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Moisés Rosa Advogados Página voltada a especialização da área criminal e do Tribunal do Júri

09/09/2026

Eu não tenho cura. Eu sou viciado em gente.

Pessoal, já está no ar o novo episódio do Um Café, Pela Ordem! ☕⚖️Desta vez, recebemos o Dr. Moisés Rosa, advogado crimi...
04/09/2026

Pessoal, já está no ar o novo episódio do Um Café, Pela Ordem! ☕⚖️

Desta vez, recebemos o Dr. Moisés Rosa, advogado criminalista, professor e autor, para uma ótima conversa sobre advocacia criminal, Tribunal do Júri, presunção de inocência e os desafios da profissão.

Um bate-papo cheio de histórias e reflexões sobre a advocacia.

🎙️ Assistam pelo link:
https://youtu.be/tQxndeuep3s

Curtam, compartilhem e depois me contem o que acharam!

25/08/2026

A IA pode nos deixar mais inteligentes. Mas também pode nos ensinar a não pensar.

A Dinamarca acaba de endurecer as regras para o uso de inteligência artificial nas escolas. O problema não é apenas a cola. É algo muito maior: o risco de uma geração descobrir que existe um atalho para quase todo esforço intelectual.

Ler dá trabalho. Interpretar dá trabalho. Escrever dá trabalho. Pensar profundamente também.

E talvez seja exatamente esse trabalho que forme a inteligência.

A IA pode ser uma extraordinária ferramenta para pensarmos melhor. O perigo começa quando passamos a utilizá-la para não precisar pensar.

Se terceirizarmos a leitura, a escrita, a memória, a interpretação e o raciocínio, sobrará o quê?

Talvez o maior desafio da era da inteligência artificial não seja aprender a utilizá-la. Seja aprender o que jamais devemos entregar a ela.

19/08/2026

O lugar do outro no processo penal.

15/08/2026

“Sou o senhor do meu destino.
Sou o capitão da minha alma.”

— Invictus, William Ernest Henley

Obrigado ao Alexandre De Sá Domingues pelo convite e pela oportunidade de participar deste podcast, Alexandre de Sá Domi...
13/08/2026

Obrigado ao Alexandre De Sá Domingues pelo convite e pela oportunidade de participar deste podcast, Alexandre de Sá Domingues na minha terra.

Foi uma conversa leve, franca e muito especial sobre caminhos que fazem parte da minha vida: carreira, academia, Poder Judiciário, advocacia criminal e, claro, o Tribunal do Júri.

Uma oportunidade de dividir experiências, dores, escolhas, desafios e algumas das convicções que o tempo e a advocacia foram construindo em mim.

Alexandre, meu agradecimento pela recepção, pela generosidade e pela qualidade do bate-papo. Foi um grande prazer estar com você.

Seguimos. Porque algumas boas conversas terminam quando os microfones são desligados. Outras continuam conosco por muito tempo.

10/08/2026

A Lei Maria da Penha não nasceu apenas de uma história de violência doméstica. Nasceu também de uma grave falha do Estado brasileiro.

O processo se arrastou por anos, aproximando-se perigosamente da prescrição. Em 2001, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos responsabilizou o Brasil por negligência, omissão e tolerância diante da violência contra a mulher.

O crime não prescreveu. Mas a demora revelou um problema maior: quando o Estado demora demais para proteger, a omissão também produz violência.

Em 2006, nasceu a Lei nº 11.340: a Lei Maria da Penha.

09/08/2026

“House despanction!” 😂

Calma. Não precisa abrir o Google Tradutor.

Durante anos, usei essa expressão em sala de aula para explicar uma situação muito específica da advocacia criminal: aquele momento em que você termina de examinar as provas, respira, olha para o cliente e percebe que o Direito continua existindo… mas os fatos resolveram não colaborar.

Era o meu “inglês jurídico” particular. 😂

Os alunos entendiam imediatamente. E, melhor ainda, nunca mais esqueciam.

Anos depois, eis que o “House despanction” escapou da sala de aula e foi parar no podcast.

Para os puristas da língua inglesa, minhas desculpas.

Para os criminalistas, nenhuma tradução é necessária. 😂

Há processos em que você procura uma tese.
E há processos em que a tese começa procurando você.

05/08/2026

A inteligência artificial não me assusta. O que me preocupa é outra coisa.

Durante séculos, homens e mulheres dedicaram anos de suas vidas para escrever livros, desenvolver teorias e produzir conhecimento. Hoje, modelos de inteligência artificial conseguem acessar parte desse patrimônio intelectual e responder perguntas em poucos segundos.

Isso é extraordinário.

Mas existe uma pergunta mais importante: quem ainda está disposto a estudar?

A tecnologia evoluiu. O problema é que muitos passaram a acreditar que pensar também pode ser delegado.

Não pode.

Ler um livro continua sendo insubstituível. É durante a leitura que surgem dúvidas, conexões, senso crítico e ideias próprias. É ali que o conhecimento deixa de ser informação e passa a fazer parte de quem somos.

A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa. Eu a utilizo todos os dias.

Mas ela não pode ocupar o lugar daquilo que torna um ser humano verdadeiramente livre: a capacidade de refletir, questionar e construir o próprio pensamento.

O maior risco não é uma máquina se tornar mais inteligente.

É uma geração abrir mão do esforço de pensar.

Porque, quando isso acontece, a inteligência artificial não substitui a inteligência humana.

Ela apenas revela quem continua aprendendo… e quem decidiu terceirizar o próprio pensamento.

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