Autonomia Grupo de estudantes comprometidos em divulgar o Libertarianismo no Rio de Janeiro. Muito prazer,
Somos o Clube Autonomia.

O Autonomia é um grupo plural de estudantes empenhados em transmitir ideais de liberdade. A iniciativa surgiu quando percebemos que o liberalismo estava caminhando para uma fusão desnecessária com o conservadorismo crescente que temos observado no país. Temos visto com bastante frequência pessoas e instituições ditas “libertárias” pendendo para uma visão cada vez mais elitista e economicista, esqu

ecendo-se dos pilares principais que fundamentam nossa teoria, principalmente a defesa das liberdades individuais. Com a nossa iniciativa, buscamos voltar às origens do real liberalismo, e desfazer o mito do “liberal burguês e elitista” que ainda temos diante da sociedade. Queremos mostrar aos mais diversos indivíduos o quanto a liberdade é valiosa, e o quanto podemos progredir tendo ela como bandeira. Tudo se alicerça na liberdade, na determinação de indivíduos juntos por um ideal em comum, e é exatamente nisso que acreditamos . Não estamos aqui para impor verdades absolutas, muito menos dizer como vocês devem agir. Viemos aqui lhes trazer uma nova alternativa ao enviesado e cada dia mais limitado mundo em que vivemos. Queremos que vocês observem nossas propostas, perguntem, questionem, e principalmente, não engulam dúvidas. Nos colocamos à disposição de vocês para explicar nossos pontos de vista e conhecermos os seus de maneira civilizada. Se pelo menos uma pessoa decidir se aprofundar realmente no que dissermos por aqui, o nosso dever já estará cumprido.

10/03/2019
Hoje, 01.08.2017, será julgado o Habeas Corpus de Rafael Braga, popularmente -e infelizmente- conhecido como o único pre...
01/08/2017

Hoje, 01.08.2017, será julgado o Habeas Corpus de Rafael Braga, popularmente -e infelizmente- conhecido como o único preso político das manifestações de 2013.

Em linguagem simples, Habeas Corpus é uma ação judicial com o objetivo de proteger o direito de liberdade, de locomoção lesado ou ameaçado por ato abusivo de autoridade. Este clube, infelizmente, não acredita em um resultado positivo desse julgamento e justifica esse pessimismo relembrando a história de Rafael Braga.

Rafael, antes de ser preso, era um morador de rua. Negro, pobre e cursado até a quinta série (atual sexto ano). Rafael estava apenas fazendo o que era do seu cotidiano: andar pela cidade em busca de algo que pudesse revender e ter alguma fonte de renda, para si e para sua família. Mas o protesto em plena competição da Copa das Confederações não era cotidiano. A presidente, governador e prefeito não estavam prontos para estamparem as capas dos jornais mundiais demonstrando o total despreparo em conter manifestações ou esconder qual era o real motivo das manifestações.

O Estado teve seu poder exposto a vexatória e precisava de um exemplo. As repressões com as manifestações foram violentas, alguém precisava pagar a conta de uma polícia despreparada e um governo em decadência. Qual seria o melhor alvo senão o primeiro negro e pobre em "atitude suspeita"? De acordo com um recente estudo do Infopen, 56% da população carcerária no Brasil são jovens entre 18 e 29 anos, 67% são negros. Era o alvo perfeito.

Rafael, apreendido com uma garrafa de pinho do sol e outra de alvejante foi preso em flagrante. Acusação: estar sobre posse de material inflamável com a intenção de confrontar a polícia. No inquérito policial, ao ser questionado sobre quantos atos políticos participou ele respondeu que nenhum. Quando questionado sobre o que era o PSOL, demonstrou total desconhecimento.

Aqui começa o seu martírio diante da força do Estado.

Ignorando seus antecedentes criminais e o laudo da polícia civil que comprovava o baixo teor incendiário dos produtos apreendidos, o juiz da Vara de Execuções Penais impôs o regime fechado a Rafael Braga, afirmando este ser foragido da justiça. Após um grupo de advogados se reunirem em prol da causa de Rafael e o contratarem como funcionário em seu escritório, o jovem conseguiu a progressão de regime para o semi aberto, quando lhe é possível trabalhar durante o dia e dormir no presídio.

Uma noite, enquanto regressava ao presídio, o advogado de Rafael sugeriu que ele posasse na frente de uma pichação com os dizeres "você só olha da esquerda p/ direita, o Estado te esmaga de cima p/ baixo". Fato suficiente para o diretor do presídio considerar uma atitude afrontosa e determinar que Rafael passasse uns dias na solitária, um espaço sem iluminação com dois metros quadrados. Uma clara afronta aos direitos humanos que nosso ordenamento jurídico finge não existir.

Tempo depois, Rafael teve sua pena progredida novamente e passou a ser monitorado por meio da tornozeleira eletrônica. O jovem foi morar com a mãe, na Vila Cruzeiro.

Em um dia que foi a padaria comprar pão para sua tia, Rafael foi abordado por dois policiais que o agrediram e afirmaram que se ele não entregasse os traficantes para quem trabalhava, eles forjariam dr**as com ele. Prática recorrente de intimidação da polícia carioca.

Rafael estava de bermuda, sem camisa, a luz do dia e sua tornozeleira exposta. Não precisa ser muito inteligente para presumir que nenhum traficante recrutaria para o seu exército um vigiado pela justiça. Bem, não para os policiais. Nem para a justiça. Rafael foi indiciado com alguns papelotes de co***na e gramas de maconha.

No depoimento prestados em juízo pelos polícias e na delegacia, ambos foram totalmente contraditórios com suas versões, invalidando totalmente seus argumentos. Os advogados de Rafael solicitaram que fosse exposto o trajeto do jovem no dia da apreensão, para que fosse confirmado ou não se Rafael realmente teria se dirigido a padaria. O juiz negou alegando que os advogados queriam apenas atrasar o processo e acatou o depoimento dos policiais. Qual das quatro versões ele tomou como verdade até hoje é um mistério. Rafael voltou para prisão.

Hoje, Rafael pode ser solto e responder o resto do processo em liberdade ou continuar sentenciado por um Estado autoritário que ignora todas as regras processuais do processo penal. Um Estado em que 60% dos presos ainda não tiveram sequer um julgamento.

Dito isto, tirem suas próprias conclusões sobre o que pode acontecer hoje.

11/02/2017

Sobre o caos no ES e como nós incentivamos esses acontecimentos:

Ainda estamos "comemorando" o dia da Justiça e você já leu o que o Kaike Souza tem a dizer sobre isso? "Hoje, comemora-s...
08/12/2016

Ainda estamos "comemorando" o dia da Justiça e você já leu o que o Kaike Souza tem a dizer sobre isso?

"Hoje, comemora-se o dia nacional da Justiça. Este conceito, apesar de ser continuamente ligado ao direito, também está relacionado à filosofia, ética, moral e religião"

Deem uma conferida no texto completo aqui: goo.gl/YAiymU

Hoje, 8 de dezembro, comemora-se o dia nacional da Justiça e nosso membro Kaike Souza escreveu sua opinião sobre o assun...
08/12/2016

Hoje, 8 de dezembro, comemora-se o dia nacional da Justiça e nosso membro Kaike Souza escreveu sua opinião sobre o assunto.

"Justiça é a interação social ideal em que se busca o equilíbrio entre os interesses, riquezas e oportunidades para todas as pessoas de um mesmo meio."

Texto completo em: goo.gl/YAiymU

Ainda estamos no Dia do Imigrante. Já leu o artigo de Daniel Duque sobre livre imigração? "Imagine um mundo onde brasile...
01/12/2016

Ainda estamos no Dia do Imigrante. Já leu o artigo de Daniel Duque sobre livre imigração?

"Imagine um mundo onde brasileiros demitidos pudessem pegar um ônibus e passar a viver no Chile ou no Uruguai,".

Texto completo em goo.gl/9Ghwbq

Hoje, 1° de dezembro, comemora-se o Dia do Imigrante. Leia o artigo de Daniel Duque expondo uma das perspectivas libertá...
01/12/2016

Hoje, 1° de dezembro, comemora-se o Dia do Imigrante. Leia o artigo de Daniel Duque expondo uma das perspectivas libertárias a respeito da livre imigração.

"Imagine um mundo onde brasileiros demitidos pudessem pegar um ônibus e passar a viver no Chile ou no Uruguai,".

Texto completo: goo.gl/9Ghwbq

29/11/2016

Começou hoje, em Campos dos Goytacazes, o I Fórum de Empreendedorismo, Liderança e Liberdade. O evento se baseia na premissa de que empreender não tem idade e é justamente por esse motivo que alguns dos palestrantes convidados para o evento são jovens que atuam no ramo e podem utilizar sua experiência para inspirar novos micro, pequeno, médio ou grande empresários.

O Autonomia será representado no painel amanhã, às 14 horas, pelo economista e membro do Clube Daniel Duque que abordará "Como a liberdade ajuda os mais pobres?". Palestras e eventos imperdíveis!

Agradecemos o convite do Centro Acadêmico de Economia da UFF de Campos e convidamos todos os nossos seguidores a marcarem presença nesse ótimo evento!

Hoje, esse digníssimo clube, em parceria com o DCE da PUC Rio, organizou mais um debate sobre a PEC 241 (atual 55 no Sen...
21/11/2016

Hoje, esse digníssimo clube, em parceria com o DCE da PUC Rio, organizou mais um debate sobre a PEC 241 (atual 55 no Senado) contando com um grande público. Participaram da mesa o Deputado Federal Alessandro Molon, o vereador eleito no Rio de Janeiro Leandro Lyra e como mediador o mestre em economia e membro do Livres-RJ Leon Tomelin.

O evento foi de altíssimo nível, com um debate profundo sobre cada ponto da PEC. Acreditamos que cada indivíduo que esteve presente saiu com um conhecimento maior sobre a proposta.

Agradecemos a presença de todos e a colaboração do DCE da PUC.

Acaba de começar o debate aqui no Ibmec e auditório completamente LOTADO. Ainda dá tempo de chegar!
07/11/2016

Acaba de começar o debate aqui no Ibmec e auditório completamente LOTADO. Ainda dá tempo de chegar!

mais liberdade, menos ódio💛🐍
21/09/2016

mais liberdade, menos ódio

💛🐍

Desde as reformas econômicas de 1991, a ascensão do capitalismo na Índia vem minando o tradicional sistema de castas, uma hierarquia social rígida que punha quatro castas no topo e uma quinta casta – os dalits – abaixo da poeira levantada pelos pés das outras.

Os dalits, comumente chamados de “intocáveis”, não tinham acesso a qualquer meio de vida que não envolvesse a servidão para os donos de terras e a execução dos trabalhos mais sujos, e que, quase sempre, eram vetores de doenças, como limpar fossas sanitárias e manusear corpos de humanos e animais mortos.
A abertura da economia indiana permitiu aos dalits abandonarem suas antigas ocupações e lhes abriu caminho para iniciarem seus próprios empreendimentos.

A Câmara do Comércio e Indústrias dos Dalit Indianos (em inglês, DICCI) conta hodiernamente com mais de 3.000 milionários entre os seus membros. Esta revolução ainda está engrenando, mas já é incontrolável.

Milind Kamble, presidente do DICCI, acredita que o capitalismo tem sido fundamental para derrubar o antigo sistema de castas. Durante o período em que a Índia vivenciou uma experiência quase socialista de planejamento econômico, alguns poucos industriais detinham concessões para operar e costumavam requisitar insumos e serviços de logística apenas para membros da sua própria casta.

Entretanto, após as reformas econômicas de 1991, as empresas rapidamente descobriram que para sobreviver em um mercado mais livre, elas tinham que se tornar mais competitivas. A casta do fornecedor ficou em segundo plano, o importante era ser eficiente. Companhias há muito tempo estabelecidas e que se recusaram a mudar foram a falência, abrindo espaço preenchidos por novos empreendedores dalits.

Os membros do DIOCCI faturaram 500 milhões de dólares em 2014 e objetam dobrar esse número em cinco anos. Para Kamble, os dalits deixaram de ser objeto de pena e passaram a ser objeto de inveja. Eles deixaram procurar empregos para se tornarem criadores de emprego.

Uma quantidade crescente de dalits tem adquirido terras, e, às vezes, até mesmo contratam pessoas de casta superiores. Para os dalits, o mais revolucionário disso tudo é a mudança em seu status social.

No passado, eles eram encarados como mão de obra destinada a serviços sujos, e não podiam comer ou beber com as castas mais altas. Agora, a maior parte destes trabalhos foi eliminada, e os dalits são donos dos restaurantes em que as castas altas comem e bebem. Eles ainda continuam relativamente pobres e sofrendo discriminação, mas as reformas econômicas vêm revolucionando desde 1991 seu status econômico e social.

Algo parecido vem ocorrendo com os moradores das periferias e subúrbios afastados dos centros urbanos no Brasil. Infelizmente, muito desse progresso ainda é travado pelo estado: http://bit.ly/2d6YlZH

Nós convidamos o cientista político Diogo Costa e o professor do Insper Fernando Schuler para falar, entre outras coisas, na CNEPL16 como a mão pesada do estado ainda mantém muita gente na pobreza. Use o cupom "BRASIL" e garanta agora sua entrada com 20% de desconto: http://bit.ly/CNEPL16

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Telefone

989498292

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