23/09/2026
Cobrar resultado não é sinônimo de assédio moral.
Empresas podem estabelecer metas, acompanhar desempenho, corrigir falhas e exigir o cumprimento das responsabilidades profissionais.
O risco começa quando a gestão perde o critério e a cobrança passa a envolver humilhação, constrangimento, exposição, discriminação ou outras condutas abusivas.
Mas existe também o outro extremo: gestores que, com receio de uma reclamação trabalhista, deixam de dar feedback, registrar falhas ou tomar medidas necessárias.
Nenhum dos dois caminhos é uma boa gestão.
O mais seguro é estabelecer critérios claros, manter uma comunicação profissional, documentar situações relevantes e aplicar as regras de maneira coerente.
Não é deixar de cobrar. É saber como cobrar.
📩 Uma gestão trabalhista preventiva protege a empresa sem impedir que ela exerça seu papel de gestão.
⚖️ Reder & Rossi Advocacia
Assessoria jurídica estratégica para empresas.