Kim B. Mattos Advogado para golpes RJ

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Kim B. Mattos Advogado para golpes RJ Dr. Kim B.

Mattos Advogado RJ (KimBadv), especializado em lidar com questões legais relacionadas ao setor bancário, golpes do Pix e juros abusivos de contratos bancários.

Golpista fez empréstimo e depois Pix: por que analisar tudo como uma sequência?Em algumas fraudes bancárias, o prejuízo ...
15/10/2026

Golpista fez empréstimo e depois Pix: por que analisar tudo como uma sequência?

Em algumas fraudes bancárias, o prejuízo não começa com o Pix. Antes da transferência, ocorre a contratação de um empréstimo, aumento de limite ou liberação de crédito.

Pouco depois, o dinheiro é enviado para terceiros.

Analisar o empréstimo e o Pix como acontecimentos totalmente independentes pode esconder informações importantes.

Uma reconstrução cronológica deve verificar:
1. qual era o saldo antes da fraude;
2. quando o crédito foi contratado;
3. como ocorreu a autenticação;
4. em qual dispositivo a operação foi realizada;
5. quando o dinheiro ficou disponível;
6. quanto tempo depois ocorreram os Pix;
7. quem recebeu os valores;
8. se os beneficiários eram novos;
9. se existiam alertas ou validações adicionais.

Imagine uma conta que nunca contratou crédito relevante e, em poucos minutos, registra empréstimo e várias transferências para novos beneficiários. Essa sequência pode ser mais informativa do que observar isoladamente cada comprovante.

Isso não significa que a existência dessa sequência gere responsabilidade bancária automática. É preciso confrontar os fatos com os mecanismos de segurança e com o histórico real da conta.
Para vítimas de fraude bancária no Rio de Janeiro, essa análise é especialmente importante em golpes de falsa central, falso empréstimo e engenharia social.

Kim B. Mattos
Advogado Bancário – OAB/RJ 238.477

Atuação em empréstimos fraudulentos e golpes do Pix no RJ

Banco recebedor pode responder por dinheiro enviado em golpe?Em um golpe bancário, muita gente olha apenas para o banco ...
13/10/2026

Banco recebedor pode responder por dinheiro enviado em golpe?

Em um golpe bancário, muita gente olha apenas para o banco de onde o dinheiro saiu. Mas também pode ser importante investigar a instituição que recebeu os valores.
Isso não significa que o banco recebedor seja automaticamente responsável. A análise depende do que ocorreu com a conta beneficiária e dos controles aplicáveis.

Algumas perguntas úteis são:

• a conta recebedora era recente?
• apresentava movimentação compatível com seu perfil?
• recebeu valores de diversas vítimas?
• o dinheiro foi rapidamente pulverizado para outras contas?
• existiam marcações ou notificações de fraude?
• como a conta foi aberta e quais dados de identificação foram utilizados?
• o que aconteceu depois que a fraude foi comunicada?

No Pix, o Banco Central estruturou mecanismos de notificação de infração, bloqueio e rastreamento de recursos relacionados a fraude. A versão atual do MED permite mapear contas para as quais o dinheiro suspeito pode ter sido transferido, ampliando a investigação além do primeiro recebedor.

Por isso, em determinados casos, “seguir o dinheiro” é tão importante quanto analisar a autenticação realizada no banco da vítima.

A existência de conta utilizada por fraudadores não gera, por si só, responsabilidade automática da instituição recebedora. É necessário identificar falhas concretas de abertura, monitoramento, resposta à fraude ou outros elementos relevantes.

Em casos de golpe do Pix no Rio de Janeiro, procuro analisar separadamente a atuação do banco pagador e do banco recebedor.

Kim B. Mattos
Advogado Bancário – OAB/RJ 238.477

Fraudes bancárias e golpes do Pix no Rio de Janeiro

Golpe da falsa central: quais provas realmente importam?No golpe da falsa central, o criminoso se apresenta como funcion...
11/10/2026

Golpe da falsa central: quais provas realmente importam?

No golpe da falsa central, o criminoso se apresenta como funcionário do banco e cria uma situação de urgência: compra suspeita, invasão de conta, cartão clonado ou necessidade de “proteger” o dinheiro.

A vítima pode ser convencida a fazer Pix, contratar empréstimos, aumentar limites ou fornecer informações.

Quando o caso é analisado juridicamente, não basta guardar apenas o print da conversa.

Algumas provas podem ser especialmente importantes:
• extratos dos meses anteriores ao golpe;
• comprovantes das transferências;
• sequência e horário das operações;
• contratos de empréstimos realizados durante a fraude;
• protocolos do banco;
• alertas recebidos no aplicativo;
• registros de alteração de limite;
• conversas e números utilizados pelos criminosos;
• Boletim de Ocorrência.
Os extratos anteriores ajudam a responder uma pergunta decisiva: aquilo que aconteceu no dia do golpe era compatível com o comportamento financeiro habitual do consumidor?

Em julho de 2026, o STJ reforçou que a responsabilidade da instituição no golpe da falsa central não é automática. A análise depende da demonstração de falha do serviço, como a não identificação de operações incompatíveis com o perfil ou insuficiência dos mecanismos de segurança.

Por isso, uma boa análise não começa pela conclusão. Começa pela reconstrução dos fatos.

Para vítimas de falsa central no Rio de Janeiro, preservar essas provas desde o início pode fazer diferença na avaliação do caso.

Kim B. Mattos

Advogado Bancário – OAB/RJ 238.477

Atuação em falsa central, golpe do Pix e fraudes bancárias no RJ

Fui eu quem confirmou o Pix: ainda existe algo para analisar?Muitas vítimas chegam até mim convencidas de que perderam q...
09/10/2026

Fui eu quem confirmou o Pix: ainda existe algo para analisar?

Muitas vítimas chegam até mim convencidas de que perderam qualquer possibilidade de discutir o caso porque elas mesmas fizeram o Pix.

Essa conclusão é simplista.

Em golpes de engenharia social, como falsa central, falso advogado, falso investimento e falso empréstimo, o criminoso manipula a vítima para que ela realize uma operação que não faria em condições normais.

Por isso, a pergunta não deve ser apenas: “quem digitou a senha?”.

Também é necessário verificar:
• o valor estava dentro do padrão da conta?
• o horário era habitual?
• o recebedor já havia recebido valores antes?
• houve várias operações em poucos minutos?
• ocorreu empréstimo seguido de transferência?
• o sistema apresentou algum alerta?
• houve mudança de dispositivo, limite ou cadastro?

Isso não significa que toda transferência confirmada pela vítima gere responsabilidade do banco. Cada caso depende das provas e da existência de falha relacionada ao serviço.
O ponto central é diferenciar “a operação foi autenticada” de “o sistema antifraude funcionou adequadamente diante do conjunto de transações”.
Se você sofreu golpe do Pix, comunique imediatamente o banco, conteste as operações, solicite o MED quando aplicável, registre Boletim de Ocorrência e preserve os extratos anteriores e posteriores à fraude.

Para quem sofreu golpe do Pix no Rio de Janeiro, a reconstrução cronológica das operações pode revelar informações que não aparecem no simples comprovante da transferência.

Kim B. Mattos
Advogado Bancário – OAB/RJ 238.477

Golpe do Pix e fraudes bancárias no Rio de Janeiro

Banco não reconhece a fraude: o que fazer?Uma resposta negativa do banco não encerra, por si só, a análise de uma fraude...
07/10/2026

Banco não reconhece a fraude: o que fazer?

Uma resposta negativa do banco não encerra, por si só, a análise de uma fraude bancária. Em muitos casos, a instituição informa apenas que a operação foi “autenticada”, “confirmada pelo cliente” ou “realizada com senha correta”.

Mas uma análise adequada precisa ir além disso.

Quando há golpe do Pix, falsa central, falso advogado, falso investimento ou outra fraude por engenharia social, algumas perguntas são importantes:
• as operações eram compatíveis com o histórico da conta?
• houve vários Pix ou transferências em sequência?
• os beneficiários eram novos?
• ocorreu contratação de empréstimo durante o golpe?
• houve aumento de limite ou alteração cadastral?
• quais alertas e validações adicionais foram utilizados?
• como o banco reagiu depois que a fraude foi comunicada?
Autenticação e prevenção à fraude são temas relacionados, mas não são exatamente a mesma coisa. Uma transação pode ter sido autenticada e, ainda assim, ser necessário investigar se o comportamento financeiro apresentava sinais atípicos que justificavam controles adicionais.

A responsabilidade do banco não é automática. O STJ reforçou em 2026 que é necessário demonstrar falha na prestação do serviço, insuficiência dos mecanismos de segurança ou operações incompatíveis com o perfil do consumidor.

Por isso, se o banco negou sua contestação, preserve extratos completos, protocolos, comprovantes, conversas e respostas do SAC ou da Ouvidoria.

Para vítimas de fraude bancária no Rio de Janeiro, meu trabalho é reconstruir a sequência das operações e verificar se existem elementos que justifiquem outras medidas administrativas ou judiciais.
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Kim B. Mattos
Advogado Bancário – OAB/RJ 238.477
Atuação em fraudes bancárias e golpes do Pix no Rio de Janeiro

Quais provas guardar depois de uma fraude bancária?Muita gente preserva apenas o comprovante da transferência. Mas uma b...
07/10/2026

Quais provas guardar depois de uma fraude bancária?

Muita gente preserva apenas o comprovante da transferência. Mas uma boa análise exige reconstruir o que aconteceu antes, durante e depois do golpe.

Se você sofreu fraude bancária, guarde:

✅ extratos anteriores e posteriores;
✅ comprovantes de Pix e transferências;
✅ conversas completas;
✅ números de telefone;
✅ e-mails;
✅ prints do aplicativo;
✅ protocolos do banco;
✅ respostas do SAC e da Ouvidoria;
✅ Boletim de Ocorrência;
✅ documentos de empréstimos realizados durante a fraude;
✅ dados das contas beneficiárias.

Os extratos anteriores são especialmente importantes porque ajudam a demonstrar o padrão normal da conta.

Se durante o golpe surgem operações muito diferentes do histórico, isso pode ser relevante para analisar os mecanismos de segurança utilizados.
Para vítimas de fraude bancária no Rio de Janeiro, preserve as provas antes de apagar mensagens ou trocar de aparelho.

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Biometria facial prova, sozinha, que você contratou um empréstimo?Em contratos digitais, bancos costumam apresentar self...
05/10/2026

Biometria facial prova, sozinha, que você contratou um empréstimo?

Em contratos digitais, bancos costumam apresentar selfie, biometria ou registros eletrônicos como prova da contratação.

Esses elementos podem ser relevantes, mas precisam ser analisados junto com o restante da operação.

Algumas perguntas importantes:

• quando a imagem foi capturada?
• qual operação estava sendo autorizada?
• qual dispositivo foi utilizado?
• existe registro de IP ou geolocalização?
• para qual conta o dinheiro foi liberado?
• o que aconteceu com o crédito depois?

Também não é correto afirmar que todo contrato eletrônico é inválido apenas por não utilizar certificado ICP-Brasil. O STJ já
reconheceu que a validade depende do conjunto de provas.

Em um empréstimo não reconhecido, o ponto central é verificar se os registros realmente demonstram uma contratação coerente e vinculada ao consumidor.

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Empréstimos fraudulentos e fraudes bancárias no Rio de Janeiro.



Empréstimo consignado não reconhecido: o que fazer?Se apareceu um consignado que você nunca contratou, identifique a ins...
03/10/2026

Empréstimo consignado não reconhecido: o que fazer?

Se apareceu um consignado que você nunca contratou, identifique a instituição, o número do contrato, o valor liberado e os descontos já realizados.

Em 2026, as regras de proteção do consignado do INSS foram reforçadas. A legislação passou a exigir maior controle sobre autorização e desbloqueio, e o INSS também atualizou procedimentos de autenticação.

Por isso, não basta concluir automaticamente que um contrato é válido ou inválido apenas pela existência — ou ausência — de biometria. É necessário analisar qual procedimento era aplicável na data da contratação e para onde o dinheiro foi enviado.

Se você não reconhece o consignado:
✅ conteste a contratação;
✅ peça o contrato completo;
✅ guarde extratos e contracheques;
✅ verifique o destino do crédito;
✅ preserve todos os protocolos.

Atendimento para consignado fraudulento e empréstimos não reconhecidos no Rio de Janeiro.

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MED foi negado: ainda posso tentar recuperar o dinheiro?A negativa do MED não significa, por si só, que todo o caso term...
01/10/2026

MED foi negado: ainda posso tentar recuperar o dinheiro?

A negativa do MED não significa, por si só, que todo o caso terminou.

O MED é um mecanismo específico do Pix para situações de fraude, golpe ou crime. A devolução depende da análise da ocorrência e da existência de recursos disponíveis.

Se o pedido foi negado ou não recuperou todo o valor:

1️⃣ peça a justificativa;
2️⃣ guarde o protocolo;
3️⃣ preserve o comprovante do Pix;
4️⃣ salve conversas e dados do golpista;
5️⃣ mantenha os extratos completos;
6️⃣ registre as respostas do SAC e da Ouvidoria.

Depois disso, pode ser necessário analisar se existiam transações fora do perfil, falhas de segurança ou outros elementos relacionados à atuação dos bancos.

Para vítimas de golpe do Pix no Rio de Janeiro, a análise deve considerar o MED e a dinâmica completa da fraude.

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Banco bloqueou sua conta por movimentação atípica?Movimentação atípica não significa automaticamente fraude. Significa q...
29/09/2026

Banco bloqueou sua conta por movimentação atípica?

Movimentação atípica não significa automaticamente fraude. Significa que determinada operação ou sequência de operações chamou a atenção dos mecanismos de segurança do banco.

Isso pode acontecer quando há:

• valor muito acima do habitual;
• várias transferências em pouco tempo;
• novos destinatários;
• movimentação rápida entre contas;
• empréstimo seguido de Pix;
• mudança brusca no comportamento financeiro.

Se os valores são legítimos, reúna documentos que comprovem a origem: contratos, notas fiscais, comprovantes de venda, salário ou prestação de serviço.

A questão não é apenas saber se o banco pode adotar medidas de segurança, mas também por quanto tempo a restrição permanece e como a instituição reage depois que o cliente apresenta os esclarecimentos.

Atendimento para casos de conta bancária bloqueada no Rio de Janeiro.

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