ao trabalhador. Caso ocorra uma exposição pública, é importante preservar o vídeo, os comentários e as comunicações relacionadas ao episódio.

Compartilhe este conteúdo com outros profissionais que atuam no atendimento bancário.

A 7ª Turma do TRT da 2ª Região reconheceu o direito de um caixa da Caixa Econômica Federal ao intervalo de 10 minutos a ...
04/08/2026

A 7ª Turma do TRT da 2ª Região reconheceu o direito de um caixa da Caixa Econômica Federal ao intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos de trabalho.

A decisão considerou que as normas internas e os acordos coletivos aplicáveis garantiam a pausa aos empregados que realizavam atividades de entrada de dados, mesmo quando a digitação não era exercida de forma exclusiva e contínua.

Com isso, os períodos de intervalo não concedidos deverão ser pagos como horas extras, respeitando as particularidades do caso analisado.

A decisão reforça a importância de avaliar as normas coletivas e os regulamentos internos aplicáveis à rotina dos caixas da CEF.

Você trabalha ou já trabalhou como caixa na Caixa Econômica Federal? Acompanhe a página para conhecer decisões que podem impactar os direitos dos economiários.

Fonte: Migalhas

O cargo registrado na carteira nem sempre acompanha aquilo que acontece na prática dentro da empresa. Muitos trabalhador...
28/07/2026

O cargo registrado na carteira nem sempre acompanha aquilo que acontece na prática dentro da empresa.

Muitos trabalhadores começam executando uma função específica, mas, com o tempo, passam a assumir novas responsabilidades, treinar colegas, responder por demandas mais complexas ou até ocupar um papel que antes era de outro cargo.

O problema é quando essa mudança acontece sem qualquer reconhecimento formal, sem reajuste salarial e sem clareza sobre o que passou a ser exigido.

A empresa pode chamar de “confiança”, “crescimento” ou “oportunidade”, mas, quando a rotina muda de forma concreta e o trabalhador passa a carregar mais responsabilidade sem nenhuma contrapartida, a situação merece atenção.

Por isso, mais importante do que olhar apenas para o nome do cargo é observar o que você realmente faz todos os dias.

Salve este post para lembrar: função não se mede só pelo crachá, mas pela realidade do trabalho.

23/07/2026

Bancário, meta não pode custar sua saúde.

A cobrança por resultados faz parte da rotina de muitas instituições financeiras, mas existe um limite entre gestão e pressão abusiva.

Quando metas, rankings, cobranças por venda, mensagens constantes e comparações entre colegas começam a gerar ansiedade, medo, insônia, esgotamento ou sensação de incapacidade, é preciso acender o alerta.

O trabalho não deve ser um ambiente em que o bancário se sente pressionado o tempo inteiro, como se nunca entregasse o suficiente.

Resultado é importante, mas não pode estar acima da dignidade, da saúde mental e do respeito ao trabalhador.

Se esse alerta faz sentido para você ou para alguém que trabalha em banco, salve este post e compartilhe com quem precisa ler isso.

A discussão sobre a redução da jornada de trabalho voltou ao centro do debate com a aprovação da proposta que prevê a di...
21/07/2026

A discussão sobre a redução da jornada de trabalho voltou ao centro do debate com a aprovação da proposta que prevê a diminuição da carga horária semanal para 40 horas e o fortalecimento do descanso semanal.

Para os bancários, esse tema merece ainda mais atenção.

Isso porque a categoria já possui uma jornada diferenciada prevista em lei. Em regra, bancários têm jornada de 6 horas por dia, totalizando 30 horas semanais. Na prática, porém, nem sempre isso é respeitado como deveria.

É justamente aí que mora o problema.

Muitos bancários convivem com extensão habitual da jornada, cobrança por metas, enquadramentos indevidos como cargo de confiança e discussões frequentes sobre o pagamento da 7ª e 8ª horas.

Por isso, quando o debate sobre carga horária ganha força no cenário nacional, ele também reforça uma reflexão importante dentro dos bancos: não basta discutir redução de jornada, é preciso garantir o cumprimento da jornada que já existe.

Para o bancário, falar de carga horária é falar de saúde, limite, desgaste emocional, tempo de vida e respeito aos próprios direitos.

Se a rotina faz parecer normal trabalhar além do que deveria, talvez o ponto não seja a normalidade da prática, mas a necessidade de olhar isso com mais atenção.

Fonte: Câmara dos Deputados e Agência Brasil.

Mudanças no ambiente de trabalho raramente acontecem de forma declarada. Elas começam com ajustes pontuais: uma tarefa a...
14/07/2026

Mudanças no ambiente de trabalho raramente acontecem de forma declarada.

Elas começam com ajustes pontuais: uma tarefa adicional, a substituição temporária de um colega, a adaptação a uma nova demanda.

Com o tempo, esses ajustes deixam de ser exceção.

A nova dinâmica se estabelece, e o trabalhador passa a exercer atividades que vão além daquilo que foi originalmente contratado.

O ponto central não está na mudança em si.

Está na ausência de reconhecimento formal dessa mudança.

Porque, enquanto o contrato permanece o mesmo, a responsabilidade evolui.

E essa diferença, quando analisada, deixa de ser apenas operacional.

Você já passou por essa situação? Comenta aqui embaixo!

Para muitos bancários, a pressão por metas já não aparece apenas como uma cobrança profissional. Ela se tornou parte de ...
08/07/2026

Para muitos bancários, a pressão por metas já não aparece apenas como uma cobrança profissional. Ela se tornou parte de uma rotina marcada por tensão, medo de perder o emprego, comparações públicas, mensagens fora do horário e cobranças que ultrapassam o limite do razoável.

É importante entender que o problema não está na existência de metas. Empresas podem estabelecer objetivos e acompanhar resultados. O ponto de atenção está na forma como essa cobrança acontece.

Quando o trabalhador é exposto diante da equipe, pressionado a vender produtos de qualquer forma, ameaçado de demissão, chamado de incapaz ou tratado como se nunca fosse suficiente, a cobrança deixa de ser gestão e pode se transformar em abuso.

No setor bancário, esse tipo de situação é ainda mais sensível porque muitos profissionais convivem com metas agressivas, atendimento intenso, responsabilidade financeira e uma cobrança constante por produtividade. Com o tempo, essa rotina pode afetar a saúde emocional, gerar ansiedade, insônia, crises de choro, medo de ir trabalhar e sensação permanente de esgotamento.

Nenhum resultado justifica a perda da dignidade do trabalhador.

Se a cobrança por metas tem ultrapassado os limites e afetado sua saúde ou sua rotina profissional, procure orientação jurídica para entender quais caminhos podem ser analisados no seu caso.

Salve este post para lembrar: trabalhar sob pressão não significa aceitar abuso.

A jornada de trabalho nem sempre se limita ao horário registrado no ponto. Em muitos casos, o trabalhador encerra o expe...
06/07/2026

A jornada de trabalho nem sempre se limita ao horário registrado no ponto.

Em muitos casos, o trabalhador encerra o expediente formal, mas continua recebendo mensagens, ligações, cobranças ou demandas que exigem resposta fora do horário.

No início, isso pode parecer algo pontual. Uma solicitação rápida, uma urgência isolada, uma situação excepcional.

O problema surge quando essa disponibilidade passa a fazer parte da rotina.

Mesmo que não exista um novo registro de ponto, o trabalhador continua dedicando tempo, atenção e responsabilidade ao trabalho.

E, quando essa prática se repete, ela pode revelar um padrão relevante para análise jurídica.

Por isso, é importante observar não apenas o horário anotado, mas também tudo aquilo que exige atuação profissional fora da jornada formal.

Salve este post e comece a observar se o seu trabalho continua depois do expediente.

O expediente formal pode até terminar. Mas, na prática, o trabalho continua. Contato com clientes, acompanhamento de met...
02/07/2026

O expediente formal pode até terminar.

Mas, na prática, o trabalho continua.

Contato com clientes, acompanhamento de metas, demandas que surgem fora do horário e a necessidade de resposta constante mantêm o bancário em estado de disponibilidade.

No início, isso parece pontual.

Com o tempo, se repete.

E quando se repete, deixa de ser exceção.

O problema é que essa continuidade raramente é registrada, mas passa a integrar a rotina de trabalho.

E é justamente essa diferença entre o que é registrado e o que realmente acontece que merece atenção.

Se o trabalho continua mesmo depois do expediente, vale olhar para isso com mais cuidado.

Funcionário de banco pode perder comissão?Depende, e em muitos casos, isso pode ser ilegal.A comissão faz parte da remun...
24/06/2026

Funcionário de banco pode perder comissão?

Depende, e em muitos casos, isso pode ser ilegal.

A comissão faz parte da remuneração do trabalhador quando está vinculada ao desempenho ou às vendas realizadas. Uma vez cumpridas as metas ou condições estabelecidas, o valor passa a ser um direito do empregado.

O problema começa quando o banco cancela, reduz ou retém comissões sem justificativa válida, especialmente após o trabalho já ter sido realizado.

Situações como mudança de regra depois da meta atingida, cancelamento por fatores que não dependem do funcionário ou metas pouco claras podem indicar irregularidade.

Além disso, a comissão também impacta outros direitos, como férias, 13º salário e FGTS, ou seja, não é apenas um valor “extra”, mas parte da remuneração.

Se você já teve comissão cortada ou alterada sem explicação, vale analisar o caso com mais atenção.

Compartilhe este conteúdo com quem trabalha com metas ou salve para entender melhor seus direitos.

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