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Quem organiza o patrimônio em uma holding já ouviu falar da imunidade de ITBI na hora de integralizar imóveis. Mas e qua...
19/08/2026

Quem organiza o patrimônio em uma holding já ouviu falar da imunidade de ITBI na hora de integralizar imóveis. Mas e quando a empresa está inativa?

O Tribunal de Justiça de São Paulo pacificou o entendimento: a imunidade do ITBI na integralização de capital com imóveis vale também para a pessoa jurídica sem atividade. A decisão foi tomada em Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas, o que dá mais segurança para quem faz planejamento patrimonial.

Na prática, se não há atividade preponderantemente imobiliária, seja porque a empresa não realiza esse tipo de negócio, seja pela própria inatividade, a imunidade pode ser reconhecida.

Isso é uma boa notícia para as empresas, para o planejamento sucessório, proteção patrimonial e a constituição de holdings familiares.

Se a sua empresa vai integralizar o capital social com imóveis ou já pagou ITBI que talvez não fosse devido, vale conversar com um advogado de confiança para análise do caso.

Conteúdo meramente informativo.

Com as novas regras, muita gente pergunta: e quem postou, f**a livre? Não f**a.Mesmo com o novo dever das plataformas, o...
13/08/2026

Com as novas regras, muita gente pergunta: e quem postou, f**a livre? Não f**a.

Mesmo com o novo dever das plataformas, o autor do conteúdo continua respondendo, nas esferas cível e criminal.

A responsabilidade é solidária: plataforma e usuário podem responder juntos pelo dano causado.

Vale lembrar que o próprio Supremo ressalvou o direito de a plataforma comprovar que havia dúvida razoável sobre o conteúdo. Mas isso não cancela a responsabilidade de quem publicou.

No fim, pensar duas vezes antes de postar continua sendo o melhor caminho.

Ficou com dúvida sobre responsabilidade em redes e plataformas? Fale com um especialista.

Conteúdo meramente informativo.

As plataformas passaram a responder de forma solidária pelo que os usuários publicam, mas ainda têm como se defender.O S...
12/08/2026

As plataformas passaram a responder de forma solidária pelo que os usuários publicam, mas ainda têm como se defender.

O STF adotou a chamada presunção relativa de culpa. Divulgado um conteúdo ilícito postado por um usuário, presume-se a culpa da plataforma.

Só que essa presunção pode ser afastada. A empresa consegue se isentar se comprovar que usou todos os meios de que dispunha para impedir a publicação.

Também não responde quando demonstra que havia dúvida razoável e não era possível identif**ar, de imediato, a ilicitude do conteúdo.

Ou seja: o que a plataforma registra e comprova faz toda a diferença na hora da defesa.

Registro e comprovação fazem diferença na hora da defesa.

Conteúdo meramente informativo.

Hoje, nossa equipe parabeniza todos os advogados que, com dedicação e compromisso, trabalham diariamente para promover o...
11/08/2026

Hoje, nossa equipe parabeniza todos os advogados que, com dedicação e compromisso, trabalham diariamente para promover o Direito com responsabilidade, ética e excelência. Em especial, estendemos esse reconhecimento aos advogados da nossa equipe, que se dedicam constantemente ao aperfeiçoamento profissional e à condução de cada demanda com sabedoria, cuidado e dedicação. Feliz Dia do Advogado!

Nem todo conteúdo depende de ordem judicial para ser removido. Alguns exigem ação imediata da plataforma.No mesmo julgam...
29/07/2026

Nem todo conteúdo depende de ordem judicial para ser removido. Alguns exigem ação imediata da plataforma.

No mesmo julgamento, o STF definiu um grupo de situações de elevada gravidade em que a plataforma precisa agir por conta própria.

Entram aí atos antidemocráticos e golpe de Estado, terrorismo, racismo e discriminação.

A lista também alcança os crimes contra mulheres e crianças e o tráfico de pessoas.

Nesses casos, a remoção deve acontecer sem depender de decisão judicial. E a omissão passa a gerar responsabilidade.

Você produz ou hospeda conteúdo de terceiros? Uma política de moderação bem feita protege o negócio.

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A sua empresa trata dados de clientes e funcionários? Então a LGPD já é assunto de responsabilidade civil.A Lei Geral de...
07/07/2026

A sua empresa trata dados de clientes e funcionários? Então a LGPD já é assunto de responsabilidade civil.

A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) deu ao titular o direito de ser indenizado quando a empresa descumpre as suas normas. E as penalidades da ANPD chegam a 2% do faturamento, limitadas a R$ 50 milhões por infração.

Um ponto importante: a indenização pressupõe o descumprimento efetivo das normas, e pode haver inversão do ônus da prova. Na prática, a empresa que comprova estar adequada tem um argumento forte para afastar a responsabilidade. Adequar-se, portanto, vale como defesa.

E não dá mais para apostar que a lei não vai pegar. Três movimentos mostram isso:
- Titulares mais conscientes: quase 5 mil denúncias à ANPD só no primeiro semestre de 2025
- Pressão do mercado: grandes empresas exigem conformidade de toda a cadeia de fornecedores
- Tribunais já aplicam a lei em ações de indenização por vazamento de dados

A jurisprudência sobre o tema ainda amadurece, mas a direção é clara: mais rigor na exigência de reparação. Revisar como a sua empresa coleta, guarda e usa dados hoje é o que reduz o risco lá na frente.

Se você tem dúvida sobre a adequação da sua empresa, vale procurar orientação jurídica para avaliar as suas práticas.

Conteúdo meramente informativo.

Desde 26 de maio de 2026, cuidar da saúde mental da equipe virou obrigação legal para as empresas.A nova NR-1 passou a e...
30/06/2026

Desde 26 de maio de 2026, cuidar da saúde mental da equipe virou obrigação legal para as empresas.

A nova NR-1 passou a exigir que a empresa identifique e gerencie os riscos psicossociais, ou seja, os fatores ligados à organização e às relações de trabalho que afetam a saúde mental de quem trabalha. Sobrecarga, pressão por resultados, assédio moral, insegurança e conflitos internos entraram de vez no campo do compliance trabalhista.

A Justiça do Trabalho tem analisado com mais rigor os casos de ansiedade, depressão e burnout ligados ao trabalho. E a ausência de prevenção pode se transformar em condenação por dano moral, reconhecimento de doença ocupacional, estabilidade do empregado afastado, aumento do custo previdenciário e até gerar fiscalização na empresa.

O maior risco para a empresa costuma ser a falta de medidas preventivas. Quando não há nada mapeado nem registrado, a omissão pode ser lida como descumprimento do dever de manter um ambiente de trabalho seguro e saudável.

O que ajuda a empresa a se proteger:
- Avaliar os riscos psicossociais com método
- Capacitar as lideranças
- Manter uma política de prevenção ao assédio
- Fortalecer os canais de denúncia
- Registrar tudo no PGR

Se você ainda não sabe se a sua empresa está adequada, vale buscar orientação sobre o PGR e se organizar, prevenindo sua empresa de riscos trabalhistas.

Conteúdo meramente informativo.

03/06/2026

Empresário, recebeu um processo trabalhista e não sabe como agir?

Nosso escritório preparou uma informação importante para você entender quais cuidados tomar nessas situações e por que contar com uma assessoria jurídica estratégica pode fazer toda a diferença na defesa da sua empresa.

Assista ao vídeo e entenda melhor.

25/05/2026

Empresário, você recebeu um processo trabalhista e não sabe o que fazer?

No vídeo de hoje, nossa equipe explica quais devem ser os primeiros passos e a importância de uma defesa estratégica para proteger a sua empresa.

Assista até o final e entenda como uma boa condução jurídica pode fazer toda a diferença.

Se existisse uma fórmula única para resolver problemas tributários, nenhuma empresa estaria sufocada por dívidas.Mas a v...
20/04/2026

Se existisse uma fórmula única para resolver problemas tributários, nenhuma empresa estaria sufocada por dívidas.

Mas a verdade é simples: copiar a estratégia de outra empresa pode ser o erro que inviabiliza a sua.

Cada negócio possui uma realidade própria, faturamento, margem, regime tributário, histórico de débitos, setor de atuação e riscos jurídicos diferentes. Tratar situações distintas com a mesma solução é o caminho mais curto para romper parcelamentos, sofrer penhoras e perder previsibilidade.

Uma estratégia tributária eficiente começa pela análise individual do passivo, da capacidade financeira da empresa e dos impactos que determinadas decisões podem gerar no caixa e no patrimônio do sócio.

O que funciona para uma empresa pode ser insustentável para outra. Por isso, a gestão tributária não deve ser genérica nem automática, mas personalizada, técnica e alinhada à realidade do negócio.

👉 Estratégia não é improviso. É decisão baseada em diagnóstico.

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