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16/01/2018

Nenhuma Lava Jato vai acabar com a corrupção ou com a impunidade.

Isso porque os vícios de ética e os desvios de moralidade no Brasil não são hábitos e costumes somente dos políticos ou dos empresários. Vícios de ética e desvios de moralidade são hábitos e costumes que estão no DNA, na raiz, na índole e na essência também de eleitores e trabalhadores.

Repara que eleitores e trabalhadores enchem as ruas para defender a religiosidade, a sexualidade, a vulgaridade, a maconha… Mas não enchem as ruas para defender, por exemplo, a prisão de condenados em segunda instância.

A prisão de condenados em segunda instância foi aprovada, um ano atrás, pelo STF. E agora, sem ninguém ter pedido, o próprio STF quer rever a própria decisão. Esse cavalinho de pau poderia ser mais um dos enigmas da Pirâmide, mais um dos segredos de Fátima ou mais um dos mistérios da vida e da morte.

Na verdade, porém, todos sabemos a quem interessa essa pedalada jurídica: interessa aos acusados de sempre, aos culpados de sempre e aos suspeitos de sempre.

Se a maioria silenciosa não encher as ruas a favor da prisão na segunda instância, contra esse Supremo Teatro de Fantoches, os acusados, os culpados e os suspeitos vão se safar e vão voltar… vão voltar à carreira política e vão voltar à carreira de crimes.
Dr. Alexandre

21/11/2017

A gente que vive em região urbana ou industrial, não se dá conta do valor do trabalho rural ou agrícola. Muitas vezes porque, apesar de viver num país de dimensão continental, a gente não conhece os dados, os fatos e as verdades do campo.

Felizmente, depois de 10 anos, a partir deste e dos próximos meses, o Brasil terá de volta o seu Censo Agro. O Censo Agro é o recenseamento agrícola nacional, que mede a realidade do setor – um setor que, além de ter sido resiliente nas crises, ainda ajudou bastante a evitar o pior.

E vai ajudar mais e mais, levando em conta a previsão da atual safra, já em torno dos 240 milhões de toneladas de grãos, outro recorde, cerca de 30 por cento maior, segundo dados oficiais.

O recado aqui é no sentido de desejar um ótimo trabalho aos 26 mil jovens que estarão a serviço do IBGE e, claro, do Brasil. Eles passarão cinco meses em campo coletando ou colhendo matéria-prima com a qual vamos desenhar ou redesenhar o mapa agropecuário do Brasil.

Do resultado do novo Censo Agro, lá pra maio ou junho de 2018, será possível traçar políticas públicas ou gestões privadas em termos, não só de abastecimento, mas também de infraestrutura, tecnologia, competitividade, produtividade, prioridade, preços…

Tudo isso e toda gama de informações estratégicas de interesse de grandes, médias e pequenas, empresas; coisas que vão do impacto do agronegócio, lá na balança comercial, até a barraquinha da Dona Maria das Couves, ali na esquina.
Abraços Dr. Alexandre

11/08/2017

Um país com juros e inflação em queda deveria estar orgulhoso de sua estabilidade econômica. Mas o Brasil não aparece no mapa das nações normais, razoáveis e coerentes.

Com inflação abaixo da meta, depois de 8 anos, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros a 1 dígito depois de 4 anos. A inflação anual está em torno de 4 por cento, e os juros caíram para 9,25 por cento.

Esses dois indicadores, porém, não retratam ainda um quadro de recuperação financeira, e muito menos de equilíbrio fiscal. São números que mais atestam “anemia” do que “vigor”. No entanto, claro, são números que mais ajudam do que atrapalham.

O resgate da economia vai precisar mesmo dessa maré baixa. E, a partir dela, vai precisar também de corte de gastos, redução de despesas, reformas estruturais e compromissos de responsabilidade e competitividade.

Tudo isso para alcançar o tão esperado saneamento das contas públicas.

O Estado brasileiro precisa de um choque de gestão e de eficiência – o contribuinte brasileiro não aguenta mais choque de impostos e de escândalos.

Att. Dr. Alexandre

11/08/2017

É preciso ter em mente o seguinte: as reformas previdenciária ou trabalhista não são um conluio das elites, nem uma conspiração dos empresários. O país tem que fazer uma trégua para entender que ninguém quer mudar isso ou aquilo a fim de prejudicar esse ou aquele.

O alvo não é o pobre ou o trabalhador. O alvo é livrar o pobre ou o trabalhador de uma legislação caduca que
não impede o desemprego endêmico, a recessão econômica e a injustiça social. O alvo é tirar das costas do pobre ou do trabalhador o peso dos gastos públicos trilionários.

Gastos públicos que pressionam os juros, a inflação, os impostos e a dívida federal, já acima dos 3 trilhões de reais – juros, inflação, impostos e dívida federal que impedem a estabilidade, o investimento e o crescimento econômico.

Para investir e crescer, o Brasil precisa antes desmontar a bomba-relógio do sistema previdenciário. O modelo atual só garante pensões especiais ou aposentadorias premiadas a grupos espertos e segmentos malandros que acumulam privilégios, hoje, IMPAGÁVEIS.

Att. Dr. Alexandre

20/09/2016

É preciso reformar a Previdência para preservar a Previdência.

Sem uma reforma da Previdência o que virá será a Imprevidência.

Por isso, é boa a notícia de que o governo Temer decidiu enviar ao Congresso seu projeto de reforma da Previdência ANTES das eleições - ou seja, sem medo das repercussões negativas e das explorações políticas.

Muita gente me pergunta se não seria mais justo apenas evitar fraudes e desvios ou melhorar a gestão e aumentar a eficiência dos recursos das aposentadorias.

Sim, isso ajudaria, mas não resolveria o problema.

O problema não existe só por causa de fraudes e desvios ocorridos ao longo de muitos e muitos anos.

Mesmo sem fraudes ou desvios, a reforma seria necessária pelo fato de o Brasil ter se tornado um país com mais idosos dependendo dos benefícios previdenciários e menos jovens pagando as contribuições previdenciárias.

Isso também não estaria acontecendo hoje se, de Sarney a Dilma, passando por FH e Lula, todos os governos não tivessem se acovardado diante da seguinte responsabilidade: impedir que jovens se aposentem cedo e que idosos tenham que voltar a trabalhar.

Hoje, o aumento da idade mínima é o preço que o passado tem que pagar ao presente para tentar garantir o futuro.

Como se vê, o problema também é causado por maus gestores e maus políticos, escolhidos sucessivamente por maus eleitores - afinal, maus políticos só existem por causa de maus eleitores.

09/09/2016

Como eu venho dizendo, a gente não dá aos filhos o que eles querem, a gente dá aos filhos o que eles precisam.

Essa é a minha ideia para ser um bom pai ou de uma boa mãe, pessoas que sabem a hora de dizer "não" e de tomar decisões amargas pra fazer o melhor ou pra evitar o pior.

Assim deve ser e deve agir um governo responsável, capaz de dar ao país, não o que ele quer, mas o que ele precisa.

O Brasil precisa entender que, sem ajuste fiscal, não haverá investimentos, muito menos crescimento; sem equilíbrio das contas públicas, não haverá programas sociais, muito menos Bolsa Família; sem reforma trabalhista, não haverá empregos, muitos menos salários; e sem reforma da Previdência, não haverá benefícios, muito menos aposentados.

A discussão agora não é mais "como chegamos a esse ponto", "quem vai pagar essa conta" ou "quem roubou". Isso pode ficar pra depois.

A discussão agora é "como vamos escapar dessa", "quais são as soluções" e "quem vai mostrar a saída". Isso é pra ontem.

Nesse sentido, faltou vontade ao governo Fernando Henrique; faltou seriedade ao governo Lula; e faltou eficiência, competência e inteligência ao governo Dilma.

Ao governo Temer, por enquanto, falta uma estratégia de comunicação que faça o país entender o seguinte: dada a situação econômica brasileira, a vida vai sim ficar mais difícil, porém sem há esperanças ao invés da morte.

24/08/2015

O governo antecipou e aumentou o repasse de verbas públicas destinadas aos sindicatos.

De janeiro a abril, as centrais embolsaram 166 milhões de reais.

Em relação ao mesmo período do ano passado, receberam um aumento de 66 por cento.

Desde que o presidente Lula criou a lei que abriu essa to****ra, os sindicatos já sacaram 1 bilhão de reais a descoberto!

Daí que não é razoável o país ter milhões de pessoas perdendo empregos, recebendo menos direitos e pagando mais juros, mais impostos ou mais inflação, enquanto sindicatos ganham vantagens mais rápidas e mais generosas.

A lista de cortes e privações nacionais já inclui: o Fies, o Prouni, o Pronatec e o Minha Casa, Minha Vida.

Pelo visto, só não faltam recursos para o programa "Meu Governo, Meu Sindicato".

Essa grana ajuda a explicar porque sindicalistas foram às ruas mostrar que são "patriotas" - desde que sejam bem pagos pra isso.

Curioso que era pra ser manifestação, mas acabou em 'MINIFESTAÇÃO'.

Enfim, com ou sem impeachment, vem aí mais uma saga... FAÇA AS PAZES COM O DINHEIRO.

22/01/2015

Boa tarde amigos, o ministro Joaquim Levy anunciou mais um apagão econômico justamente quando o ONS justificava mais um apagão elétrico.

E assim caminha a humanidade no governo Dilma, em seu primeiro mês de seu segundo mandato.

O apagão de promessas já deixou no escuro quem acreditou que a inflação estava sob controle, que os juros não subiriam, que os impostos não aumentariam, que direitos trabalhistas não seriam decepados e, claro, que não haveria racionamento de nada.

O que "não" houve foi racionalidade ou racionalização.

Por isso o Levy está abrindo o "s**o de maldades" e jogando na cara dos brasileiros IR mais caro, IPI mais caro, IOF mais caro e crédito mais caro, além de luz, gás, telefone, transportes e combustíveis mais caros, ou seja ...estamos FERRADOS e sem ter para onde correr.

O choque de realidade é inevitável porque o Brasil que a presidente Dilma entregou à presidente Dilma é um país pior do que o país que ela recebeu.

Não há mal em ver um ministro fazer o que tem que ser feito, a fim de não deixar agravar o que já está péssimo.

Só é lamentável constatar que hoje quem vence eleição não é mais uma política de governo ou uma política de estado: hoje quem vence eleição é a sordidez do marketing que, a cada ano, põe em risco a boa-fé da democracia.

Os eleitores não estão votando mais em ideias, nem em valores, nem em princípios: estão votando em frases de auto-ajuda, imagens de efeitos especiais e campanhas escancaradamente mentirosas.

Tudo isso é envenenado pela malícia de pessoas que alegam que "política é assim mesmo" e pela preguiça de pessoas que acreditam que "política é assim mesmo".

E daí a gente descobre que "não dá para construir um país bom com eleitores ruins".

Abraços fraternos para todos

20/08/2014

OS 4 CAVALEIROS DO APOCALIPSE BRASIL

Os Estados Unidos vão aos poucos gerando emprego, revitalizando a produção e aumentando o consumo, esse último crescimento de 4 por cento, muito animador, mostra sinais vitais de virada e de retomada.
Já a Alemanha vem tendo crescimento acima de 2 por cento, o que, no cenário de trevas da Zona do Euro, é um desempenho supercampeão, isso faz de americanos e alemães, novamente, as duas principais potências da Novíssima Ordem Mundial - tendo como co-adjuvantes o Japão, sempre à sombra da dúvida, e a China, sempre à sombra da incerteza.
Daí que o Brasil precisa correr pra se apresentar como parceiro preferencial desse clube dos 4.
Estados Unidos, Alemanha, Japão e China já experimentaram o inferno na Terra e foram capazes de se reinventar como nação.
O Brasil tem a chance de fazer o mesmo, desde que comece logo a exorcizar seus próprios demônios, mas, antes de se aproximar do G4 dos ricos, o país tem que se livrar de seus 4 cavaleiros do apocalipse, que são a corrupção, a impunidade, a ignorância e o abandono.
Eles estão hoje assombrando gabinetes contaminados, tribunais suspeitos, escolas precárias e hospitais decrépitos, representam a peste dos políticos, a guerra no judiciário, a fome de educação e a morte por desassistência.
O problema é: que clube aceita como sócio um país assim?

Att. Dr. Alexandre

20/06/2014

A ideia de que os manifestantes contra a Copa não têm pai nem mãe foi desmascarada.
Aquele homem que tirou o filho das ruas mostrou a cara da hipocrisia desses meninos, entediados com roupas de grife, tênis de marca e cortes de cabelo de 500 reais. O cidadão revelou que os rebeldes de butique têm pai, tem mãe e tem escola particular.
O que eles teimam em dizer que não têm... é "liderança": e isso produz um efeito colateral indesejado na sociedade, um efeito que dá impressão de que os protestos não têm inimigos definidos, o Brasil já parou pelas ‘Diretas Já’, pelo ‘Fora Collor’ e pelo ‘Lula Lá’.
Foram mobilizações que tinham nome, pronome e sobrenome - além de começo, meio e fim. O foco, a meta e o alvo das eram determinados - e eram sujeitos a euforias e decepções, porque assim é a democracia, já que não existe regime com defeitos melhores.
Insisto nisso porque a experiência ensina que não adianta promover ‘coisas belas’ contra ‘coisas sujas’, se as verdadeiras intenções não apontarem grandes e definitivas transformações.
O fato é que os inimigos existem e eles precisam ser claramente identificados, sem manipulações partidárias e sem alianças criminosas com sub-espécies carcerárias.
Caso contrário, os políticos de sempre e os suspeitos de sempre vão continuar elogiando os protestos, como se eles não fossem parte do problema...
O lema ‘contra tudo e contra todos’ é o mesmo que ‘contra nada e contra ninguém’.
E quem vai pra rua "contra nada e contra ninguém" pensa que está fazendo revolução, mas só está fazendo uma grande pirraça.
Dr. Alexandre Carvalho

28/05/2014

Supremo adia julgamento dos planos econômicos a pedido da PGR

28 de maio de 2014, 15:53h

O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira (28/5) adiar mais uma vez o julgamento da constitucionalidade da aplicação retroativa dos índices de correção monetária dos planos econômicos de combate à inflação dos anos 80 e 90. A decisão foi tomada por causa de pedido da Procuradoria-Geral da República de fazer diligências em parecer enviado ao tribunal pela própria PGR a respeito do lucro dos bancos no período dos planos.

A questão está sendo discutida em uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) e em quatro recursos extraordinários. Donos de cadernetas de poupança reclamam ter direitos a expurgos inflacionários que teriam sido decorrentes da aplicação dos índices dos planos às poupanças já contratadas na época em que as leis que os criaram foram editadas.

Os expurgos resultariam de um prejuízo alegado pelos poupadores. Na época da hiperinflação no Brasil, as cadernetas de poupança rendiam de acordo com a inflação da época, calculada pelo IPC. Para combater a inflação, que chegou a ser calculada ao dia, o governo federal editou regras que definiam que as poupanças seriam corrigidas de acordo com índices artificiais, e não mais de acordo com a inflação.

A reclamação é que os bancos aplicaram os novos índices às cadernetas já contratadas. E o que os poupadores reclamam é que isso trouxe prejuízo, já que, de um dia para o outro, deixaram de ganhar dinheiro pela inflação e passaram a ser remunerados por um índice menor. Os expurgos seriam a diferença entre a inflação e os índices da poupança. Para os poupadores, essa aplicação retroativa violou ato jurídico perfeito (os contratos) e feriu o direito adquirido à correção da poupança de acordo com o IPC.

Já os bancos afirmam que nada poderiam fazer, já que os planos foram criados por leis e a eles só cabia obedecer, sob pena de sofrer sanções administrativas. O governo federal, por meio do Banco Central e da Advocacia-Geral da União, alega que não existe direito adquirido a correção monetária, e dar razão aos poupadores seria permitir que dois índices de correção monetária coexistissem.

Questão numérica
A decisão do Supremo foi puxada por voto do ministro Ricardo Lewandowski, relator da ADPF. Ele contou ter sido procurado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedindo para que o julgamento fosse transformado em diligência para que fosse feita nova perícia em cálculo feito em parecer entregue pela própria PGR aos ministros.

No parecer, de 2010, a PGR afirma que, apesar de os índices de correção monetária estarem relacionados ao Sistema Financeiro de Habitação, uma parte desses contratos ficou desvinculada. Essa desvinculação levou os bancos, juntos, a lucrarem R$ 450 bilhões no período dos planos, entre 1986 e o 1993.

O problema alegado por Janot foi que a União contestou os cálculos e afirmou que o lucro foi menor. Janot pede para refazer os cálculos e chegar a uma conclusão final antes que a discussão de direito seja feita em Plenário. Todos os ministros concordaram com os termos do pedido.

Sem vitória
O procurador-chefe do Banco Central, Isaac Sidney Menezes Ferreira, deixou claro que “o governo não sai daqui vitorioso”. “A preocupação do governo é sensibilizar os ministros sobre a questão numérica e econômica que está sendo tratada nesse processo.”

A fala de Isaac foi corroborada pelo advogado-geral da União, ministro Luis Inácio Adams. Para ele, o adiamento desta quarta é uma “oportunidade de clarificar”. “Se quisermos fazer Justiça precisamos ter clareza da repercussão. O Supremo hoje tomou a decisão correta e madura”, disse.

Ele reconheceu que a questão não se relaciona com a discussão de direito no caso. No entanto, afirmou, “estamos falando do impacto de uma decisão judicial e essa variação de valores mostra um quadro de indefinição muito sério”. “O adiamento é em benefício de qualquer decisão que o Supremo venha a tomar.”

O advogado Luiz Fernando Pereira, que representa os poupadores no caso, chamou o adiamento de uma “decisão triste”. “A PGR disse que os bancos lucraram R$ 450 bilhões, e aí três anos depois a União diz que não foi tanto assim. Agora a própria PGR pede pra adiar o acaso. Mas o que tudo isso tem a ver com a discussão?”

Em nota, o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) afirmou que a PGR cedeu à pressão dos bancos. "É lamentável que os artifícios utilizados pelos bancos venham sendo acolhidos e produzam tantos efeitos nefastos para os cidadãos. A Procuradora Geral da República, órgão defensor máximo dos vulneráveis, infelizmente, cedeu à pressão do setor financeiro", disse a entidade.

Walter Moura, advogado do Idec, disse que o pedido da PGR foi determinante para o adiamento do julgamento. “Não há precedente na história do Ministério Público este apoio institucional à causa dos bancos", disse. “O mínimo que se espera é que o MPF devolva o processo em 10 dias e que o parecer reflita a verdade dos números. Sobretudo, o IDEC espera que o STF, em respeito aos poupadores lesados há mais de 20 anos, decida ainda neste semestre o assunto", afirmou Marilena Lazzarini, presidente do conselho diretor do Idec.

21/03/2013

Disposto a passar o Brasil a limpo, o nosso Ilustre Ministro Barbosa
dá munição demais a inimigos e desafetos.
O presidente do Supremo Tribunal Federal parece estar disposto a passar o Brasil a limpo... e isso é bom!
O problema é que Joaquim Barbosa parece estar dando munição demais a inimigos e desafetos... e isso é ruim!
Na condição de comandante do STF e do CNJ, o ministro tem que manter distância de polêmicas e manchetes para não gerar muito desconfortos.
Associar juízes, bancos, conluios, advogados e lavagem de dinheiro na mesma frase é fazer chover no molhado, vender picolé no Alasca ou atear fogo no inferno.
Esse desperdício, em tom de bravata, funciona melhor para líderes populistas como Lula e Maluf, que falam o que a plateia quer ouvir, sem compromisso com sujeito e verbo ou ficção e realidade.
Um chefe supremo com reputação a zelar, como Barbosa, só precisa subordinar seus pensamentos e suas ações ao poder supremo da Constituição Federal.
Se quer botar banqueiros na cadeia e botar juízes pra fora, o ministro fará melhor repetindo a estratégia adotada antes do julgamento do mensalão.
Após sete anos de silêncio sobre o maior escândalo político-econômico em mais de 500 anos, ninguém esperava que o relator surpreendesse todo o país de modo tão formidável e implacável.
Foi assim que o presidente do STF saiu do lugar-comum dos homens públicos para ocupar lugar de honra entre os homens de bem." GRAÇAS A DEUS".
Paus e pedras e palavras são linguagens que corruptos não entendem.......
O que Barbosa tem que ensinar a essa gente, sem preâmbulo e sem aviso prévio, é o caminho da cadeia. E Ponto final!

Dr. Alexandre Carvalho

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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