12/08/2026
📊⚖️A regulamentação do novo modelo tributário (IBS e CBS) exige que os comitês de finanças e governança das companhias iniciem readequações operacionais imediatas para o próximo semestre. A transição para a não cumulatividade plena e o desenho do sistema de split payment (retenção automatizada do tributo no momento da liquidação financeira) alteram profundamente a dinâmica do capital de giro. A preparação exige foco estratégico em três frentes:
Auditoria de Fornecedores: Como o direito ao crédito tributário passará a depender do recolhimento efetivo realizado pelo fornecedor na etapa anterior, selecionar parceiros comerciais com alto compliance fiscal torna-se vital para evitar custos ocultos.
Parametrização de Sistemas: Adaptação tecnológica e de ERPs para lidar com a coexistência dos regimes antigo e novo de transição, mapeando com precisão os fatos geradores.
Revisão de Margens de Serviços: O setor de serviços integrados e tecnologia deve recalcular o impacto de suas cadeias de valor, antecipando reorganizações societárias se necessário.
O planejamento tributário preventivo é o único caminho para blindar o fluxo de caixa corporativo contra surpresas regulatórias.
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