Najla Ferraz Advocacia e Consultoria Jurídica

Najla Ferraz Advocacia e Consultoria Jurídica Escritório com atuação de destaque no Direito Civil, Direito de Família e Sucessões e Direito Trabalhista.

Atuação de destaque assessorando os mais diversos clientes (tanto pessoa física quanto pessoa jurídica)

Na advocacia, muitas vezes conhecemos alguém em um dos momentos mais difíceis de sua vida.Por trás de cada processo, exi...
24/08/2026

Na advocacia, muitas vezes conhecemos alguém em um dos momentos mais difíceis de sua vida.

Por trás de cada processo, existem histórias, medos, perdas, conflitos e decisões que podem mudar completamente um caminho.

Mas existe um lado da profissão que me toca profundamente: acompanhar os recomeços.

Ver alguém recuperar a tranquilidade, reconstruir sua vida, encerrar um ciclo ou simplesmente perceber que existe um caminho possível.

É por isso que, para mim, advocacia nunca foi apenas sobre processos. É sobre pessoas, direitos e novos começos.

20/08/2026

AGORA NÃO IMPORTA QUEM É O AGRESSOR, MAS A PROTEÇÃO DA MULHER.

Uma decisão histórica para a proteção das mulheres.

O STF, no julgamento do Tema 1.412, consolidou o entendimento de que as medidas protetivas de urgência podem ser aplicadas diante da violência contra a mulher baseada no gênero, independentemente da existência de vínculo doméstico, familiar ou de relação íntima de afeto com o agressor.

Isso significa que ele não precisa ser marido, ex, namorado, pai ou irmão para que a mulher possa buscar proteção.

O centro da análise deve ser a violência de gênero e a necessidade de proteção da mulher.

É uma mudança importante de perspectiva: menos foco no vínculo com o agressor e mais atenção à mulher que está em situação de violência.

A violência de gênero não acontece apenas dentro de casa e a proteção também não pode ficar limitada a ela.

Informação também é proteção. Compartilhe para que mais mulheres conheçam seus direitos.

Advogar é carregar histórias que não são nossas, mas que passam a ocupar parte dos nossos pensamentos todos os dias.Por ...
11/08/2026

Advogar é carregar histórias que não são nossas, mas que passam a ocupar parte dos nossos pensamentos todos os dias.

Por trás de cada processo existe alguém esperando por uma resposta, uma decisão, um direito reconhecido, uma injustiça reparada.

Nem sempre a vitória chega no tempo que desejamos. Nem sempre o resultado corresponde à nossa expectativa. Mas quem escolheu a advocacia sabe: desistir diante da injustiça nunca pode ser a primeira opção.

A advocacia exige conhecimento, estratégia, responsabilidade e, sobretudo, coragem.

Coragem para sustentar uma posição.
Coragem para dizer o que precisa ser dito.
Coragem para enfrentar interesses.
Coragem para continuar, mesmo quando o caminho é difícil.

Neste 11 de agosto, celebro a profissão que escolhi exercer e tudo o que ela representa para mim.

Que nunca nos falte coragem para lutar pelo que é justo.

E quando o agressor percebe que não consegue mais destruir uma mulher diretamente?Ele pode tentar atingir aquilo que ela...
10/08/2026

E quando o agressor percebe que não consegue mais destruir uma mulher diretamente?

Ele pode tentar atingir aquilo que ela mais ama.

Os filhos.

E parece que isso tem aumentado nos noticiários.

É aqui que precisamos acender um alerta.

Existe uma forma de v10lênc1a extremamente em que crianças, familiares e pessoas próximas são usados como instrumentos para provocar medo, sofrimento, controle e vingança contra a mulher.

Isso tem nome: v10lênc1a vicária.

A v10lênc1a pode mudar de alvo.
Pode mudar de estratégia.
Pode até parecer, para quem olha de fora, apenas mais um “conflito familiar”.

Mas a intenção continua sendo a mesma: ferir aquela mulher.

E existe uma frase que precisamos repetir até que isso seja compreendido:

FILHOS NÃO SÃO ARMAS.

Crianças não podem pagar o preço pelo desejo de vingança de um adulto.

Se você acredita que mais pessoas precisam estar atentos a isso compartilhe esse post.

Talvez uma mulher esteja vivendo isso agora e ainda nem saiba dar nome ao que está acontecendo e precisa se proteger e proteger a quem mais ama.

20 anos da Lei Maria da Penha.O maior desafio dos próximos 20 anos talvez não seja apenas combater a violência contra a ...
07/08/2026

20 anos da Lei Maria da Penha.

O maior desafio dos próximos 20 anos talvez não seja apenas combater a violência contra a mulher. Será impedir que a própria proteção às mulheres seja colocada em dúvida.

A violência continua sendo alimentada pelo machismo e pelo patriarcado, mas também cresce o discurso que busca enfraquecer políticas públicas, desacreditar estatísticas e reduzir a importância dos mecanismos de proteção.

Defender a Lei Maria da Penha é defender vidas. Retroceder nunca pode ser uma opção.

Os desafios mudam com o tempo, mas o compromisso com a dignidade, a segurança e a liberdade das mulheres precisa permanecer inegociável.

Celebrar seus 20 anos não significa apenas olhar para as conquistas. Significa assumir o compromisso de proteger o que foi construído e continuar avançando.

Retroceder nunca pode ser uma opção.

💜 Compartilhe esta mensagem. A informação também é uma forma de proteção.

Por que tantas mulheres ainda não denunciam seus agressores?A resposta não está na falta de coragem.Muitas mulheres perm...
05/08/2026

Por que tantas mulheres ainda não denunciam seus agressores?

A resposta não está na falta de coragem.

Muitas mulheres permanecem em silêncio por dependência emocional ou financeira, medo de novas agressões, falta de confiança nas instituições ou ausência de apoio familiar.

Durante muito tempo, a violência contra a mulher foi naturalizada e tratada como um problema particular do casal. Embora a sociedade tenha avançado, as marcas do patriarcado ainda permanecem presentes nas relações familiares e até mesmo em instituições públicas e privadas.

Por isso, antes de perguntar por que uma mulher não denunciou, precisamos compreender quais obstáculos estavam impedindo que ela buscasse ajuda.

Não denunciar não significa aceitar a violência. Muitas vezes, o silêncio é consequência do medo, da vulnerabilidade, do isolamento e da falta de proteção.

Romper o ciclo da violência é um ato de coragem. Buscar ajuda é um direito.

Acolha. Escute. Não julgue.

Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher.
O serviço é gratuito, funciona 24 horas por dia e oferece orientação, encaminhamento e recebimento de denúncias. Em situação de emergência ou risco imediato, a Polícia Militar deve ser acionada pelo 190.

Salve esta publicação e compartilhe. Esta informação pode chegar a quem precisa.

04/08/2026

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