30/01/2026
Medicamentos injetáveis utilizados no tratamento da obesidade vêm sendo cada vez mais indicados por médicos, especialmente quando há comorbidades associadas e histórico de tentativas anteriores sem sucesso.
Ainda assim, quando o pedido chega ao plano de saúde, a resposta costuma ser padronizada:
“Tratamento não coberto.”
O ponto central é que essa negativa nem sempre se sustenta juridicamente.
Em muitos casos, trata-se de uma decisão administrativa, baseada em critérios genéricos, que desconsideram a indicação médica individualizada e o contexto clínico do paciente.
Nem toda recusa significa que o tratamento é indevido.
E aceitar o “não” sem análise pode levar à interrupção de um cuidado essencial.
📌 Informação fora de contexto gera decisões precipitadas.
👉 Antes de tratar a negativa como definitiva, é importante compreender se ela faz sentido à luz do seu caso.
—
Dowsley e Nunes Advogados