Guilherme Cotting I Advogado de Família

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Guilherme Cotting I Advogado de Família Lutando por seus Direitos e Solucionando os seus problemas.

03/10/2026

Mãe, se é você quem acompanha a rotina, leva à escola, cuida da saúde e resolve as necessidades do seu filho, eu sei o quanto pode ser difícil sentir que toda essa responsabilidade está nas suas mãos.

No pedido de guarda unilateral, é importante apresentar ao juiz como a rotina da criança funciona e quem está presente nos cuidados diários. Mensagens, documentos e registros podem ajudar a demonstrar essa realidade.

Cada caso é analisado individualmente. O juiz avalia as provas, ouve os envolvidos e decide considerando o melhor interesse da criança.

Se você está vivendo essa situação, entre em contato com o escritório pelo link da bio para entender como organizar as informações do seu caso.

unilateral

01/10/2026

Quando surgem questões sobre pensão, guarda ou convivência, adiar uma decisão pode tornar tudo mais difícil para você e seu filho.

Cada situação familiar tem suas particularidades e precisa ser analisada com cuidado. Buscar informação e entender seus direitos é um passo importante para tomar decisões com mais segurança.

Se você precisa conversar sobre uma questão familiar, fale com o nosso escritório. Estou à disposição para orientar você com clareza.

23/09/2026

Guarda compartilhada não significa ausência de pensão alimentícia.

As responsabilidades podem ser compartilhadas, mas a rotina e os cuidados muitas vezes continuam concentrados na mãe. Além das despesas financeiras, existem o tempo, os deslocamentos, os compromissos e toda a organização diária da criança.

Quando a realidade mudou ou o valor já não atende adequadamente às necessidades do filho, pode ser possível pedir a revisão da pensão. Cada situação, porém, precisa ser analisada individualmente.

Se você vive essa realidade, entre em contato com o nosso escritório para avaliarmos o seu caso.

21/09/2026

Impedir a convivência do filho com o genitor não deve ser uma decisão tomada apenas por conflitos ou desentendimentos entre os adultos.

Porém, quando existem situações que colocam em risco a integridade física ou emocional da criança, como violência, negligência, abuso ou uso de substâncias, a mãe precisa buscar orientação e apresentar os fatos à Justiça.

Dependendo do caso, a convivência poderá ser suspensa ou acontecer de forma assistida. O mais importante é agir com responsabilidade e sempre priorizar o melhor interesse da criança.

Se você enfrenta uma situação delicada envolvendo a convivência do seu filho com o genitor, entre em contato com o nosso escritório para receber orientação jurídica.

19/09/2026

A resposta é: depende da avaliação do caso e dos riscos envolvidos.

O fato de ser genitor não garante uma convivência irrestrita quando existe histórico de violência. A visita jamais pode servir como meio para o agressor se aproximar da mãe, ameaçá-la, controlá-la ou continuar praticando violência.

A Lei Maria da Penha permite que o juiz restrinja ou suspenda as visitas aos filhos menores quando a medida for necessária para proteger a mulher e seus dependentes. Em algumas situações, também pode ser determinada a convivência assistida.

A segurança da mãe e da criança deve estar acima de qualquer convivência imposta sem cautela.

Se você vive essa situação, entre em contato com o nosso escritório para que o seu caso seja analisado e as medidas adequadas sejam solicitadas.

17/09/2026

Guarda e convivência tratam de questões diferentes, e compreender essa diferença evita muitos conflitos.

A guarda está relacionada às responsabilidades e às decisões importantes sobre a vida da criança, como saúde, educação e bem-estar.

Já o regime de convivência estabelece como será o contato da criança com o genitor, incluindo dias, horários, finais de semana e períodos de férias.

Por isso, guarda compartilhada não significa convivência livre ou ausência de uma rotina definida. Todo acordo deve considerar, acima de qualquer interesse dos adultos, a segurança, a estabilidade e o melhor interesse da criança.

Se você precisa estabelecer ou revisar o regime de convivência, entre em contato com o nosso escritório para receber orientação jurídica.

15/09/2026

Isso não significa que um profissional seja mais capacitado do que o outro. A principal diferença está na forma de atendimento e acompanhamento do processo.

Se você precisa de orientação em uma questão familiar, entre em contato com o nosso escritório para analisarmos o seu caso.

13/09/2026

A suspensão da convivência não acontece apenas porque existe conflito entre os pais. Para que essa medida seja determinada, é necessário demonstrar que o contato com o genitor representa risco à integridade física, emocional ou psicológica da criança.

Situações envolvendo violência, abuso, negligência grave, ameaças ou comportamentos que coloquem a criança em perigo devem ser levadas ao Judiciário com os elementos disponíveis, como mensagens, boletins de ocorrência, relatórios profissionais, documentos e testemunhas.

Dependendo do caso, o juiz poderá determinar a suspensão da convivência ou estabelecer visitas assistidas até que a situação seja devidamente esclarecida.

A mãe não deve esperar que algo mais grave aconteça para buscar ajuda. Porém, também é importante não interromper por conta própria uma convivência já determinada judicialmente sem procurar orientação, salvo diante de uma situação emergencial de risco.

Se você teme pela segurança do seu filho durante a convivência com o genitor, entre em contato com o nosso escritório para que o caso seja analisado com responsabilidade e urgência.

11/09/2026

O genitor pode querer acompanhar a rotina do filho, receber informações importantes e participar de sua vida. Mas isso não significa que a mãe seja obrigada a enviar fotos todos os dias ou a prestar contas de cada momento da criança.

Não existe uma regra geral que imponha o envio diário de fotos, salvo se houver alguma determinação judicial ou acordo estabelecendo essa obrigação.

É preciso diferenciar o interesse legítimo pela criança de cobranças excessivas usadas para controlar, pressionar ou invadir a rotina da mãe.

A guarda compartilhada envolve responsabilidades e decisões relacionadas ao filho, mas não transforma a mãe em uma fonte de informações disponível a qualquer hora. Cada situação deve ser analisada considerando o acordo existente e, principalmente, o melhor interesse da criança.

Se essas exigências se tornaram insistentes, invasivas ou acompanhadas de ameaças, documente as conversas e entre em contato com o nosso escritório para receber orientação jurídica.

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Alameda Terracota, 185/Cerâmica
São Caetano Do Sul, SP
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