02/05/2026
A China decidiu, no novo Plano Quinquenal 2026-2030, que IA é o eixo
central da próxima década. Projeta 70% das empresas com IA até 2027,
90% até 2030. Investiu 1 trilhão de yuans em capital paciente.
No TMA Legal Innovation, a pergunta que nos ocupou nas últimas semanas
não foi sobre copiar esse modelo. Há limites éticos e regulatórios
importantes que filtram boa parte. A pergunta foi outra: o que, da
arquitetura por trás dessa aposta, é transferível para a realidade
operacional de um escritório de advocacia?
A resposta virou uma metodologia que estamos chamando de Infra TMA.
Cinco camadas articuladas, com função, dono e ciclo de revisão para
cada uma:
01 · Cliente, com o método E.P.I.C.A. desde o intake
02 · Fluxos agênticos, com revisão humana obrigatória
03 · Biblioteca de prompts como ativo institucional
04 · Corpus jurídico próprio alimentando a IA
05 · Governança, com diretriz, log auditável e conformidade plena
O escritório TMA é o primeiro caso de aplicação. Os aprendizados de
implantação estão sendo registrados em Diário, com a honestidade dos
acertos e dos ajustes que ainda virão.
Não há modelo único, e cada escritório tem método e identidade próprios.
O que o TMA Legal Innovation oferece, com este registro, é vocabulário
e moldura.
A Edição 1 do Diário, com sete princípios traduzidos do plano chinês
para a advocacia brasileira, está no link da bio.
A tese cabe em uma linha: o escritório que trata IA como produto perde
para o que trata IA como arquitetura.
TMALegalInnovation IBPEA IBIAA