11/08/2026
✋ Depois de um acidente, sua mão nunca mais ficou igual?
Perda de força, dificuldade para girar o punho, redução dos movimentos dos dedos, perda de precisão, dificuldade para segurar ferramentas ou manipular objetos…
Essas limitações podem parecer pequenas para quem olha de fora. Mas, para quem depende das mãos para trabalhar, o impacto pode ser enorme.
E é justamente isso que precisa ser observado na análise do auxílio-acidente.
⚖️ O benefício não exige incapacidade total para o trabalho. É possível continuar trabalhando e, ainda assim, ter direito quando existe uma sequela definitiva decorrente de acidente que reduza a capacidade para a atividade habitualmente exercida.
Por isso, não basta olhar apenas para o diagnóstico ou para a aparência da lesão.
É necessário entender o que aquela mão fazia antes do acidente e o que consegue fazer depois dele.
Uma mesma limitação pode ter consequências completamente diferentes para um mecânico, pescador, pedreiro, cozinheiro, trabalhador rural ou qualquer profissional que dependa de força, precisão e movimentos repetitivos das mãos.
📌 E existem outros pontos que muita gente desconhece:
O acidente não precisa necessariamente ter ocorrido no trabalho para gerar direito ao auxílio-acidente, observados os requisitos legais e a categoria do segurado.
Ter retornado ao trabalho também não afasta automaticamente o direito.
E mesmo que o acidente tenha acontecido há 5, 10, 15 ou 20 anos, ainda pode existir direito ao benefício e, em determinadas situações, a valores retroativos.
Cada caso exige uma análise individualizada do acidente, da sequela, da profissão exercida e do histórico previdenciário.
Uma lesão na mão pode parecer pequena. Mas o impacto dela no seu trabalho pode não ser.
💙 Informação também protege direitos.
📍 Rio Grande/RS
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