10/09/2026
Ter um filho em comum não é suficiente para caracterizar uma união estável.
E essa recente decisão do STJ chamou atenção justamente por isso.
A existência de um filho, o tempo de relacionamento e até a coabitação do casal podem ser elementos importantes — mas, isoladamente, não definem a existência de uma união estável.
O ponto central continua sendo a intenção de constituir família e, principalmente, que essa intenção esteja no presente e não no futuro.
E é aí que muita gente se confunde: relacionamento sério, duradouro e com planos para o futuro não é, necessariamente, união estável, que não se confunde com o noivado.
No vídeo, explico quais elementos pesaram na decisão do STJ e por que esse caso merece atenção de quem acredita que “na prática, já era casado”.
Comenta aqui o que você acha ser uma união estável😉