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Possivelmente, você já viu esse tipo de situação em séries ou filmes policiais, quanto os agente montam operações secret...
25/06/2026

Possivelmente, você já viu esse tipo de situação em séries ou filmes policiais, quanto os agente montam operações secretas, campanas ou emboscadas para pegar criminosos.

Diante disso, é normal imaginar como isso funcionaria no mundo real e, sobretudo, na realidade brasileira.

O uso de disfarces em prisões é possível, mas não pode ocorrer de forma indiscriminada e para qualquer tipo de situação.

Atualmente, a legislação brasileira prevê, de forma explícita, o uso de agentes policiais disfarçados em casos que envolvam tráfico de dr**as ou de armas de fogo.

Trata-se de uma técnica especial de investigação criminal e, por isso, somente será empregada pela polícia investigativa que, no Brasil, se desdobra em Polícia Civil e Federal.

Isso significa que a Polícia Militar não está autorizada a empregar a técnica na forma da lei.

Ainda, é importante destacar que não se exige prévia autorização judicial para o uso dos agentes disfarçados para os casos de tráfico de armas e de dr**as.

No entanto, exige-se que as equipes tenham efetuado diligências investigativas anteriores e verificado um conjunto suficiente de indícios da prática dos crimes.

Ou seja, os agentes disfarçados fazem apenas a diligência final, de confirmação do crime e prisão em flagrante dos criminosos.

Mais exatamente, o agente terá o contato direto com os criminosos, fingindo ser um comprador ou receptador dos materiais já sabidamente ilícitos.

Não podemos confundir com a infiltração policial, que é uma outra espécie de técnica investigativa totalmente distinta.

Nela, o agente policial entra na organização criminosa para obter informações e provas.

Interessante, não é?

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Você sabia que carência e tempo de contribuição são conceitos diferentes?Continue lendo que vamos te explicar!Carência é...
24/06/2026

Você sabia que carência e tempo de contribuição são conceitos diferentes?

Continue lendo que vamos te explicar!

Carência é o período mínimo que você precisa contribuir para a Previdência Social para ter direito a determinados benefícios.

Esse intervalo geralmente é contado em meses, que variam conforme o benefício desejado.

Para a aposentadoria por idade, por exemplo, a carência é de 180 pagamentos mensais, totalizando 15 anos.

Já o tempo de contribuição é o total de tempo em que você efetivamente contribuiu para a Previdência.

Isso inclui todos os meses em que houve recolhimento, seja como empregado, autônomo ou contribuinte individual.

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A questão da tolerância no controle de ponto é mais complexa do que parece. Acompanhe para entender!A lei trabalhista de...
23/06/2026

A questão da tolerância no controle de ponto é mais complexa do que parece. Acompanhe para entender!

A lei trabalhista determina que é permitida uma variação diária de até 10 minutos na marcação do ponto.

Parece simples, mas é importante saber como esses minutos serão distribuídos ao longo do dia!

Apesar de a lei estabelecer esses 10 minutos de tolerância, o empregador pode distribuir essa margem da forma que achar melhor.

Isso pode significar, por exemplo, 5 minutos na entrada e 5 minutos na saída. Tudo depende das regras da empresa.

Não podemos esquecer que essa flexibilidade é para acomodar pequenos imprevistos, então o ideal é que você não encare isso como uma permissão para chegar atrasado sempre, certo?

Conhecimento é poder! Saber dessas informações evita estresse e possíveis descontos em seu salário!

Portanto, sempre que entrar em uma empresa, questione quais são as regras que ela possui e esteja atento a isso.

Essa informação foi importante para você? Então compartilhe com seus colegas!

Você tem interesse em emancipar seu filho menor, mas não sabe quais benefícios isso pode trazer? Acompanhe o texto e ent...
22/06/2026

Você tem interesse em emancipar seu filho menor, mas não sabe quais benefícios isso pode trazer? Acompanhe o texto e entenda melhor.

A emancipação é uma forma de antecipar a autonomia jurídica do adolescente. Por isso, é um processo sério, com impactos significativos na vida do menor.

Realizando-a, será possível que seu filho seja responsável financeiramente por suas próprias contas, administre patrimônio, compre ou venda móveis e imóveis, receba herança e viaje desacompanhado - tudo isso sem a necessidade de autorização do responsável.

Ou seja, a emancipação adianta as responsabilizações próprias de um adulto.

Mas atenção! Esse processo só pode ser realizada a partir dos 16 anos de idade, com consentimento de ambos os seus pais ou responsáveis legais.

Caso haja alguma dúvida, entre em contato com uma equipe de advogados especializados.

Em primeiro lugar, é importante compreender que ser réu primário significa não possuir registro de condenações criminais...
22/06/2026

Em primeiro lugar, é importante compreender que ser réu primário significa não possuir registro de condenações criminais definitivas em seu desfavor.

Além de ser considerada positiva de maneira genérica, de acordo com o senso comum, essa condição pode acarretar efeitos jurídicos benéficos.

Vamos conhecê-los!

1 - Cumprimento da pena:

Ser primário e sem antecedentes criminais evita a elevação da pena no momento em que o cálculo é efetuado em sentença pelo juiz.

2 - Acordos:

Existe a possibilidade de firmar acordos definidos em lei, como a suspensão condicional do processo ou o acordo de não persecução penal.

Em ambos os casos, o réu pode evitar o seguimento, ou até mesmo a instauração do processo criminal, desde que cumpra algumas obrigações.

3 - Responder ao processo em liberdade:

Outro fator favorável para o preso em flagrante é a chance de responder ao processo ou à investigação criminal em liberdade.

Isso ocorre porque, ao menos à primeira vista, observa-se a ausência de relações prévias com o mundo criminal, o que também reflete uma menor probabilidade de reiteração da conduta ilícita.

Vale ressaltar que a primariedade é sempre um fator a ser analisado conjunturalmente, ou seja, depende de outros fatores positivos para gerar efeitos concretos.

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Você sabia que aquele tempo na roça, mesmo sem registro, pode ser somado ao trabalho na cidade? Muita gente passa a vida...
20/06/2026

Você sabia que aquele tempo na roça, mesmo sem registro, pode ser somado ao trabalho na cidade? Muita gente passa a vida inteira alternando entre essas atividades e nem imagina que isso pode garantir um benefício no INSS.

Na aposentadoria híbrida, o tempo de atividade rural pode ser utilizado junto com o tempo urbano para completar os requisitos exigidos pelo INSS.

Isso é muito comum para quem começou ajudando a família no campo, sem registro formal, e depois passou a contribuir como empregado, autônomo ou microempreendedor.

Muitos trabalhadores acreditam que esse período rural não tem valor, quando, na prática, ele pode fazer toda a diferença no cálculo e viabilizar a aposentadoria híbrida.

Por falta de informação, muita gente deixa de pedir o benefício ou faz o pedido de forma incorreta. Sem planejamento, o INSS pode desconsiderar parte do tempo ou até negar a aposentadoria.

Com a orientação adequada, é possível organizar documentos, comprovar a atividade rural e usar todo o histórico de trabalho a favor do segurado.

Conhecer esse direito pode antecipar a aposentadoria ou até tornar possível um benefício que parecia fora de alcance.

Se você já trabalhou no campo e na cidade, talvez esteja mais perto de se aposentar do que imagina.

Por isso, buscar a análise de um advogado especializado em Direito Previdenciário é essencial para avaliar seu caso de forma individual.

Comenta aqui se esse assunto te surpreendeu, compartilha com quem teve uma vida de trabalho misto e salva para consultar depois.

A emissão de relatórios médicos é um tema que gera dúvidas, mas a legislação vigente ajuda a esclarecer.De acordo com o ...
18/06/2026

A emissão de relatórios médicos é um tema que gera dúvidas, mas a legislação vigente ajuda a esclarecer.

De acordo com o Código de Ética Médica (CEM), é direito do paciente receber atestados e relatórios de saúde, seja para fins trabalhistas, previdenciários ou outros.

A emissão desses documentos, considerados parte do atendimento regular, não pode ser tarifada.

Por outro lado, para relatórios médicos detalhados ou laudos especiais que demandem uma análise mais complexa e extensa, como aqueles elaborados em resposta a pedidos judiciais na qualidade de perito, é permitida a cobrança.

Nesses casos, o paciente deve ser informado previamente sobre as condições éticas e legais aplicáveis.

O relatório deve conter informações objetivas e claras, respeitar o sigilo médico e não pode ser negado sem justificativa ética válida.

Cumprir essas normas fortalece a confiança na relação médico-paciente e garante o respeito aos direitos de ambas as partes.

Compartilhe com seus colegas e mantenha-se sempre atualizado sobre as boas práticas!

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a Lei Maria da Penha pode ser aplicada a casais homoafetivos masculinos, as...
16/06/2026

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a Lei Maria da Penha pode ser aplicada a casais homoafetivos masculinos, assim como a travestis e mulheres transexuais em relações familiares.

Segundo o tribunal, o Congresso deveria ter criado uma lei específica sobre o tema, mas, como isso ainda não aconteceu, a proteção deve ser garantida.

A decisão foi unânime e ocorreu em julgamento virtual encerrado na última sexta-feira (21/2).

O caso foi levado ao STF por uma associação que defende os direitos de famílias homoafetivas e transafetivas, questionando a demora na criação de uma legislação específica.

Para o STF, a falta de uma norma clara deixa essas pessoas desprotegidas.

Embora existam regras gerais para punir as agressões, a Lei Maria da Penha oferece medidas mais eficazes para proteger vítimas de violência doméstica.

O tribunal entendeu que a palavra “mulher” deve ser interpretada de forma mais ampla na lei, considerando não apenas o s**o biológico, mas também a identidade de gênero.

Assim, travestis e mulheres transexuais que sofrem violência em relações familiares também estão protegidas.

Além disso, foi decidido que a lei pode ser aplicada a homens em relacionamentos homoafetivos quando estiverem em situação de vulnerabilidade.

Estudos mostram que a violência doméstica também ocorre nesses casos, e ignorar isso criaria uma falha na proteção das vítimas.

Alguns ministros fizeram uma ressalva: enquanto não houver uma lei específica, as medidas protetivas da Lei Maria da Penha podem ser concedidas nesses casos.

Porém, punições criminais que exigem que a vítima seja uma mulher não poderão ser aplicadas.

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– MI 7.452.

O STJ reformou decisão do TJSP e determinou que o aumento da pensão alimentícia retroaja à data em que o alimentante foi...
15/06/2026

O STJ reformou decisão do TJSP e determinou que o aumento da pensão alimentícia retroaja à data em que o alimentante foi citado no processo, e não apenas a partir da decisão que fixou o novo valor.

No caso, a pensão provisória foi fixada inicialmente em 30% do salário mínimo por falta de informações sobre a renda do pai. Depois da citação, o próprio genitor reconheceu que o valor adequado seria bem maior. O juiz aumentou a pensão, mas negou a retroatividade.

O STJ corrigiu isso. As decisões da Corte são pacíficas: os alimentos retroagem à data da citação, conforme a Lei de Alimentos. Não importa quando o novo valor foi fixado.

Na prática, quem tem direito a alimentos majorados pode cobrar as diferenças desde o início do processo, e não só do momento da decisão.

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Processo: tramita em segredo de justiça.

No Brasil, o principal tributo relacionado à herança é o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).É um im...
14/06/2026

No Brasil, o principal tributo relacionado à herança é o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).

É um imposto estadual que incide sobre a transferência de bens e direitos em caso de herança ou doação entre vivos.

Para que ele seja aplicado na transferência do bem ou direito, é preciso que ela não seja onerosa, ou seja, o bem não deve ser originado, por exemplo, de uma venda.

Esse imposto tem uma função fiscal, com o principal objetivo de arrecadar recursos para os Estados.

A sua regulamentação é feita por cada Estado e, por isso, as regras específicas variam de acordo com a legislação local.

Existem algumas situações nas quais pode haver isenção do ITCMD, como:

→ Doações e heranças de pequeno valor;

→ Doações entre pessoas casadas sob regime de comunhão universal de bens;

→ Herança ou doações de bens tombados pelo patrimônio público.

E o que pode mudar com relação a esse imposto com a Reforma Tributária?

– A reforma torna obrigatória a incidência de alíquota progressiva, até o limite de 8%;

– O local de recolhimento do imposto pode ser alterado em casos de inventário;

– A reforma prevê a tributação de valores recebidos do exterior, o que atualmente não ocorre devido à falta de Lei Complementar;

– A reforma permite imunidade desse imposto para entidades sem fins lucrativos, tema que ainda precisa ser regulamentado por Lei Complementar.

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