17/09/2026
A terceirização deixou de ser restrita às chamadas atividades-meio. Com as Leis 13.429/2017 e 6.019/74, tornou-se possível contratar prestadores para qualquer serviço, inclusive a atividade principal do negócio. Essa abertura, porém, veio acompanhada de responsabilidades que o empresário precisa conhecer.
A tomadora de serviços responde de forma subsidiária pelas obrigações trabalhistas que a prestadora deixar de cumprir. Na prática, isso signif**a fiscalizar de perto o recolhimento de salários, FGTS e contribuições previdenciárias dos profissionais alocados, guardando comprovantes ao longo de toda a relação.
O ponto mais sensível é a descaracterização. Quando a contratante passa a dar ordens diretas, cobrar pessoalidade e controlar a rotina de cada terceirizado, a Justiça do Trabalho pode reconhecer vínculo direto e transformar a economia em passivo. A gestão da equipe deve permanecer com a empresa prestadora.
Conteúdo meramente informativo.
Sua empresa acompanha de perto as obrigações das prestadoras contratadas?