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Uma herança em dois países pode ser dividida como se estivesse toda no Brasil?Foi o que um herdeiro tentou descobrir em ...
25/09/2026

Uma herança em dois países pode ser dividida como se estivesse toda no Brasil?

Foi o que um herdeiro tentou descobrir em um inventário em São Paulo. Além dos bens daqui, havia uma casa em Orlando, participações em empresas norte-americanas e dinheiro em uma conta no exterior. Ele pediu que tudo entrasse no cálculo para avaliar a divisão da herança, será que foi possível?

Para a família, a pergunta faz sentido: se alguém receber parte do patrimônio lá fora, como saber se a divisão feita aqui será equilibrada?

Na carta de hoje do Conselho de Família, conto essa história e explico por que deixar essa conversa para depois da morte pode ser especialmente difícil quando o patrimônio atravessa fronteiras.

Planejar é cuidar do que vem depois. Link na Bio para carta completa, vem entender o caso comigo.

A vida é boa o tempo todo, sim!Ela é feita de momentos que nos fazem reencontrar quem somos, reconhecer onde estamos e d...
20/09/2026

A vida é boa o tempo todo, sim!

Ela é feita de momentos que nos fazem reencontrar quem somos, reconhecer onde estamos e descobrir quanta completude cabe no cotidiano.

Uma tarde de conversa boa, comida boa e recebendo amigos mineiros queridos na nossa terra, que os recepciona confirmando sua fama, cinza, da garoa, mas acolhedora.
💜🌷

Seus filhos saberiam o que fazer com tudo o que você construiu enquanto ainda estivessem tentando compreender a sua ausê...
19/09/2026

Seus filhos saberiam o que fazer com tudo o que você construiu enquanto ainda estivessem tentando compreender a sua ausência?

Muitas famílias adiam conversas sobre a casa, a empresa, os bens e as responsabilidades porque acreditam que os filhos resolverão tudo quando chegar o momento.

Acontece que esse momento chega acompanhado do luto, de prazos, impostos, documentos e decisões que exigem uma clareza que a dor nem sempre permite.

Na carta desta semana do Conselho de Família, escrevo sobre o peso de deixar para os herdeiros escolhas que poderiam ter sido organizadas enquanto todos ainda estavam presentes para conversar.

A pior hora para uma família decidir pode ser justamente aquela em que ela não tem mais escolha.

Leia a carta completa. Link na bio.

Planejar é cuidar do que vem depois.
O futuro da família começa nas decisões de hoje.

17/09/2026

Planejamento sucessório não é assunto de quem tem muito patrimônio, é assunto de quem tem patrimônio, do tamanho que for.

Foi a pergunta que me fizeram no .astdireitoempauta, e a resposta é direta: não depende do valor, depende do momento de vida. Quem está construindo está num momento diferente de quem já consolidou, e as ações e necessidades de cada momento também são diferentes. Vale assistir até o final para entender que planejamento sucessório não é exclusivo de quem tem um vasto patrimônio.

Esse é o tipo de raciocínio que trago pra esse perfil. Se fez sentido pra você, me siga..

Hoje participamos do Workshop de Fraude e Seguro de Pessoas e Previdência, encabeçado pela FENAPREV e organizado por San...
17/09/2026

Hoje participamos do Workshop de Fraude e Seguro de Pessoas e Previdência, encabeçado pela FENAPREV e organizado por Sandro, Luísa, da MetLife, e Clarissa, da Prudential, a quem quero agradecer e parabenizar pela iniciativa, pela organização e pela abertura de um espaço tão importante de diálogo e construção conjunta. Meu agradecimento também a todo o departamento jurídico, de compliance e de fraude da MetLife, pela confiança e pela parceria depositadas em nosso trabalho.

Quando se fala em fraude, é preciso acessar repertórios, ampliar perspectivas e conectar informações a partir de uma visão verdadeiramente multidisciplinar, reunindo diferentes áreas, competências e experiências. É dessa aproximação entre conhecimento técnico, dados, comportamento e vivência prática que se constrói uma leitura mais estratégica, capaz de identificar padrões, antecipar riscos e produzir respostas mais consistentes.

É justamente por isso que encontros como esse têm tanto valor: criam um espaço de inteligência compartilhada, fortalecem vínculos profissionais e ajudam a consolidar uma cultura de cooperação, responsabilidade e confiança.

No mercado de seguros, essa união tem um significado ainda maior, porque cada movimento de fortalecimento institucional também contribui para proteger a mutualidade e reafirmar a função social do seguro.

Foi muito especial participar desse encontro ao lado do Daniel nessa construção multidisciplinar. É desse tipo de aproximação que o mercado se fortalece e a sociedade se favorece, fortalecendo a base de valores que precisamos defender.

16/09/2026

Tem família que doa um imóvel para o filho e acredita que, porque colocou usufruto e algumas cláusulas, aquele patrimônio ficou completamente protegido.

Não é tão simples.

Se esse filho tiver uma dívida no futuro, dependendo de como essa doação foi estruturada, aquele bem pode ser atingido.

E aqui está o ponto que muita gente esquece: o problema não é doar.

A doação pode ser uma excelente ferramenta de planejamento patrimonial e sucessório.

O problema é usar a mesma estrutura para todas as famílias.

Se um dos filhos exerce uma atividade de maior risco, tem empresa, presta garantias ou está mais exposto a dívidas, talvez aquele patrimônio precise ser organizado de outra maneira.

Pode existir uma estrutura societária. Pode existir outra forma de distribuição ou de organização dos bens. Pode até fazer sentido manter determinados ativos fora da doação naquele momento.

Planejamento patrimonial começa antes do documento.

Começa entendendo quem são as pessoas, quais são os riscos e o que aquela família realmente quer proteger.
Planejar é cuidar do que vem depois, o futuro da família começa hj!

14/09/2026

Já reparou como geralmente somos mais tranquilos com estranhos do que com a família? Com quem é de fora, a gente mede o tom, escolhe as palavras, respeita o espaço do outro. Com quem é de casa, relaxa esse cuidado, como se o vínculo desse licença para isso (e não dá!).

Eu e entendemos rápido que o respeito é a base para uma família trabalhar junta sem atritar as relações. É necessário reconhecer que, cada um tem autoridade onde é bom, ou seja, no que é da área médica, cabe a mim ouvir e acatar. No que se refere ao direito, cabe a ele fazer o mesmo.

Um casal que trabalha junto e entende isso não divide poder, mas sim multiplica.

Se você faz parte de uma família empresária, siga o meu perfil para aprender a cuidar das relações e do patrimônio.

14/09/2026

Tem escolhas que parecem burocráticas no começo de um casamento, mas que só revelam o tamanho da consequência muitos anos depois.

O regime de bens é uma delas.

Muita gente simplesmente assina os papéis, aceita a comunhão parcial e segue a vida sem entender o que aquela escolha significa de verdade.

Só que, se você não escolhe, a lei escolhe por você.

E essa regra vai aparecer justamente nos momentos mais delicados da relação: no divórcio ou na morte.

Na comunhão parcial, por exemplo, aquilo que cada um já possuía antes do casamento continua sendo, em regra, patrimônio particular durante a relação. Mas, na sucessão, o cenário muda: dependendo da composição da herança, o cônjuge sobrevivente pode concorrer com os descendentes justamente sobre esses bens particulares.

Ou seja: “esse bem é só meu” pode ser verdade durante o casamento e deixar de produzir o resultado que você imaginava depois da morte.

Escolher um regime de bens não é pensar que o casamento vai dar errado.

É entender quais consequências jurídicas você quer para a vida que está construindo.

Porque casamento é também patrimônio, sucessão e decisão.

E algumas decisões ficam muito caras quando só são compreendidas no final.
Planejar é cuidar do que vem depois, o futuro da família começa na decisão de hj!

13/09/2026

Muitas famílias só percebem a importância de ter conversado, organizado e decidido algumas coisas antes quando já estão no meio do luto.

É justamente nessa hora que aparecem as perguntas mais difíceis: o que fazer com os bens, quem decide, como dividir, o que pode ser vendido, o que precisa ser preservado.

E tudo isso acontece quando ninguém está exatamente em condição de pensar com calma.

Planejar patrimônio e sucessão não elimina a dor da perda. Mas evita que, junto com ela, a família ainda precise enfrentar decisões que poderiam ter sido tomadas antes, com mais clareza, tempo e serenidade.

Planejar é cuidar do que vem depois. Futuro da família começa na decisão de hj!

Famílias passam anos construindo patrimônio e, muitas vezes, adiam justamente as conversas que vão definir o que acontec...
13/09/2026

Famílias passam anos construindo patrimônio e, muitas vezes, adiam justamente as conversas que vão definir o que acontece com ele depois.

Quem vai cuidar da empresa? Um filho poderá comprar a parte do outro? A casa de veraneio será preservada ou vendida? Todos têm a mesma expectativa sobre o que receberam?

Enquanto os pais estão presentes, parece que essas decisões podem esperar. O problema é que, quando elas chegam sem preparo, os filhos não precisam lidar apenas com patrimônio. Precisam lidar também com diferenças antigas, afetos, expectativas e interesses que nunca foram colocados à mesa.

Planejamento sucessório não começa com uma holding.

Começa quando uma família consegue conversar, ainda em vida, sobre aquilo que um dia terá de decidir sem os pais na sala.

Porque o futuro da família começa nas decisões de hoje.

Planejar é cuidar do que vem depois.

Endereço

Avenida Paulista 2073, Conjunto Nacional/Horsa I/Cj 1811
São Paulo, SP
01311300

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