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Grupo Ciências Criminais Visa investigar os sistemas jurídico-penais contemporâneos a partir da análise crítica do direito penal e processual penal.

O grupo visa investigar os sistemas jurídico-penais contemporâneos a partir da análise crítica do direito penal e processual penal, verificando em seus fundamentos as diferentes formas de violação/proteção dos direitos da pessoa humana. Blog do grupo:
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RESENHA | COMO NASCEM OS MONSTROS“O monstro nasce ou é construído?”Essa foi uma das perguntas que ficaram na minha cabeç...
08/09/2026

RESENHA | COMO NASCEM OS MONSTROS

“O monstro nasce ou é construído?”

Essa foi uma das perguntas que ficaram na minha cabeça durante a leitura dessa obra de Rodrigo Nogueira.

O livro apresenta uma narrativa forte e perturbadora sobre a trajetória de um ex-soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro e mostra como a violência pode deixar de ser uma exceção e passar a fazer parte da rotina.

Mais do que contar uma história, a obra provoca uma reflexão sobre poder, violência, hierarquia, escolhas, corrupção e os limites que o ser humano é capaz de ultrapassar.

E talvez o mais assustador seja perceber que ninguém se transforma em “monstro” de um dia para o outro.

São pequenas concessões.
Pequenas justificativas.
Pequenas transgressões.
Até que aquilo que antes parecia inconcebível passa a parecer normal.

Como estudante e professora das Ciências Criminais, considero uma leitura extremamente interessante justamente porque nos obriga a sair da visão simplista de “bem x mal” e questionar quais fatores podem contribuir para a construção de determinados comportamentos criminosos.

⚠️ É uma leitura desconfortável. E talvez esse seja o seu maior mérito.

Porque alguns livros ensinam.
Outros entretêm.
E existem aqueles que nos obrigam a pensar.

Esse é um deles.

⭐ Nota: 9/10

Agora me conta: na sua opinião, monstros nascem ou são construídos? 👇

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08/09/2026

Estudo de caso: Quais foram os crimes?

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Correee
07/09/2026

Correee

🚨 “CENA DE TERROR”: DELEGADO REVELA DETALHES DO FEMINICÍDIO DE MÉDICA EM MARINGÁO delegado Adriano Garcia, da Delegacia ...
07/09/2026

🚨 “CENA DE TERROR”: DELEGADO REVELA DETALHES DO FEMINICÍDIO DE MÉDICA EM MARINGÁ

O delegado Adriano Garcia, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Maringá, concedeu uma entrevista coletiva neste domingo (6) e revelou novos detalhes sobre o feminicídio da médica Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos.

⚠️ “CENA DE TERROR”
Ao falar sobre o local onde a médica foi encontrada, o delegado classificou a cena no apartamento como “uma cena de terror”, diante da violência encontrada no imóvel.

Segundo Adriano Garcia, João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, confessou o crime para a própria mãe. De acordo com o relato apresentado à polícia, ele teria contado que matou a esposa utilizando uma faca e que também a teria esganado.

Após o crime, João Vitor teria colocado o filho do casal, um bebê de apenas oito meses, para dormir e deixado o apartamento. A porta estava trancada quando os policiais chegaram ao imóvel.

O suspeito fugiu em direção a Mandaguari, onde posteriormente foi encontrado ferido por golpes de faca na casa de familiares.

A Polícia Civil também investiga a origem dos ferimentos apresentados por João Vitor. Foi solicitado exame de corpo de delito para esclarecer se as lesões foram provocadas pelo próprio suspeito ou se houve participação de outra pessoa.

João Vitor permanece internado no Hospital Universitário de Maringá, sob escolta policial.

A investigação continua para esclarecer toda a dinâmica do crime e as circunstâncias que levaram à morte da médica.

💔 Uma tragédia que deixou um bebê de apenas oito meses sem a mãe.

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📲 Acompanhe o Correio de Notícias para novas informações sobre o caso.

Uma engrenagem orquestrada de intimidação, assédio em massa e linchamento virtual opera diariamente nos bastidores para ...
07/09/2026

Uma engrenagem orquestrada de intimidação, assédio em massa e linchamento virtual opera diariamente nos bastidores para silenciar qualquer um que ouse questionar as atividades da médium Maira Rocha. O exército digital, formada por um séquito feroz e radicalizado de seguidores da líder espiritual, promove ataques coordenados e sem piedade contra jornalistas, pesquisadores, políticos e cidadãos comuns.

O objetivo é claro: neutralizar denúncias e destruir a reputação de quem coloca sob suspeita a veracidade das cartas psicografadas emitidas pela mulher que comanda a Casa de Caridade Inácio Daniel, em Águas Claras.

A coluna Na Mira teve acesso a um boletim de ocorrência registrado no início deste mês pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O documento detalha o desespero de um homem que se viu encurralado por uma enxurrada de mensagens intimidatórias disparadas em múltiplos canais — redes sociais, WhatsApp, e-mail e ligações telefônicas diretas.

Todos os perfil que enviaram mensagem foram printados pela vítima e enviados para análise dos investigadores. A depender do teor das acusações, esses seguidores de Maira poderão responder pelo crime de stalking. O mesmo foi feito por uma idosa que desmascatou uma carta e passou a receber uma enxurrada de xingamentos nas redes sociais.

Um político radicado em Brasília, que registrou uma ocorrência que deu origem ao inquérito instaurado na 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), passou ser duramente atacado pela milícia virtual.

A vítima, ao constatar ter sido lesada por uma suposta fraude espiritual — quando recebeu uma carta falsa atribuída à sua falecida mãe —, virou alvo prioritário da milícia virtual logo após o caso vir à tona no Metrópoles, em matéria publicada no último dia 31 de agosto de 2026.

Assim que o texto foi ao ar, o telefone da vítima não parou mais de tocar. Números desconhecidos e perfis em redes sociais passaram a disparar acusações violentas, cobrando o homem por ter levado o caso à imprensa e alegando que ele ocultou trechos do documento.

➡️ Leia mais na coluna Na Mira, de Carlos Carone, no metropoles.com

🤳 Arte/Metrópoles

Corre nos stories

Novos detalhes sobre a morte da médica Gassi Mazia, em Maringá, ajudam a reconstruir a sequência do crime. O acusado é o...
07/09/2026

Novos detalhes sobre a morte da médica Gassi Mazia, em Maringá, ajudam a reconstruir a sequência do crime. O acusado é o advogado João Vitor Domingues Romeiro.

Segundo informações registradas pela polícia, João Vitor teria confessado a um familiar que matou a médica por asfixia. Após o crime, ele ainda teria permanecido no imóvel por algumas horas e relatado que fez o filho dormir antes de deixar o local.

O delegado Adriano Garcia, da Polícia Civil, também comentou o caso e destacou que a investigação busca esclarecer toda a dinâmica dos fatos e confirmar, por meio de laudos, depoimentos e demais provas, exatamente como o crime aconteceu.

Depois de sair de Maringá, João Vitor foi localizado em Mandaguari, dentro de um Nissan Kicks que pertencia à própria vítima. Conforme o registro policial, ele apresentava ferimentos provocados por instrumento perfurocortante e recebeu atendimento das equipes de socorro.

O advogado foi preso por suspeita de feminicídio e encaminhado para atendimento hospitalar, permanecendo sob acompanhamento policial.

A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes da morte de Gassi Mazia.

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Corre que estão esgotando...
06/09/2026

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🟥 ATUALIZAÇÃO ▪︎》JOÃO ROMEIRO CONFESSA À POLÍCIA TER MATADO A ESPOSA EM MARINGÁ➡️ João Vitor Domingues Romeiro, de 25 an...
06/09/2026

🟥 ATUALIZAÇÃO ▪︎》JOÃO ROMEIRO CONFESSA À POLÍCIA TER MATADO A ESPOSA EM MARINGÁ

➡️ João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, confessou à polícia ter matado a esposa, a médica Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, encontrada morta dentro do apartamento onde morava, em Maringá.

Um dos detalhes que mais chocou os moradores foi o fato de que vizinhos ouviram o choro intenso do bebê do casal, de apenas oito meses. A porta do apartamento estava trancada quando a Polícia Militar chegou ao local. A suspeita é de que João tenha tido tempo de trancar o imóvel antes de fugir.

Após deixar o apartamento, ele fugiu para Mandaguari, onde foi encontrado esfaqueado na casa de familiares. João foi socorrido e permanece internado em estado grave no Hospital Universitário de Maringá, sob escolta policial.

HISTÓRICO EM MARIALVA

Antes de morar em Maringá, João Romeiro viveu em Marialva, onde cursou o ensino médio no Colégio Anjos Custódios.

Ele é formado em Direito pela Faculdade Maringá, com graduação concluída em 2023. Entre 2019 e 2023, atuou na Vara Criminal e Anexos de Marialva. Até o momento do crime, ocupava o cargo de assessor jurídico da Procuradoria-Geral da Prefeitura de Marialva.

O casal tinha um filho de apenas oito meses, que estava no apartamento no momento em que a médica foi encontrada morta. A criança foi retirada do local por familiares.

A Polícia Civil continua investigando a dinâmica do crime, a motivação e as circunstâncias em que João foi encontrado ferido.

⚠️ O caso é investigado como feminicídio e novas informações devem ser divulgadas pelas autoridades.

Fonte: Correio de Notícias



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Médica é encontrada morta a fac4d4s dentro de apartamento; bebê estava ao lado do corpoUma médica de 37 anos foi encontr...
06/09/2026

Médica é encontrada morta a fac4d4s dentro de apartamento; bebê estava ao lado do corpo

Uma médica de 37 anos foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, na noite deste sábado (5), em Maringá, no Paraná. A vítima foi identificada como Gassi Paola de Souza Mazia, que atuava em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Sarandi.

O crime aconteceu em um apartamento localizado nas proximidades da Avenida Itororó, na região do Bosque 2. Segundo as informações iniciais, Gassi foi atingida por pelo menos quatro g0lp3s de f4c4 e morr€u ainda no local.

Um dos detalhes mais dramáticos do caso é que o filho da vítima, um bebê de apenas oito meses, estava dentro do apartamento no momento do crime. Conforme relatos preliminares, moradores ouviram o choro da criança por um período e, como ninguém atendia ao imóvel, acionaram a Polícia Militar.

Quando as equipes chegaram ao local, encontraram a médica já sem vida e o bebê próximo ao corpo da mãe. Familiares compareceram ao apartamento e retiraram a criança do local.

O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, que atua como assessor jurídico da Procuradoria-Geral do município de Marialva.

Após o crime, ele deixou o apartamento e, posteriormente, foi encaminhado ao Hospital Universitário de Maringá, onde permanece internado sob escolta policial.

A Polícia Civil investiga a dinâmica do crime, a motivação e as circunstâncias do caso, incluindo a origem dos ferimentos apresentados pelo suspeito. Inicialmente, o crime é tratado como feminicíd!0.

Via Maringa News

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