Gilvandi de Almeida Advocacia

Gilvandi de Almeida Advocacia Advogado com atuação na área tributária e imobiliária com mais 20 anos de experiência.

Sou Gilvandi de Almeida, Advogado, há mais de trinta anos atuando com paixão na área trabalhista, mobiliária, acidentes e doenças do Trabalho. Especializado em regularização de imóveis com escritório na Cidade de São Paulo e atuação na zona leste de São Paulo e Guarulhos

26/01/2026

Quando o empresário ouve a expressão “dívida ativa”, normalmente pensa em cobrança.

Boleto, juros, multa, parcelamento.

Mas esse é apenas o efeito mais visível do problema.

A verdadeira consequência da dívida ativa é a perda de controle desse negócio.

Enquanto a dívida está na fase administrativa, o empresário ainda escolhe:

- quando agir
- como pagar
- se vai negociar
- qual estratégia a seguir

Depois da inscrição na Dívida Ativa da União, essa liberdade começa a diminuir.

A dívida passa a estar sob o controle da Fazenda Pública.

O empresário deixa de conduzir o ritmo da solução e passa a reagir ao sistema.

É nesse estágio que:

- decisões patrimoniais ficam limitadas
- operações comuns podem ser questionadas
- e o risco deixa de ser apenas financeiro

Em determinados casos, a legislação presume como fraudulenta a alienação ou oneração de bens realizada após a inscrição do débito.

Ou seja, não se trata apenas de pagar imposto, trata-se de preservar o patrimônio.

Outro ponto pouco falado é que a dívida ativa fecha portas:

- dificulta acesso a crédito
- compromete planejamento
- gera insegurança nas decisões da empresa

O empresário ainda pode negociar?

Sim.

Mas já não negocia em condições ideais.

Por isso, a dívida ativa não é apenas uma cobrança mais dura.

Ela é um sinal claro de que o empresário perdeu o melhor momento de agir.

Quem age antes mantém o controle.

Quem age depois aceita as regras impostas.

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21/01/2026

A maioria dos empresários acredita que dívida de imposto é um problema administrativo, algo que pode ser resolvido “mais pra frente”, quando o caixa melhorar.

Mas como dito, esse erro é silencioso.

A dívida não se torna grave de um momento para outro.
Ela vai mudando de fase, sem o empresário perceber.

Tudo começa na Receita Federal, ainda na esfera administrativa.

momento em que o empresário:

- recebe notificações
- com prazo determinado para pagar ou regularizar
- até ai ele ainda possui liberdade de decisão.

O problema é que muitos:

- ignoram a notificação
- subestimam os riscos
- acreditam que nada de imediato vai acontecer.

Quando esse período passa sem ação, o débito segue seu curso natural: vem a inscrição na Dívida Ativa da União.

A partir e daqui o jogo muda completamente.

Após a inscrição:

- o problema deixa de ser apenas fiscal
- passa a ter reflexos patrimoniais
- e o empresário perde margem de manobra.

Em determinados casos, a lei presume como fraudulenta a venda ou transferência de bens após a inscrição da dívida.

Ou seja: decisões comuns do dia a dia podem virar profunda dor de cabeça jurídica no futuro.

Esse é o ponto que quase ninguém explica para o contribuinte.

A dívida não explode de repente.
Ela cresce no silêncio em razão da inércia.

Empresários que agem antes do surgimento da Dívida Ativa:

- têm mais opções
- conseguem negociar melhor
- preservam o patrimônio.

Os que deixam passar essa fase:

- pagam mais caro
- negociam sob pressão da receita
- e assumem riscos desnecessários.

Dívida de imposto não é o problema.

O problema é não entender o momento certo de agir. Siga

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