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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que imóvel familiar pode ser penhorado, mesmo sem registro de hipoteca, qua...
17/09/2026

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que imóvel familiar pode ser penhorado, mesmo sem registro de hipoteca, quando há indícios de fraude contra credores.

Entenda mais neste post!

A decisão foi tomada em um caso que envolvia uma disputa judicial relacionada a contratos de empréstimo com juros (mútuo feneratício).

Nesse processo, para garantir o empréstimo, o devedor ofereceu seu imóvel residencial como garantia.

Porém, ele não registrou a hipoteca, um passo essencial para formalizar essa garantia de crédito.

Posteriormente, o imóvel foi transferido para um amigo do devedor.

Por sua vez, os credores alegaram que essa transação foi uma tentativa de fraudar o pagamento das dívidas, ocultando bens para prejudicar a quitação.

Em sua decisão, o STJ entendeu que, embora a hipoteca não tenha sido registrada, ficou evidente que houve fraude contra os credores.

Isso porque o amigo que adquiriu o imóvel estava ciente da situação.

O STJ ressaltou que a proteção do bem de família não pode ser usada para respaldar práticas fraudulentas.

Quando um imóvel é oferecido como garantia e, em seguida, transferido com intenção de prejudicar credores, essa proteção não se aplica.

Assim, o Tribunal determinou que o imóvel pode ser penhorado em situações de fraude e insolvência do devedor, mesmo sendo residência familiar.

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– Processo: REsp 2.134.847.

Por agir de forma contrária às expectativas de honestidade e transparência, a Justiça validou um contrato de empréstimo ...
16/09/2026

Por agir de forma contrária às expectativas de honestidade e transparência, a Justiça validou um contrato de empréstimo consignado realizado entre consumidor e banco.

Entenda mais neste post!

O caso envolveu um cliente que havia firmado com o fornecedor um empréstimo no valor de R$ 15 mil e 200.

O consumidor ajuizou ação contra o banco, alegando desconhecer o contrato e requerendo sua nulidade, além da devolução em dobro dos valores descontados de sua aposentadoria, mais danos morais.

Em uma primeira decisão, a Justiça acabou acatando todos os pedidos da parte autora, julgando o contrato nulo.

Ao recorrer, o banco apresentou que o consumidor havia recebido o valor previsto no contrato de maneira legal.

Além disso, não encontrava-se provas de vício na celebração que justificassem a nulidade.

Em reanálise do caso, foi reconhecido que o empréstimo era legítimo e ambas as partes estavam cientes sobre suas obrigações.

Isso porque o valor do empréstimo foi entregue pelo banco, porém, não foi devolvido pelo autor.

Diante disso, a Justiça enquadrou o ato praticado pelo consumidor em desconformidade com a boa-fé objetiva, prevista na legislação.

Também foi apontado que, mesmo havendo um possível vício, o fato de a parte ter se beneficiado do valor recebido elimina qualquer enriquecimento ilícito do banco.

Com isso, a Justiça reformou a primeira decisão, negando os pedidos iniciais do autor e validando o contrato por definitivo.

O que achou dessa decisão?

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– Processo: 0800048-21.2024.8.10.0101.

Planejar uma viagem com o seu pet exige atenção, e ser barrado no portão de embarque pode virar um grande problema. O pr...
15/09/2026

Planejar uma viagem com o seu pet exige atenção, e ser barrado no portão de embarque pode virar um grande problema. O primeiro passo é entender como as companhias aéreas classificam os animais.

A lei faz distinção entre os tipos de pets. O cão-guia tem acesso garantido na cabine por legislação específica. Já os animais de estimação comuns e os pets de suporte emocional dependem das regras de cada companhia.

As empresas podem definir suas próprias condições de transporte, mas essas regras precisam estar claras no momento da compra da passagem. Omissões que resultem em impedimento inesperado podem ser consideradas práticas abusivas.

Se a taxa foi paga, a reserva feita e a documentação veterinária está em dia, a companhia não pode impedir o embarque por falhas internas ou falta de organização.

Quando o erro é da empresa, o passageiro pode exigir reacomodação em outro voo, assistência adequada ou reembolso integral.

A justiça também reconhece que a frustração da viagem com o pet pode gerar direito a indenização por danos morais.

Você já teve problemas ao viajar de avião com seu animal de estimação? Deixe seu comentário, compartilhe o post, salve para consultar depois e busque orientação especializada se o embarque for negado injustamente.

O fim de um casamento é um momento delicado e sempre surgem dúvidas sobre como será feita a divisão dos bens.Mas você sa...
13/09/2026

O fim de um casamento é um momento delicado e sempre surgem dúvidas sobre como será feita a divisão dos bens.

Mas você sabia que as verbas trabalhistas também podem ser incluídas nessa partilha?

Vamos entender melhor!

Em relacionamentos sob os regimes de comunhão parcial ou universal de bens, as verbas trabalhistas relacionadas ao período do casamento podem entrar como patrimônio a ser dividido.

Apesar de o salário não ser compartilhado após o divórcio, valores como os provenientes de ações judiciais podem ser incluídos como bens comuns.

Isso significa que, mesmo que esses valores não tenham sido utilizados para adquirir o patrimônio durante o casamento, eles serão divididos entre as partes.

Essa interpretação foi dada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O órgão entendeu que as verbas trabalhistas se tornam bens comuns quando o direito ao recebimento delas surgiu durante o casamento.

Mesmo em casos que tenham sido pagas após o divórcio.

No entanto, é importante ressaltar que essa partilha deve ser feita de maneira proporcional ao período em que o casal esteve junto.

Além disso, algumas verbas com natureza indenizatória, como as decorrentes de acidente de trabalho, podem ser excluídas da divisão, de acordo com decisões recentes do STJ.

Você está passando por um divórcio e possui dúvidas sobre esse assunto?

Entre em contato com uma equipe de advogados especializados em direito de família!

Nem sempre uma dívida precisa ser quitada conforme o combinado. Em determinadas situações, o credor pode aceitar receber...
12/09/2026

Nem sempre uma dívida precisa ser quitada conforme o combinado. Em determinadas situações, o credor pode aceitar receber outra prestação para extinguir a obrigação.

Imagine uma pessoa que deve R$ 100 mil, mas não possui o valor disponível. Se o credor concordar, em vez de receber o dinheiro, poderá aceitar um veículo, um imóvel ou outro bem como forma de quitação. A obrigação original é substituída pela prestação aceita pelo credor.

Isso está disciplinado no código civil. O elemento essencial é o consentimento do credor, é necessário que exista acordo quanto à substituição da prestação.

Também é preciso atenção ao valor do bem. As partes devem estabelecer claramente os efeitos dessa diferença.

E há uma consequência jurídica relevante: se o credor receber o bem em dação e posteriormente perder sua propriedade por decisão judicial em razão de direito anterior de terceiro, a obrigação original poderá ser restabelecida.

Portanto, a dação pode ser uma solução eficiente para encerrar uma dívida, mas precisa ser estruturada corretamente para evitar novos conflitos.

Busque orientação jurídica e salve este conteúdo.

Imagine acordar pela manhã com a parede de sua casa sendo derrubada em razão da obra do seu vizinho.O que fazer num mome...
09/09/2026

Imagine acordar pela manhã com a parede de sua casa sendo derrubada em razão da obra do seu vizinho.

O que fazer num momento como esse?

Muitas pessoas passam por essa situação e não sabem quem é o responsável pelo prejuízo.

Se isso acontecer com você, saiba que o Código Civil garante que o vizinho causador do estrago é quem deve arcar com os custos decorrente desse acidente.

Mesmo nos casos em que a obra esteja sendo executada por uma empreiteira e dentro das normas.

Para resolver o problema, busque uma conversa amigável ou a resolução do conflito por meio de câmaras de mediação.

Caso não haja acordo, é possível recorrer à Justiça solicitando o conserto dos estragos causados e a indenização por eventuais prejuízos morais e financeiros, munido de fotos, vídeos e laudo técnico do ocorrido.

Seja na solução amigável ou conflituosa, conte sempre com o apoio de um advogado especializado.

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A publicidade desempenha um papel crucial na divulgação de produtos.Mas você sabia que a sua regulamentação é fundamenta...
07/09/2026

A publicidade desempenha um papel crucial na divulgação de produtos.

Mas você sabia que a sua regulamentação é fundamental para proteger os consumidores?

O Código de Defesa do Consumidor estabelece orientações rigorosas para evitar práticas enganosas ou abusivas que possam prejudicar a integridade física e moral dos consumidores.

Ele também protege os seus direitos, mas exige que os fornecedores sejam responsáveis por ofertar produtos seguros e de qualidade.

Nesse sentido, a publicidade é abusiva quando os anúncios promovem:

– Violência;

– Medo;

– Discriminação;

– Desrespeito a valores;

– Incentiva comportamentos prejudiciais aos consumidores.

Já a propaganda enganosa pode induzir o consumidor ao erro sobre:

– Características;

– Qualidade;

– Preço ou outros aspectos importantes do produto ou serviço anunciado.

É importante que a publicidade seja clara e transparente sobre os produtos que promove.

Assim, o consumidor pode fazer escolhas informadas e seguras.

Você sabia dessas regras?

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Está buscando regularizar a posse de uma propriedade rural?Aqui vão algumas dicas para facilitar o processo:1 – Document...
04/09/2026

Está buscando regularizar a posse de uma propriedade rural?

Aqui vão algumas dicas para facilitar o processo:

1 – Documentos pessoais:

Tenha em mãos seu CPF, RG e comprovante de residência.

2 – Documentação do imóvel:

Inclua informações cadastrais sobre a propriedade, como certidões negativas emitidas pelos distribuidores, e, se possível, a matrícula atualizada.

3 – Comprovantes de posse:

Apresente contratos de compra e venda, recibos de pagamento de impostos e faturas de água e luz.

4 – Testemunhas:

Podem reforçar sua reivindicação de posse, e confirmar o uso do imóvel.

5 – Provas de cultivo ou uso:

Demonstre construções ou qualquer melhoria realizada no imóvel.

6 – Registros fotográficos:

Imagens do período que você ocupou o imóvel podem se tornar cruciais.

7 – Relatório Técnico:

Um técnico pode elaborar um relatório detalhado do imóvel.

Lembre-se, contar com ajuda de um profissional pode evitar contratempos e facilitar o processo, uma vez que a usucapião é um processo complexo e merece um acompanhamento especializado.

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Contratos de transporte, exploração de petróleo e gás no mar, disputas sobre cargas e embarcações.Esses conflitos exigem...
03/09/2026

Contratos de transporte, exploração de petróleo e gás no mar, disputas sobre cargas e embarcações.

Esses conflitos exigem soluções rápidas e técnicas, e é nesse cenário que a arbitragem marítima ganha espaço, sendo cada vez mais usada no Brasil e no mundo.

Diferente da Justiça comum, a arbitragem é um processo privado e voluntário, no qual as partes escolhem árbitros especializados para resolver o conflito.

O procedimento é sigiloso, flexível e costuma ser concluído em menos tempo que uma ação judicial.

Como funciona?

As partes precisam concordar em levar o caso para a arbitragem, seja por cláusula no contrato ou por acordo posterior.

Escolhem árbitros com experiência no setor marítimo, o que garante uma análise técnica e imparcial.

Definem se o caso será julgado com base nas leis, na equidade ou nos costumes do comércio internacional.

A decisão arbitral tem a mesma validade de uma decisão judicial.

Com sua posição estratégica e a força das indústrias de petróleo, gás e offshore, o Brasil tem grande potencial para se tornar um polo internacional de arbitragem marítima.

No exterior, instituições como a Corte Internacional de Arbitragem da CCI são referência global.

Como muitos países adotaram a Lei Modelo da UNCITRAL, há mais segurança e padronização nos procedimentos.

Além disso, decisões arbitrais estrangeiras podem ser reconhecidas e executadas no Brasil, o que facilita a resolução de disputas internacionais.

A arbitragem marítima é uma ferramenta essencial para resolver conflitos de forma rápida, técnica e eficaz.

Se precisar de ajuda, procure um advogado especializado em Direito Marítimo para obter orientações seguras.

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