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O que Escher e o Surrealismo nos ensinam sobre a Era da IA?Recentemente visitei a exposição sobre Surrealismo no novo es...
03/08/2026

O que Escher e o Surrealismo nos ensinam sobre a Era da IA?

Recentemente visitei a exposição sobre Surrealismo no novo espaço da Pinakotheke em São Paulo e me deparei com Metamorfose II, de M. C. Escher que está no vídeo do artigo.

A obra é um fluxo contínuo onde formas geométricas viram vilas, pássaros e abelhas. Mas o mais curioso: ele fez tudo isso entalhando madeira, numa técnica artesanal e minuciosa.

Isso me fez pensar: a metamorfose sempre habitou a realidade do trabalho. O que muda de tempos em tempos são apenas as nossas ferramentas. Ontem, a xilogravura. Hoje, os algoritmos e a inteligência artificial.

No meu artigo completo, exploro o que a flexibilidade cognitiva de Magritte, os relógios de Dalí e a antropofagia de Tarsila do Amaral podem ensinar sobre liderança, inovação e adaptação B2B neste novo cenário.

Leia a reflexão completa no artigo:

https://lnkd.in/d4MK6WWn

Como você tem lidado com as transições de ferramentas no seu setor?

04/07/2026
O custo de não buscar novos mercados nunca aparece em nenhuma planilha. E é exatamente por isso que ele é o mais caro de...
18/06/2026

O custo de não buscar novos mercados nunca aparece em nenhuma planilha. E é exatamente por isso que ele é o mais caro de todos.

Uma edição especial da Harvard Business Review sobre estratégias de crescimento (2026) traz um dado incômodo: mais de 60% das grandes empresas atravessam, em algum momento, um período de estagnação prolongada. E depois de uma década parada, a chance de retomar o crescimento cai para menos de 20%. Não é uma crise pontual. É uma trajetória que se consolida enquanto a empresa espera “o momento certo” para investir em aquisição.

Décadas atrás, Frederick Reichheld, pesquisador ligado à Bain & Company, publicou na própria HBR um achado que segue confirmado: aumentar a retenção em apenas 5% pode elevar o lucro entre 25% e 95%. Reter é, de fato, mais eficiente que adquirir. Mas nenhuma empresa sobrevive só retendo. Sem novos clientes entrando, a base que sustenta essa retenção também encolhe, devagar, sem barulho.

O cenário mudou de forma estrutural. A pesquisa Buyers’ Journey 2026, da Forrester, com quase 18 mil compradores B2B no mundo, mostra que a IA generativa já é a fonte mais relevante de pesquisa antes da decisão de compra, ultrapassando até o site do fornecedor e o vendedor. Mas há um paradoxo revelado pelo Gartner: 69% desses mesmos compradores ainda procuram um humano para validar o que a IA respondeu, antes de decidir. Quem não está presente nesse instante de validação simplesmente não existe na decisão.

Some a isso o custo de capital elevado que ainda marca o cenário brasileiro em 2026, e a conta f**a mais clara: cada mês de inação não é tempo neutro. É capital perdido, com custo de oportunidade crescente.

Investir em aquisição de novos mercados não é uma aposta. É a forma de não pagar, em silêncio, o preço da estagnação.

*Este texto e a imagem foram desenvolvidos com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de vivências e reflexões reais. A IA como parceira, não como substituta.

Participação  Business Development & Associates na Câmara Brasil-Alemanha SP Camara Brasil-Alemanha de São Paulo | AHK B...
18/06/2026

Participação Business Development & Associates na Câmara Brasil-Alemanha SP Camara Brasil-Alemanha de São Paulo | AHK Brasil

Por que quase sempre quem decide não bate palmas?Estava numa reunião com o CEO de uma empresa quando o assunto virou net...
09/06/2026

Por que quase sempre quem decide não bate palmas?

Estava numa reunião com o CEO de uma empresa quando o assunto virou networking e eventos. Comentei sobre a importância de estar presente, de participar de palestras, de circular.

Ele me interrompeu com tranquilidade: “Mas f**a lá na turma que bate palmas.”

Não havia arrogância na frase. Havia uma observação.

Cada ambiente tem sua forma de demonstrar presença. Em eventos e redes sociais, curtidas e comentários são sinais legítimos de engajamento funcionam, constroem comunidade, ampliam alcance.

Mas existe outro perfil. Executivos de alto nível raramente curtem posts. Quase nunca comentam. Se você medir a presença deles pelas métricas convencionais, vai concluir que eles não existem ou que são irrelevantes.

São exatamente eles que decidem contratar, fechar parceria, indicar fornecedor.

Esse público opera por outra lógica. O sinal de que algo chegou até eles não aparece no feed. Aparece numa mensagem direta semanas depois. Numa pergunta discreta numa conversa de corredor. Numa reunião que surge aparentemente do nada.

• Este texto e a imagem foram desenvolvidos com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de vivências e reflexões reais. A IA como parceira, não como substituta.

Domingo de bicicleta até Feira do Livro no Pacaembu e um reencontro inesperado.Matinas Suzuki Jr e eu coincidimos na Fol...
08/06/2026

Domingo de bicicleta até Feira do Livro no Pacaembu e um reencontro inesperado.

Matinas Suzuki Jr e eu coincidimos na Folha de S.Paulo no mesmo período. Ele na redação, eu no comercial com a famosa separação “muro de Berlim” entre as nossas áreas.

Hoje ele comanda a Casa Matinas, uma editora que resgata livros importantes com impressão sob demanda que o mercado deixou para trás. Já tinha acompanhado o trabalho dele de longe, numa entrevista ao Marcelo Tas na TV Cultura. Ver esse trabalho de perto foi uma grata surpresa.

O Brasil voltou a ter um herói. E isso importa mais do que parece.Ontem, um jovem de 19 anos chamado João Fonseca entrou...
30/05/2026

O Brasil voltou a ter um herói. E isso importa mais do que parece.

Ontem, um jovem de 19 anos chamado João Fonseca entrou numa quadra em Paris e passou quase cinco horas desmontando, ponto a ponto, uma das maiores lendas do esporte mundial. Djokovic abriu 2 sets a 0. E o brasileiro não cedeu.

Isso não foi só tênis.

Existe uma carência que o brasileiro carrega silenciosamente: a de se ver representado no topo do mundo. Não no topo do caos, não no topo da polêmica, no topo da excelência. Tivemos isso com Ayrton Senna, que transformava impossibilidades físicas em vitórias sobre engenheiros, pilotos e circuitos do mundo inteiro. Tivemos com Guga Kuerten, que entrou em Roland Garros praticamente desconhecido e saiu tricampeão, desenhando um coração na argila. Esses homens não eram apenas campeões. Eram espelhos. Nos faziam acreditar que o Brasil podia, sim, produzir o melhor do mundo.

João Fonseca está reavivando essa chama.

E o que isso tem a ver com a vida profissional e os desafios do dia a dia?

Tudo.

Porque quando um jovem vê outro jovem com as mesmas limitações de fuso horário, de estrutura, de pressão virar o jogo contra quem estava 2 sets acima, algo muda internamente. Não é motivação de palco. É algo mais profundo: a percepção de que viradas são reais. Que resiliência não é um conceito de livro de autoajuda. É uma estratégia concreta.

No ambiente de negócios, vivemos sob uma pressão crescente: ciclos mais longos, decisões mais lentas, clientes mais exigentes, resultados que demoram a aparecer. É fácil interpretar esse cenário como derrota. João Fonseca, caindo dois sets, poderia ter interpretado da mesma forma.

Ele não interpretou. Ele ajustou o jogo.

Há algo poderoso em ter um herói com quem se identif**ar. Não porque ele resolva nossos problemas, mas porque ele prova, em tempo real, que problemas têm solução. E que grandes adversários são derrotáveis.

O Brasil está com fome de acreditar em si mesmo. João Fonseca está alimentando isso.

Que a gente aprenda com ele: não é sobre não cair. É sobre o que você faz quando está dois sets atrás.

Mudança de ângulo: O que o excesso de canais revela sobre a maturidade do B2B.Olhe para a imagem abaixo. Às vezes, um pe...
26/05/2026

Mudança de ângulo: O que o excesso de canais revela sobre a maturidade do B2B.

Olhe para a imagem abaixo. Às vezes, um pequeno ajuste no ângulo de visão revela detalhes que antes passavam despercebidos.

Na música, aprendi que diversif**ar as palhetas precocemente não vai melhorar o som do sax, além de ser um claro desperdício de recursos, isso não substitui a técnica. O som precisa ser sólido antes de buscarmos o acessório novo.

No mercado B2B, temos vivido uma corrida frenética pela “diversif**ação de canais”. A lógica é simples e sedutora: estar presente em todo lugar para capturar o cliente em qualquer ponto da jornada.

Os dados confirmam essa tendência: a interação digital é hoje a regra, não a exceção.
Mas, ao analisar a operação de grandes negócios, percebo que estamos caindo em uma armadilha silenciosa.
A diversif**ação, quando mal aplicada, não gera oportunidades, ela gera ruído.
Estamos vivendo um momento onde empresas investem pesado em automação e presença omnicanal, mas esquecem que, quanto maior a complexidade de um contrato, maior é a necessidade de foco e contexto.

O que tenho observado na minha rotina na Cheers Business Development & Associates é que o digital abriu portas, mas a “diluição” do atendimento travou o fechamento.

O comprador B2B não quer ser bombardeado em mais um canal, ele quer que o interlocutor entenda o desafio específico dele, sem fricção.
A conclusão é contra-intuitiva: a eficiência em vendas complexas não vem de estar em todos os lugares, mas de ser cirúrgico na conexão.

A diversif**ação faz sentido quando serve para construir uma trilha de confiança. Se ela serve apenas para multiplicar mensagens, você não está diversif**ando; está apenas aumentando o custo de aquisição.

Acredito que o futuro do desenvolvimento de negócios está no equilíbrio: usar a inteligência dos dados para estar presente, mas manter a curadoria humana para garantir que a mensagem final faça sentido para quem decide.

Como vocês têm filtrado esse ruído nas estratégias de vocês? O excesso de canais tem ajudado ou dificultado o fechamento de grandes contratos?

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