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Perder o emprego já é uma situação delicada, e a preocupação com a assistência médica só aumenta a ansiedade. Mas você s...
04/07/2026

Perder o emprego já é uma situação delicada, e a preocupação com a assistência médica só aumenta a ansiedade. Mas você sabia que, por lei, *é possível manter o plano de saúde da empresa mesmo após a demissão*?
Essa garantia está prevista na Lei nº 9.656/98, mas para ter direito a ela, você precisa cumprir alguns requisitos básicos:
*📋 Quem tem direito?*
*Demissão sem justa causa:* O benefício não se aplica se você pediu demissão ou foi demitido por justa causa.
*Ter contribuído com o pagamento:* Você precisa ter arcado com uma parte da mensalidade do plano enquanto estava empregado (coparticipação em consultas e exames não conta como contribuição mensal, ok?).
*⏱️ Por quanto tempo posso f**ar no plano?*
O direito de permanência é de *1/3 do tempo em que você contribuiu* para o plano, respeitando os seguintes limites:
*Prazo mínimo:* 6 meses.
*Prazo máximo:* 24 meses (2 anos).
> ⚠️ *Importante:* A partir do momento da demissão, você assume o *valor integral da mensalidade* (a sua parte + a parte que a empresa pagava).
>
*⏳ Qual é o prazo para decidir?*
Você tem *30 dias* a partir do momento em que a empresa te informa sobre o direito de opção para decidir se quer ou não continuar com o plano.

Conhecer os seus direitos traz segurança nos momentos de transição! Ficou com alguma dúvida sobre como funciona o prazo ou os valores? Deixe aqui nos comentários! 👇

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02/07/2026

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25/05/2026

☕️ Estreando nosso novo quadro: Um café, uma dica!

Enquanto o café sai quentinho, a gente traz informações importantes sobre os seus direitos trabalhistas de forma simples e direta. ⚖️

E no primeiro episódio, falamos sobre um tema que gera muitas dúvidas: GORJETA.
Você sabia que a gorjeta recebida pelo trabalhador possui regras específ**as e deve ser repassada corretamente? 👀

Se houver cobrança de taxa de serviço ou recebimento de gorjetas, o empregador precisa seguir o que determina a lei, garantindo transparência e o devido pagamento ao empregado.

Acompanhe nosso quadro e fique por dentro dos seus direitos! ☕️✨

17/05/2026

⚠️ A justa causa pode sair MUITO cara para a empresa quando é aplicada da forma errada.

Muita gente acredita que basta identif**ar a falta do funcionário e pronto. Mas existem erros que podem anular totalmente a justa causa na Justiça do Trabalho — e é exatamente sobre isso que falei no vídeo.

Os 3 erros mais comuns são:
❌ Falta de documentação
❌ Falta de proporcionalidade
❌ Demora na aplicação da penalidade

Esses detalhes fazem toda a diferença e podem gerar grandes prejuízos para a empresa.

Se você trabalha com gestão de pessoas ou é empresário, esse conteúdo pode evitar muita dor de cabeça no futuro. 👀

📌 Salve esse vídeo para consultar depois.
💬 Comenta aqui: você já viu alguma empresa errar na aplicação da justa causa?

08/05/2026

🚨 Recebeu uma justa causa? Calma. Nem toda justa causa é válida.

A empresa precisa provar o que aconteceu.
E mais do que isso: a punição precisa ser proporcional à suposta falta cometida.

Na Justiça do Trabalho, a justa causa é a penalidade mais grave aplicada ao trabalhador. Por isso, exige:
✔ prova concreta
✔ imediatidade da punição
✔ proporcionalidade
✔ ausência de perdão tácito

Sem isso, a justa causa pode ser revertida judicialmente.

E quando ocorre a reversão, o trabalhador pode ter direito ao recebimento de:
✅ aviso prévio
✅ FGTS + multa de 40%
✅ seguro-desemprego
✅ férias + 13º proporcionais
✅ além de outras verbas rescisórias

Muitas empresas aplicam justa causa por impulso, sem documentos, testemunhas ou qualquer prova robusta.
E é exatamente aí que nasce o direito do trabalhador buscar a reversão na Justiça.

⚖️ Cada caso precisa ser analisado individualmente.

05/05/2026

🚨 Empresário, o passivo trabalhista não aparece do nada — ele é construído no dia a dia.

E o pior: muitas vezes por erros simples que parecem “normais” na rotina da empresa.

⚠️ Alguns dos mais comuns:
• Funcionário sem registro
• Controle de jornada “flexível demais”
• Pagamentos “por fora”
• Falta de documentação (advertências, contratos, acordos)
• Desvio de função sem ajuste contratual

💡 O que você precisa entender:
Não é só sobre pagar direitos…
É sobre provar que você cumpriu com suas obrigações.

📌 Na Justiça do Trabalho, quem não documenta… perde.

✔️ Tenha contratos bem estruturados
✔️ Controle de ponto confiável
✔️ Políticas internas claras
✔️ Acompanhamento jurídico preventivo

👉 Empresa organizada juridicamente não vive apagando incêndio — cresce com segurança.

01/05/2026

🚨 Motorista, isso pode estar acontecendo com você…

Você trabalha horas na estrada,
cumpre rotina, tem cobrança…

mas ainda acha que “é normal” não ter direitos?

❌ Não é.

Se alguém:

define seu horário
te cobra metas
exige satisfação

👉 existe grande chance de você ter vínculo de trabalho, mesmo sem carteira assinada.

E isso muda tudo.

Você pode ter direito a:
✔ horas extras
✔ FGTS
✔ férias + 13º
✔ descanso obrigatório

💭 Trabalhar muito já faz parte da sua realidade…
mas trabalhar sem receber o que é justo não deveria ser.

26/04/2026

Trabalhar sem registro não é “vantagem” — é risco. ⚠️

Sem carteira assinada, o trabalhador f**a sem acesso a direitos básicos garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho, como: FGTS, férias + 1/3, 13º salário, INSS, seguro-desemprego e estabilidade em casos específicos.

E o prejuízo não aparece só no presente…
Ele impacta diretamente o futuro: aposentadoria comprometida, dificuldade para comprovar renda e até perda de benefícios previdenciários.

Além disso, em caso de doença, acidente ou demissão, o trabalhador f**a completamente desprotegido.

💡 Importante: mesmo sem registro, o vínculo pode ser reconhecido na Justiça — desde que comprovados os requisitos da relação de emprego.

Se você ou alguém que você conhece está nessa situação, busque orientação. Informação é o primeiro passo para garantir seus direitos.

25/04/2026

Se a empresa paga valores “por fora” ou como “prêmio” para mascarar horas extras, fique atento:

👉 Isso NÃO é válido
👉 E pode gerar condenação judicial

Na prática, muitas empresas fazem isso para:
❌ Evitar pagamento de horas extras (50% ou 100%)
❌ Não pagar adicional noturno
❌ Reduzir encargos (FGTS, INSS, reflexos)

Mas a Justiça do Trabalho aplica o princípio da primazia da realidade:
📌 Não importa o nome que a empresa dá
📌 Importa o que realmente aconteceu

Se o valor era pago de forma habitual, vinculado à jornada ou produtividade, ele pode ser reconhecido como salário.

💰 E o impacto é grande:
Horas extras + adicional noturno + reflexos em férias, 13º, FGTS e multa de 40%.

⚖️ Resultado?
O que parecia “economia” vira um passivo trabalhista alto.

📲 Se você é empresa: regularize antes que vire processo.
👩‍⚖️ Se você é trabalhador: pode haver valores a receber.

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